Trigo garante renda para agricultores com a quebra na safra de verão

Para muitos agricultores gaúchos que estão tendo perdas na safra de verão devido a estiagem, o trigo colhido há poucos meses está sendo um alívio no bolso. É o caso do produtor de São Luiz Gonzaga, João Luiz Mattioni. Com a soja bastante prejudicada no campo, a cultura de inverno é que está mantendo inclusive os funcionários na propriedade. Ele colheu em média 68 sacas por hectare, ou seja, 4.080 quilos.
Segundo ele, esse ótimo desempenho se deve a constante busca por novas cultivares e técnicas de manejo para o trigo. Os filhos Diovani e Giancarlo, ambos agrônomos, também têm papel fundamental no sucesso nas safras do cereal. “O trigo precisa de monitoramento diário, investimento e manejo preciso”, ressalta Mattioni, que há 35 anos ininterruptos planta trigo. De acordo com ele, neste ano a lavoura de trigo ganhará mais espaço do que os 840 hectares semeados na última safra, ganhando área antes destinada a aveia.
Para obter resultados econômicos com a triticultura uma das etapas é a escolha da semente para plantar. Nesta edição da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS, a Biotrigo Genética apresentou nove cultivares aos visitantes da feira. Já disponível para os agricultores semearem na próxima safra, o TBIO Pioneiro é Trigo Pão, tem alto potencial de rendimento e qualidade industrial.
Para os produtores de semente já escolherem as suas novas cultivares, a Biotrigo apresentou o TBIO Seleto, TBIO Tibagi, TBIO Iguaçu e TBIO Itaipu. As duas primeiras tem entre as suas características a precocidade, já as outras duas são os primeiros filhos de Quartzo – cultivar líder no Rio Grande do Sul e Brasil.
Além disso, pela primeira foram apresentados os cultivares que serão disponibilizados aos sementeiros em 2013, sendo eles: TBIO Alvorada, TBIO Mestre e TBIO Sinuelo. Essas sementes estão sendo recém lançadas para compor o portfólio de qualidade da Biotrigo Genética.
Fonte:   24horasnews

Conab realiza novos leilões de trigo no dia 1º de março

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza, amanhã (1º), novos leilões de trigo nas modalidades de PEP e Pepro. Na categoria PEP, serão ofertadas 375 mil toneladas do grão das classes Brando, Pão e Melhorador para o Rio Grande do Sul (25 mil toneladas), Paraná (120 mil toneladas) e São Paulo (5 mil) e Santa Catarina (25 mil toneladas).

No Pepro, a serão 35 mil toneladas, sendo dividas em 10 mil para o RS, 10 mil para o PR, 10 mil para SP e 5 mil para SC. Nessa categoria a oferta será de trigo Pão e Melhorador.

 

Fonte:  Sónoticias

Governo avalia usar trigo como ração animal

Com a quebra na safra de milho, a pressão para o uso do trigo como ração animal ganhou força entre os produtores de aves e suínos do Rio Grande do Sul. E produziu efeitos em Brasília: o governo promete definir nesta semana a realização de leilões com esse objetivo.

De acordo com o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, a publicação da portaria com a autorização para os leilões – que depende da assinatura dos ministros da Agricultura, do Planejamento e da Fazenda – deve sair nos próximos dias. A expectativa de entidades ligadas à produção de aves e suínos é de que 500 mil toneladas de trigo sejam incluídas no mecanismo.

Para o diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado, Rogério Kerber, a utilização do trigo resolve dois problemas: as dificuldades de escoamento do cereal e de garantia da alimentação animal.

“Como o produto está estocado no Estado, o custo seria mais acessível, pois economizaria em logística e em ICMS”, alerta Kerber.

Chefe-geral da Embrapa Trigo em Passo Fundo, Sergio Roberto Dotto concorda que essa é uma forma de escoar o excedente do Estado de cerca de 1,1 milhão de toneladas, já que o custo operacional emperra a venda externa.

