Café representa 12,4% das exportações do setor

Brasília – O café representou 12,4% de todas as exportações brasileiras do agronegócio em janeiro de 2012, em receita. O produto apresentou aumento de 1,64% em janeiro deste ano, com faturamento de US$ 605 milhões na comparação com o mesmo mês de 2011, quando o faturou US$ 595,4 milhões. O resultado faz parte do Informe Estatístico do Café publicado mensalmente pelo Departamento do Café, da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O volume embarcado no período teve redução de 23,5%, com 2,17 milhões de sacas de 60 quilos, ante 2,78 milhões de sacas em janeiro de 2011.

A receita cambial do café verde, que representa 96% do total das exportações, teve crescimento expressivo, em termos porcentuais, para Reino Unido (222,35%) e Finlândia (53,85%). Em contrapartida, foi significativa a queda para Espanha (-37,20%), Rússia (-22,42%) e Eslovênia (-14,68%).

O principal comprador de café verde brasileiro continua sendo a Alemanha, que, apesar de ser o principal destino das exportações da produção nacional, apresentou queda em janeiro de 2012 de 26,42% ante o primeiro mês de 2011. O segundo principal importador são os Estados Unidos que teve recuo de 23,07% nas compras do grão. O volume embarcado aumentou apenas para Finlândia (23,24%) e Reino Unido (20,15%). Em termos porcentuais, houve diminuição expressiva no volume vendido para Espanha (-53,33%), Rússia (-33,57%) e Eslovênia (-30,30%).

De acordo com o relatório mensal, o consumo brasileiro de café em 2012 é estimado em 20,4 milhões de sacas, com aumento de 3,5% contra 2011 (19,7 milhões de sacas). Os estoques do Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) estão em 170 mil sacas.

 

Fonte:  Revista Fator

Café representa 12,4% das exportações do setor

O café representou 12,4% de todas as exportações brasileiras do agronegócio em janeiro de 2012, em receita. O produto apresentou aumento de 1,64% em janeiro deste ano, com faturamento de US$ 605 milhões na comparação com o mesmo mês de 2011, quando o faturou US$ 595,4 milhões. O resultado faz parte do Informe Estatístico do Café publicado mensalmente pelo Departamento do Café, da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O volume embarcado no período teve redução de 23,5%, com 2,17 milhões de sacas de 60 quilos, ante 2,78 milhões de sacas em janeiro de 2011.

A receita cambial do café verde, que representa 96% do total das exportações, teve crescimento expressivo, em termos porcentuais, para Reino Unido (222,35%) e Finlândia (53,85%). Em contrapartida, foi significativa a queda para Espanha (-37,20%), Rússia (-22,42%) e Eslovênia (-14,68%).

O principal comprador de café verde brasileiro continua sendo a Alemanha, que, apesar de ser o principal destino das exportações da produção nacional, apresentou queda em janeiro de 2012 de 26,42% ante o primeiro mês de 2011. O segundo principal importador são os Estados Unidos que teve recuo de 23,07% nas compras do grão. O volume embarcado aumentou apenas para Finlândia (23,24%) e Reino Unido (20,15%). Em termos porcentuais, houve diminuição expressiva no volume vendido para Espanha (-53,33%), Rússia (-33,57%) e Eslovênia (-30,30%).

De acordo com o relatório mensal, o consumo brasileiro de café em 2012 é estimado em 20,4 milhões de sacas, com aumento de 3,5% contra 2011 (19,7 milhões de sacas). Os estoques do Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) estão em 170 mil sacas.

 

Fonte:  Sonoticias

Receita de exportação de café verde cai

A receita cambial com exportação de café verde apresentou queda de 0,65% em janeiro passado, em comparação com o mesmo mês de 2011. O faturamento alcançou US$ 559,167 milhões, ante US$ 562,831 milhões, conforme relatório da Secretaria de Produção e Agroenergia, do Ministério da Agricultura, com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O volume embarcado no período teve redução de 24,58%, para 117.094 toneladas ante 155.251 t em janeiro de 2011.

O preço médio de exportação teve elevação de 31,72% no período, de US$ 3.625/t para US$ 4.775/t. A receita cambial teve crescimento expressivo, em termos porcentuais, para Reino Unido (222,35%) e Finlândia (53,85%). Em contrapartida, foi significativa a queda para Espanha (37,20%), Rússia (22,42%) e Eslovênia (14,68%), além de outros três destinos.

