Preço do pão varia mais que 115% em SP

Quilo do pãozinho francês custa de R$ 5,99 a R$ 12,90 em pesquisa feita em padarias das cinco regiões da cidade

Na inflação medida pelo IPCA, produto ficou 4,7 % mais caro desde janeiro; alta no preço do trigo é uma das causas

A massa é basicamente a mesma: farinha, água e sal.

O modo de preparo é o básico e o produto é vendido sem embalagens ou refinamentos que pudessem justificar sobretaxa “premium”.

Mas o preço do quilo do pão francês na cidade de São Paulo varia mais de 115% dependendo da padaria escolhida pelo freguês. Se comprar no Alto da Lapa (zona oeste), gastará o dobro do que no Jardim Amália (zona sul).

Nos dois bairros foram encontrados os extremos mínimo e máximo de uma pesquisa realizada pelo “Agora”, por telefone, com 40 padarias das cinco regiões da cidade.

A loja que oferece o pão mais barato, do Jardim Amália, vende o produto por R$ 5,99 o quilo. Já a padaria do Alto da Lapa, onde foi encontrado o pãozinho mais caro, cobra R$ 12,90 o quilo.

Embora o menor preço tenha sido encontrado na zona sul, é a zona leste que apresenta, na média, o preço mais em conta: R$ 8,70 o quilo.

Já o centro da capital paulista tem o pãozinho mais caro, com média de R$ 10,82 por quilo. Na região central, a variação também é a menor da cidade: 32% entre o quilo mais barato (R$ 9) e o mais caro (R$ 11,90).

Na zona sul, o preço médio do pãozinho é 50% maior que o da padaria mais barateira. Na média, as padarias cobram R$ 9,09. É nessa região da cidade que está a maior diversidade de preços do pãozinho. O mais caro custa R$ 11,80 o quilo, praticamente o dobro do mais barato.

A zona oeste é a vice-campeã de preços altos, com valor médio de R$ 10,37, e, na zona norte, o quilo do pão francês sai por, em média, R$ 9,70 (veja quadro).

Segundo a inflação medida pelo IPCA, o pão teve alta de 0,8% em abril e aumento de 4,7% em 2013.

Um dos fatores que mais influenciam esse mercado, segundo o pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, Lucilio Alves, é que o país importa metade do trigo usado.

No último ano, a queda no estoque internacional aumentou o preço da matéria-prima. A consequência é que o preço do pão subiu.

Para tentar segurar os preços nas padarias, o governo isentou a TEC (Tarifa Externa Comum) de 10% nas importações. No Brasil, os produtores de trigo encontraram melhor oportunidade na exportação do produto, o que também reduziu a oferta nacional.

A expectativa é que a oferta melhore a partir de setembro, quando começa a colheita do produto no país.

MOTIVOS

A reportagem tentou ouvir as padarias com os maiores valores encontrados por região. A Padaria Estado Luso, por exemplo, que fica em Santana, informou que trabalha com preços similares aos da região e que seus pães são assados em forno à lenha.

A Boulevard de Ville, na Vila Formosa, a Trigueira Pães e Doces, no Campo Belo, e a Estalagem, no Limão, disseram que usam trigo de alta qualidade e, por isso, têm custo mais alto. Outras seis padarias contatadas não responderam à reportagem.

Fonte: Folha de S.Paulo

Preço do pão francês encarece 91,17% na década

O saboroso e tradicional pãozinho pela manhã está custando cada vez mais caro para o consumidor da região. Hoje é quase artigo de luxo. Há dez anos, o quilo do pão francês era vendido a R$ 3,40; nos dias atuais, se paga R$ 6,50 pela mesma quantidade – 91,17% a mais. A maior alta aconteceu entre abril de 2012 e este mês – diferença de 21,72%, ou R$ 1,16 a mais por quilo no bolso do consumidor do Grande ABC. O índice é maior do que a inflação oficial do País, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que acumula alta de 6,59% em 12 meses (março contra março). O levantamento foi feito pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André) a pedido da equipe do Diário, com base nas padarias das redes supermercadistas. É bom ressaltar que o quilo do alimento entre as padarias da região beira os R$ 10 (R$ 9,59, em média).