“Para moinhos da região sudeste do Brasil, custa mais barato importar trigo da Argentina”, explica Dotto.

Apesar do estoque, o presidente do Sindicato da Indústria do Trigo no RS (Sinditrigo), José Antoniazzi, pondera:

“Há cerca de 345 mil toneladas à venda. Esse é o número que poderia ser incentivado. Caso contrário, ao tentar solucionar um problema, pode-se criar outro”.

 

Fonte:  Suinoculturaindustrial

Preços do trigo no RS superam em até 12% valor pago no PR

Clima e alta tecnologia empregada nas lavouras gaúchas fizeram com que o Estado superasse o Paraná em termos de produção, na última safra. O clima e tecnologia empregada nas lavouras de trigo na última safra apresentam seus méritos agora, com relação aos preços.

 

Em alguns casos, as cotações chegam a ser superiores do que no Paraná – principal estado produtor do país. Essa situação ocorre porque o produto gaúcho teve melhor qualidade do que o paranaense, que também teve quebra de safra por causa do clima. Por causa disso, a safra 2011 foi a segunda na história em que o Paraná obteve menor produção do que o RS.

 

De acordo com o analista de mercado, Luiz Carlos Pacheco, de Curitiba, como o plantio do cereal ocorre em épocas diferentes nos dois estados, o clima prejudicou a qualidade das lavouras do Paraná e favoreceu as do Rio Grande do Sul.
Além disso, desestimulados com os baixos preços do ano anterior, os triticultores paranaenses também não aplicaram toda tecnologia de produção disponível, por ser muito cara. “Assim, o resultado foi que tivemos uma produção menor e preços menores”, comenta.
Até 2011, o Paraná era o principal estado produtor de trigo do país. Mas na última safra o RS ultrapassou, conforme os dados do último levantamento de Safras feito pela Conab.
Na safra 2011/12, o RS plantou 932,4 mil hectares de trigo, contra 1.042,5 mil do Paraná. Mas, o RS teve uma produtividade maior: 2.941 quilos/hectare, contra 2.399 kg/ha do PR. Como conseqüência, o RS colheu 2.742,2 mil toneladas de trigo e o PR colheu 2.501,0 mil toneladas.
O produtor gaúcho também cultivou mais trigo pão, em torno de 80%, contra a média de 30% ou 50% dos últimos anos. Além de usar sementes de trigo de melhor qualidade, o RS foi favorecido com condições climáticas próximas do ideal, condição que não ocorreu com o PR, que sofreu com geadas e chuvas fora de hora.Mas conforme Pacheco, o produtor tem que ter em vista as necessidades do mercado na hora da formar sua lavoura.
“O que ocorria até recentemente, era que o triticultor não pensava nisto, plantava qualquer tipo de trigo e depois vendia tudo para o governo, o que ocasionava um descompasso no mercado. O problema maior da expansão do trigo no Brasil parece ter sido a interferência do governo na comercialização, implantada na década de 60, quando passou a tutelar 100% da produção e comercialização do cereal, comprando tudo o que o produtor produzia, sem nenhuma exigência de qualidade, numa ponta e vendendo na outra para os moinhos a preços subsidiados. Com isto, acostumou o produtor a ‘plantar para o governo’, e não para o mercado, não se preocupando em aprimorar a qualidade do trigo e as indústrias se acostumaram a buscar qualidade e volume no exterior, modelo que funciona até os dias de hoje. Agora, aos poucos, o mercado volta a se alinhar: produtor – moinho – indústrias – consumidor final. E, com isto, todos ganham, inclusive o país, porque a longo prazo, principalmente quando houver mais rentabilidade vinda deste alinhamento, a área de trigo no Brasil certamente vai aumentar muito e poderemos até exportar”, destaca.
Conforme o analista, essa situação aconteceu com muitos outros produtos que começaram a ter plantio extensivo depois do trigo, como a soja, o milho, o café e a cana de açúcar, que não só cresceram e abasteceram o mercado interno, como geram grandes excedentes para exportação.
De acordo com dados do analista de mercados, hoje os preços pagos aos produtores em Cascavel, Londrina e Maringá, que são as maiores regiões produtoras do PR, estão ao redor de R$ 23,00/saca; em Campo Mourão, também grande produtor, está a R$ 21,82.
Em compensação, está em R$ 24,63 em Irati e R$ 26,74 em Ponta Grossa, mas estas são praças compradoras de trigo (embora também produzam). Já os preços médios do Rio Grande do Sul estão a R$ 24,00 em Bagé, Cachoeira do Sul e Cruz Alta e R$ 23,00 em Carazinho. O que aponta que há mais praças gaúchas pagando mais.
O normal é que os preços do PR sejam maiores, porque produz trigo pão e no RS se produzia mais trigo brando. Mas, como neste ano o tipo do produto foi quase o mesmo, e a qualidade do cereal gaúcho foi melhor, os preços ficaram melhores no RS.
Alguns moinhos buscaram no Norte do RS trigo brando, mesmo assim, é vantajoso, porque o RS tem o problema da super produção: produziu 2.742,2 milhões toneladas e só consome 1.100 milhões de t, acaba sendo necessário escoar o excedente. Entretanto, como está longe das indústrias, porém, este escoamento é mais viável para exportação, apesar de que, qualquer volume escoado, por pouco que seja, sempre ajuda.
Além disso, Pacheco destaca que um problema que deve se intensificar em março, é o espaço nos armazéns, quando entram as safas de soja e milho, que dão maior rentabilidade ao agricultor, e às cooperativas e cerealistas, precisando escoar o trigo, o escoamento para o PR é vantajoso.
Fonte:  CenarioMT