O principal comprador de café verde brasileiro em janeiro de 2012, em volume, foi a Alemanha, que apresentou queda de 26,42% ante o primeiro mês de 2011. O segundo principal importador foram os Estados Unidos (queda de 23,07%). Entre os principais compradores, o volume embarcado aumentou apenas para Finlândia (23,24%) e Reino Unido (20,15%). Em termos porcentuais, houve diminuição expressiva no volume vendido para: Espanha (53,33%), Rússia (33,57%) e Eslovênia (30,30%).

 

Fonte:  Revistapegn

Analista russo prevê queda nas exportações de trigo

A produção e as exportações de trigo da Rússia devem cair no ano comercial 2012/2013, que começa em primeiro de julho deste ano, por conta das geadas que prejudicaram o plantio de inverno em todo o país. A afirmação é do diretor-geral do Instituto de Estudos de Mercado Agrícola da Rússia, Dmitry Rylko.

Segundo o analista, os embarques de trigo já desaceleraram e provavelmente não vão superar 20 milhões de toneladas no ciclo atual, pois muitos portos do sul do país estão congelados e as exportações foram suspensas. Dmitry Rylko acredita que as exportações deverão ser retomadas em meados de março, quando as temperaturas e as condições climáticas deverão estar bem mais amenas em toda a Rússia.

 

Fonte:  Diário da Rússia

IGC dobra projeção de importações de trigo do Irã em 2011/12

A produção iraniana de trigo provavelmente recuará 11% nesta temporada, para 13,8 milhões de toneladas, enquanto a colheita total de grãos do país pode cair 9,7%.

O Irã pode importar 1 milhão de toneladas de trigo em 2011/12, volume duas vezes maior que o estimado anteriormente, informou nesta sexta-feira, 24, o Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês). O IGC também revisou a projeção das importações totais de grãos do país em 2011/12 para 5,2 milhões de toneladas, alta de 16% em relação à previsão anterior e de 24% frente à quantia observada em 2010/11, devido ao aumento das compras de trigo para moagem e ração animal, a fim de substituir o milho.

A produção iraniana de trigo provavelmente recuará 11% nesta temporada, para 13,8 milhões de toneladas, enquanto a colheita total de grãos do país pode cair 9,7% no período, para 18,7 milhões de toneladas, de acordo com o conselho. Vários países, incluindo o Irã, recentemente compraram mais trigo para ração animal em substituição ao milho, cujo preço está mais alto, explicou o IGC.

As importações iranianas de trigo em 2011/12 podem, até mesmo, exceder 2 milhões de toneladas, uma vez que o país encontra dificuldades para conseguir milho, informaram executivos da indústria. “Recentemente, tem havido alguns problemas no comércio de milho com o Irã, mas eu não estou ciente dos detalhes”, afirmou Andrew Druzyaka, conselheiro da Corporação Estatal de Grãos e Alimentos da Ucrânia. No trimestre de outubro a dezembro, 363 mil toneladas de milho ucraniano foram vendidas para o Irã, disse ele.

O Irã recentemente se voltou para Austrália, Canadá e Rússia, entre outras nações, para garantir ofertas de trigo e reabastecer os estoques locais. Os esforços devem-se principalmente às preocupações sobre as últimas sanções internacionais ligadas ao seu programa nuclear e ao que pode estar por vir na disputa com o Ocidente. A Rússia não planeja suspender as exportações de grãos para o Irã, a menos que a Organização das Nações Unidas as proíbam, informou na quarta-feira o vice-diretor do Ministério de Agricultura, Artem Krestyaninov.

Muitos exportadores de grãos e companhias de embarque estão preocupados com a capacidade do Irã de pagá-los devido à restrição aos negócios do setor bancário internacional com os bancos iranianos. Contudo, Arkadiy Zlochevsky, presidente da União de Grãos da Rússia, disse nesta semana que os pagamentos são feitos por linhas de crédito irrevogáveis em contas bancárias russas, então os exportadores não têm tido qualquer dificuldade.

A Austrália pode exportar mais grãos ao Irã por causa das sanções impostas pelos Estados Unidos e pela União Europeia, segundo Alan Winney, presidente do Emerald Group, uma das maiores exportadoras de trigo do país.