O tamanho desse reajuste tem nome: o trigo. A política brasileira de dependência das importações de trigo para abastecimento do mercado interno mostra este ano seus limites diante da instabilidade da produção na Argentina – historicamente responsável por 80% das importações no País.

Segundo a AF News (agência de mercado da farinha e trigo), a área de produção da Argentina declina há vários anos em razão de sua política de privilegiar o mercado interno, o que restringe a disputa por trigo entre os moinhos locais e traders (especuladores que compram ações e as vendem em curto prazo visando dinheiro rápido), e reduz a rentabilidade para os produtores. Segundo o Ministério da Agricultura do país, na safra de 2012/13, a variação foi negativa em 15% em relação ao ano anterior; como consequência, a exportação para o Brasil encolheu 36% em volume nos últimos 12 meses.

“Para driblar os altos preços, o governo brasileiro, a partir deste mês, liberou a importação do trigo de outros países que não sejam do Mercosul sem que seja cobrada a alíquota chamada de TEC (Tarifa Externa Comum), de 10% sobre o valor da saca. A medida já começa a fazer efeito. Os preços de referência de exportação do trigo argentino sofreram redução de 6,25% nos últimos 30 dias, ao mesmo tempo em que o preço norte-americano (referência no cenário internacional) aumentou em 0,6%”, contextualiza Gabriel Ferreira, analista de mercado da AF News.

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Panificação de Santo André e região, Antônio Carlos Henriques, se paga hoje R$ 86 por uma saca de 50 quilos, em média. “Para se ter ideia, uma padaria da região gasta entre 120 e 150 sacas por mês, sendo que cada saca de farinha produz cerca de 1.000 a 1.100 pãezinhos. A verdade é que estamos a mercê do mercado mundial, já que o trigo é uma commodity, como a soja e o etanol.” Henriques explica que 35% da composição do custo do pão vem da farinha de trigo. “É a principal matéria-prima.”
Com isso, os moradores das sete cidades já reduziram a compra do pãozinho. “Hoje, se leva a quantidade exata para o consumo, nada de comprar a mais e deixar para depois”, enfatiza Henriques.

Pesquisa da consultoria Kantar Worldpanel aponta que, no primeiro bimestre, todas as classes sociais no País diminuíram a quantidade de consumo de pães artesanais, como o francês, classificado entre os cinco itens alimentos que teve queda de compra.

Para os próximos meses a tendência é de que o quilo do pãozinho fique mais barato, devido a redução do valor do trigo. “Como os preços se elevaram, os produtores brasileiros se animaram e ampliaram a área de cultivo, assim como todos os países produtores do Hemisfério Norte. No Paraná, por exemplo, as lavouras cresceram cerca de 10%. A partir de agosto começa a colheita, e a expectativa é de que o preço tenha queda”, explica Ferreira.

Consumo do alimento cai nas panificadoras do Grande ABC

Com o aumento no preço do pãozinho e a mudança da rotina das famílias nos últimos tempos, a compra do pão francês diminuiu 35 pontos percentuais na última década, segundo o sócio-proprietário da rede Padaria Brasileira, com matriz em Santo André, Antonio Henrique Afonso Jr. “Antes, 75% das pessoas compravam o (pão) francês, hoje apenas 40%.”

Segundo ele, isso se deve não apenas ao preço, mas ao ritmo de vida das pessoas. “Antes, a fila na padaria era para comprar pão. Hoje, é para tomar café no estabelecimento. As pessoas passaram a fazer mais refeições fora de casa. Os clientes vão às padarias para almoçar, comer pizzas, lanches e sopas, por exemplo.”
Além disso, o empresário aponta a diversidade de produtos no momento da compra. “Hoje, temos pão de centeio, de grãos, integral, com recheio. É uma infinidade.”