Governo faz leilão de trigo para escoar produção

A operação vai ofertar 380 mil toneladas do grão para os estados do RS, SC, PR e SP .

Brasília- O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirmou para o dia 27 de janeiro (sexta-feira), a realização de mais um leilão de prêmio de trigo para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Serão ofertadas 380 mil toneladas (t) do grão, 20 mil t a mais do que o disponibilizado na operação que ocorreu na semana passada.

Serão leilões de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) e Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro). O participante terá de comprovar a venda do produto para uma indústria moageira sediada na unidade da federação de plantio do trigo, ou a venda e o escoamento do grão para qualquer consumidor sediado fora da unidade da federação de plantio.

O secretário de Política Agrícola do Ministério, Caio Rocha, salientou a importância da operação que é a de garantir o preço mínimo e promover o escoamento do produto nas regiões necessitadas. Somadas as operações realizadas em novembro de 2011 e no dia 20, o governo federal já fez a equalização de 974 mil t, o que representa 16% da safra. |Mônica Bidese/MA.

 

Fonte:  Portal Fator Brasil

 

Produtores no RS conseguem alta produtividade e 320 de W no trigo

O produtor Régis Augusto Giovelli, de São Luiz Gonzaga, no Noroeste do Estado, tem motivos para estar feliz com a sua produção, principalmente pela qualidade do grão, devido ao W (Força de Glúten) obtido.

A nova normativa que exige maior W para os trigos brasileiros só entra em vigor na metade do ano que vem, mas o mercado há alguns anos já coloca a Força de Glúten como parâmetro de compra. Exatamente por isso que Giovelli é um triticultor que vem ficando cada vez mais contente nos últimos três anos com a colheita do grão.

Nesta safra ele colheu as cultivares Quartzo e Mirante e obteve até 320 de W. Isso quer dizer que seus trigos qualificados como Pão são excelentes, pois atualmente o W exigido é de 180 e a partir do ano que vem será de 220.