 

Fonte:  GrandeFm

Receita com café solúvel cresce 49%

Industriais faturaram US$ 43,6 milhões, em comparação com US$ 29,2 milhões em janeiro do ano passado

A receita cambial com exportação de café solúvel apresentou elevação de 49,16% em janeiro, em relação ao mesmo mês de 2011. Os industriais faturaram US$ 43,686 milhões, em comparação com US$ 29,288 milhões em janeiro do ano passado, conforme relatório divulgado hoje pela Secretaria de Produção e Agroenergia, do Ministério da Agricultura, com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O País exportou no período 4.942 toneladas, com aumento de 18,74% em relação a 2011 (4.162 t). O preço médio da tonelada ficou em US$ 8.840/t, ante US$ 7.037/t em 2011, representando elevação de 18,74%. Segundo o relatório, a Rússia foi o principal do destino do café processado brasileiro em janeiro, com elevação de 26,21% em termos de receita sobre 2011.


Mas também foi significativo o aumento da receita, em termos porcentuais, para Ucrânia (1.432,03%), Canadá (1.122,68%), El Salvador (201,68%), Alemanha (171,06%), Bolívia (162,61%), Cingapura (113,19%) e Reino Unido (106,24%). Entre os 15 principais destinos do café processado brasileiro, nenhum país teve redução em receita cambial. O principal comprador de café solúvel brasileiro em janeiro, em volume, foram os Estados Unidos, que apresentaram queda de 3,13% ante 2011.

Além dos Estados Unidos, apenas Mianmar teve queda em volume: Mianmar (-23,08%). Em termos porcentuais, houve aumento significativo no volume vendido para Ucrânia (1.023,81%), Canadá (535,29%), Bolívia (145,45%), Alemanha (124,88%), Cingapura (116%) e El Salvador (111,32%).

 

Fonte:    Tosabendo

Produção e exportação de trigo russo recuam

Embarques de trigo já desaceleraram e provavelmente não vão superar 20 milhões de toneladas no ciclo atual

A produção e as exportações de trigo da Rússia devem cair no ano comercial 2012/12, que começa em 1º de julho, por conta das geadas que prejudicam o plantio de inverno, afirmou hoje o diretor-geral do Instituto de Estudos de Mercado Agrícola, Dmitry N. Rylko.

Os embarques de trigo já desaceleraram e provavelmente não vão superar 20 milhões de toneladas no ciclo atual, pois muitos portos do sul do país estão congelados e as exportações suspensas, explicou o executivo.

O carregamento deve ser retomado em meados de março, segundo Rylko, acrescentando que as exportações do ano comercial atual totalizaram 16,3 milhões de toneladas até 15 de fevereiro.

 

Fonte:  Tosabendo

Rússia deve exportar 4 milhões de toneladas de trigo até junho

País enfrenta recente desaceleração e os elevados preços locais, afirmou presidente da União Russa de Grãos

O frio intenso danificou de 1 milhão a 1,5 milhão de hectares com grãos na Rússia, principalmente em áreas produtoras de trigo, mas os prejuízos não atingiram as exportações, afirmou o presidente da União Russa de Grãos, Arkadiy Zlochevsky.

A Rússia deve exportar mais 4 milhões de toneladas de trigo até 30 de junho, fim do atual ano comercial, apesar da recente desaceleração e dos elevados preços locais, afirmou, nos bastidores de uma conferência internacional de grãos.

As exportações de trigo em 2012/13 devem alcançar 22 milhões de toneladas, enquanto exportações de outros grãos devem somar 25 milhões de toneladas, ambas estáveis em relação ao ano anterior, se o clima estiver favorável, acrescentou.

 

Fonte:  Tosabendo

Trigo: produção está comprometida na Europa por conta do frio intenso

O frio intenso e considerado “anormal” está castigando as lavouras de trigo no Leste Europeu. Na Ucrânia, as condições climáticas já estão causando a morte de 33% das plantações, que estão cobertas de neve. As informações são do Commodity Weather Group.

Essa onda de frio, que já até provocou mais de 60 mortes na Europa, está impulsionando os preços do cereal, que já registraram aumento na União Europeia e também na Bolsa de Chicago.

Na noite passada, as temperaturas chegaram a patamares negativos e esse padrão deverá se manter por mais pelo menos duas noites.

Na Rússia, as perdas na produção de trigo já são estimadas em 15% da produção. Países como a França e a Polônia também devem registrar prejuízos por conta desse frio intenso. Na noite passada, em uma cidade siberiana, a temperatura chegou a -34°C.

 

Fonte:  Sonoticias

Mesmo com prêmio menor, leilão de trigo negocia 96% da oferta

Os leilões de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) e de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) seguem concentrando a atenção do mercado de trigo, mesmo com subsídios mais baixos. Hoje foi arrematada subvenção equivalente a 364,25 mil toneladas, 96% da oferta total de 380 mil toneladas. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reduziu o valor da subvenção em 10% no caso do trigo destinado ao Nordeste e/ou mercado externo e em até 30% para o produto comercializado dentro do País.

Ainda assim, houve disputa e os prêmios fecharam bem abaixo do preço de abertura. Foi o caso do trigo gaúcho a ser transferido para o Nordeste ou outros países, cujo PEP inicial era de R$ 152,50 a tonelada e saiu a R$ 98/t, queda de 36%. No PEP para qualquer Estado, o valor caiu de R$ 37,70/t para R$ 19/t, no caso do trigo paranaense, e de R$ 37,70/t para R$ 23,20/t, caso do trigo gaúcho.

De acordo com fontes do mercado, é possível explicar a disputa entre exportadores, e que acaba reduzindo o prêmio, mas não o interesse de moinhos nacionais em adquirir trigo no leilão aceitando prêmios mais baixos. Um importador lembra que a interrupção das operações pela Conab em dezembro atrapalhou a programação das tradings que, com a retomada dos leilões nesta segunda quinzena de janeiro, “correm” para cobrir posições vendidas.

Não é o caso da indústria moageira, diz a fonte, alegando que no mercado é possível adquirir trigo por menos que o preço mínimo (nos leilões o valor mínimo é condição para arrematar o subsídio) e “seguir na disputa mesmo com o prêmio em queda não parece lógico.” Com PEP e Pepro o governo busca reduzir o custo do frete ao comprador, ao mesmo tempo em que assegura ao vendedor um preço mínimo pelo produto.

Pelo trigo pão negociado no leilão, produtor deve receber R$ 477/t. O comprador que participou hoje do leilão recebeu R$ 19/t, o que significa que desembolsará de fato R$ 458/t. Mas no Paraná nesta semana houve oportunidades de compra, segundo um corretor, a R$ 420/t. Trigo melhorador vale um pouco mais, R$ 460/t. No primeiro leilão, realizado na semana passada, cooperativas foram os grandes negociadores. Os adquirentes de hoje só serão conhecidos nos próximos dias.

Argentina

Moinhos e tradings se movimentam no mercado interno ao mesmo tempo em que negociam trigo na Argentina. Segundo Walter Von Mü;hlen, da Serra Morena, o mercado ainda espera que um volume maior de licenças de exportação seja disponibilizado – no início de janeiro o governo argentino anunciou a liberação de um volume de 3 milhões de toneladas, mas isso ainda não aconteceu de fato. Apesar de prometer menos burocracia nas vendas externas de trigo, o governo ainda deve controlar a emissão dos documentos, liberando-os em etapas, acredita Mühlen.

A perspectiva de alta das cotações da commodity no mercado internacional está por trás dessa estratégia. Com a Rússia reduzindo o ritmo de suas exportações, o mercado deixa de ser “inundado” de trigo do Leste Europeu e os preços ficam menos pressionados. Além disso, o anúncio do Federal Reserve, de manutenção de juros baixos nos Estados Unidos até 2014, sugere aos participantes que os investidores voltarão ao mercado de commodities e os preços do produto tornarão a subir.

“Hoje temos o preço do trigo argentino equiparável ao do soft americano e a tendência é de que se aproxime mais do hard (tipo pão)”, diz o analista. Nesta sexta-feira, trigo hard americano para embarque em fevereiro está cotado a US$ 304/t FOB Golfo, contra US$ 270/t do soft. Produto da Rússia e da França têm preços equivalentes, de US$ 267/t.

Já o argentino vale US$ 255/t na região de Up River, e até US$ 265/t (alta proteína) em Bahia Blanca. “Deveremos ter um mercado firme para trigo pelo menos até conhecer a safra do Hemisfério Norte”, diz Mü;hlen. A safra americana chega ao mercado em julho.

 

Fonte:  Sonoticias