“Com essa qualidade superior do meu trigo consigo facilmente vendê-lo. Inclusive tem moninho que deixou de comprar trigo argentino para comprar o meu. Esse trigo com mais W ele mistura com outros mais fracos para fazer a mistura de trigo pão”, explica Giovelli, afirmando que a qualidade é como se fosse um seguro para a sua produção.

Para conseguir esse número de Força de Glúten superior o triticultor não fez nenhum milagre, apenas seguiu as orientações de manejo de nitrogênio da empresa de melhoramento genético que ele adquire as sementes.

“Apliquei 185 quilos de uréia, sendo 110 no perfilhamento e 75 no pré-espigamento. Antes colocava 50 quilos no pré-espigamento e o resultado era bem inferior”, garante. De acordo com ele, isso vem sendo seguido há três anos. “Acreditei na Biotrigo Genética, que me passou o manejo e coloquei na lavoura, com certeza vale a pena o investimento em apenas mais 25 quilos de uréia”, comemora.

Mais de 6 mil quilos por hectare

A 370 quilômetros de São Luiz Gonzaga, em Lagoa Vermelha, na região Nordeste do Rio Grande do Sul, as colheitadeiras precisaram descarregar logo. O produtor de sementes, Paulo Vasconcellos, investiu em manejo e conseguiu ótimos resultados. Foram 6.169 quilos por hectare do cultivar TBIO Pioneiro, 6.077 quilos de Mirante e 5.557 quilos Marfim. Esses dados são aferidos pela Emater local.

Segundo o gerente comercial da Biotrigo Genética, Lorenzo Mattioni Viecili, o Rio Grande do Sul teve um dos melhores anos para a colheita do trigo devido ao clima favorável, diferentemente do Paraná onde o excesso de chuva prejudicou neste período.

“Temos potencial genético para conseguir trigos com alta produção e qualidade como países expoentes na produção do grão. A Força de Glúten que o agricultor Giovelli conseguiu é um exemplo disso, mas para isso é preciso aprimorar cada vez mais as cultivares e o manejo, principalmente de nitrogênio”, explica Viecili.

Fonte:  CenarioMT

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Colheita da safra de trigo no RS atinge 80% da área cultivada

Em relação aos grãos, prossegue no Rio Grande do Sul a colheita do trigo e da cevada – esta se encaminha para o encerramento, restando não mais que 10% da área estimada. A produtividade se aproxima das 2,9 t/ha, de boa qualidade industrial. Com a semana apresentando bons períodos de tempo seco nas principais regiões produtoras, a colheita da safra 2011 de trigo chegou a 80% sobre o total plantado, superando os 73% verificados no mesmo período da safra anterior. Segundo os técnicos da Emater/RS-Ascar, tendo em vista os rendimentos obtidos nas lavouras ceifadas recentemente, é possível que, no fechamento da colheita, o rendimento médio estadual possa ser revisto para cima, elevando consequentemente a produção total a ser disponibilizada ao mercado.

O plantio de milho da safra 2011/2012 alcançou esta semana 73% do total previsto, à frente na comparação com os anos anteriores. Cerca de 3% do total já plantado encontra-se em fase de germinação. Por sua vez, o plantio da soja atingiu no último período 47% da área prevista. A germinação e o crescimento inicial das plantas é considerado normal, levando-se em conta a irregularidade das precipitações.

A área semeada da safra de feijão no Estado já chega aos 84%, e na próxima semana deverá iniciar o amadurecimento das vagens. Até o momento, o desenvolvimento geral da lavoura é considerado muito bom, com perspectivas de ótima produtividade. Com as poucas chuvas registradas nas principais regiões produtoras, localizadas mais ao Sul do Estado, a semeadura do arroz pode avançar 15 pontos em âmbito estadual, chegando aos atuais 75%, e deixando a atual safra praticamente dentro da média em termos de plantio.

Fonte:  Sonoticias

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Emater aumenta previsão de produção de trigo no RS

PORTO ALEGRE – A Emater-RS divulgou nesta quinta-feira uma revisão para cima das projeções de área plantada, rendimento e produção das lavouras de trigo deste ano no Rio Grande do Sul. Segundo o novo levantamento, a safra deve totalizar 2,187 milhões de toneladas, ante a projeção inicial de 1,846 milhão de toneladas e a colheita de 2,133 milhões de toneladas em 2010.

Conforme a Emater-RS, a produtividade deve ficar em 2.524 quilos por hectare, ou 15,5% a mais do que a estimativa inicial para a safra. O rendimento ainda é menor do que os 2.681 quilos por hectare produzidos no ano passado, mas foi compensado pelo aumento da área plantada.

As lavouras de trigo do Estado devem alcançar 866,8 mil hectares. O número revisado é 22,4 mil hectares maior do que a projeção original para este ano e 71,2 mil hectares superior ao observado em 2010, informou a Emater-RS. Segundo a instituição, no dia 13 de outubro 25% da área plantada já havia sido colhida no Rio Grande do Sul.

Fonte:   Economia Uol

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Conab leiloa 158 mil toneladas de trigo na quarta-feira

Os leilões promovidos pela Conab começam na quarta-feira (24), com a venda de cerca de 158 mil toneladas de trigo em grãos, divididos em três lotes, dos estados de MS, SP, PR e RS. Os avisos já estão no site da Companhia.

Na quinta-feira, serão vendidos dois lotes de milho, totalizando 42,3 mil toneladas do produto oriundo dos estados de MT e GO. Em seguida, serão negociadas mil toneladas de feijão em cores, de SP, e oferecidos 4.630 contratos de opção de arroz em casca, dos estados de RS, SC e PR. A maior parte dos títulos, cerca de 4 mil, é do RS. E por último, na sexta-feira, entra em leilão 5,2 mil toneladas de café em grãos, dos estoques do governo no estado de MG.

Seguro – O Contrato de Opção de Venda é uma modalidade de seguro de preços que dá ao produtor rural ou a sua cooperativa o direito, mas não a obrigação, de vender seu produto para o governo, em uma data futura, a um preço previamente fixado. Serve para proteger o produtor contra os riscos de queda nos preços. (Da assessoria)

 

Fonte:  CapitalNews

 

Preço elevado esvazia leilão de trigo

Foi baixíssimo o interesse da indústria no trigo ofertado ontem (3) em leilão pela Conab, em Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Do total de 138,91 mil toneladas da safra 2008, foram vendidas apenas 3,75 mil toneladas. No RS, o governo não conseguiu comercializar nada das 75,6 mil toneladas de trigo-pão. A principal explicação para a baixa demanda foi o preço estipulado para a abertura do leilão, de R$ 480,00 a tonelada, enquanto no mercado é possível encontrar o produto a R$ 460,00. O consultor da Safras & Mercados, Élcio Bento, enumera outros fatores para o esvaziamento do leilão: incerteza de qualidade dos lotes, proximidade da colheita paranaense – que deve gerar recuo de preço – e o fato dos moinhos estarem abastecidos.

O superintendente regional da Conab, Carlos Manoel Farias, reconhece que o problema foi preço. Com isso, foi frustrado o objetivo da União de desovar estoques públicos para fazer caixa para as intervenções na nova safra e liberar espaço nos armazéns para receber os grãos que começam a ser colhidos no país. Desde abril, quando iniciou a intervir no mercado do trigo, a Conab ofertou 1,7 milhão de toneladas no país, mas somente 400 mil toneladas foram absorvidas pela indústria. Bento acrescenta que o prazo de pagamento das operações, de 15 dias, é considerado curto pelas empresas. O consultor da Fecoagro, Tarcísio Mineto, acredita que pode haver uma modificação do mercado nas próximas semanas, uma vez que o governo argentino limitou a concessão de licenças de exportação a cooperativas do setor.

 

Fonte:  Sonoticias