CUSTO – O morador da região que vai ao mercado comprar os itens para o café da manhã gasta, em média, R$ 17,72. Desse total, o maior valor é gasto com o pão, cujo quilo custa R$ 6,50. Em seguida, está o pacote de café (500 gramas), vendido, em média, a R$ 6,13. O pote de margarina cremosa (500 gramas) é encontrado a R$ 2,86, aproximadamente. Por último está o litro de leite Longa Vida, comercializado a R$ 2,23.
Já para saborear o tradicional pão na chapa com pingado (leite com café) na padaria, o consumidor da região paga cerca de R$ 6,50.

FONTE: Diário do Grande ABC

Grupo Guerra vai produzir pão francês no Paraná

Receitas francesas de pães, bolos e biscoitos vão começar a ser feitas em Guarapuava, no Paraná. A parceria entre a cooperativa francesa Limagrain e a empresa familiar Guerra, que começou em 2011 na área de sementes e avançou em 2012 para resinas de milho, resultou em mais um negócio. Do município do interior do Estado começarão a sair nas próximas semanas bolachas com a marca Jacquet. Em dezembro, bolos importados da França com o mesmo nome passarão a ser vendidos no Brasil e, no segundo semestre de 2013, a produção de bolos e pães industriais passará a ser feita no país.

O paranaense Ricardo Guerra, diretor executivo do grupo desde 2003, está animado com a sociedade e tem planos de longo prazo. “Queremos atingir a liderança de mercado em, no máximo, duas décadas”. Formado em administração de empresas, é membro de uma família que atua há cinco gerações no agronegócio e que deve faturar R$ 130 milhões neste ano. “Nunca imaginei fazer negócio com franceses”, diz, sobre a parceria que começou a ser desenhada em 2009, por iniciativa da Limagrain. Esta tem mais de 3 mil cooperados. Será a primeira fábrica da Jacquet fora da Europa, onde tem 8 unidades, sendo sete na França e uma na Bélgica, e há estudos sendo feitos nos Estados Unidos.

Na terça, Guerra participou em Curitiba de reuniões com Arnaud Schwizguebel, que era diretor internacional da Jacquet na França e veio em março para o Paraná para ser o presidente da Jacquet Guerra. O executivo francês vai começar a estudar português em novembro, mas já conhece os hábitos locais. “O francês gosta de produtos tradicionais e o brasileiro quer novidades”, cita, como exemplo.

Com os produtos que quer vender no país, a Jacquet Guerra do Brasil vai enfrentar nomes como Bimbo, Wickbold, Bauducco e Casa Suíça. A nova fábrica vai ser inaugurada no dia 8 de novembro e os produtos importados

To learn more about how to safely buy viagra online.

serão vendidos em dezembro; primeiro na rede Pão de Açúcar e depois irão para outros varejistas. A intenção, no futuro, é desenvolver produtos específicos para o Brasil. Um dos diferenciais citados por Ricardo é o prazo de validade dos itens – para pães, superior a 20 dias. Ele não descarta fazer testes com produtos como baguete pré-assada e resfriada, com validade de três meses.

O Grupo Guerra, em aliança tecnológica com a Limagrain, atuará na produção de semente, cultivo do trigo, recebimento dos grãos, moagem e fornecimento da farinha para a fábrica. Mas serão importados misturas especiais e ingredientes para aromas e sabores. No começo, a Jacquet vai ser vendida no Sul, Sudeste e parte do Centro Oeste. Além da fábrica

de Guarapuava, há planos de montar estrutura no Nordeste do país.

Os sócios (51% do negócio é da Limagrain e 49% da Guerra) não revelam qual será o investimento na fábrica paranaense e em marketing de entrada no país, mas informam que esperam faturamento de R$ 50 milhões em 2014. A empresa receberá incentivos fiscais do governo do Paraná, como adiamento no prazo de pagamento de ICMS, e vai gerar inicialmente 100 empregos. Na Europa, com as marcas Jacquet e Brossard, a Limagrain fatura US$ 275 milhões. No mundo, onde está em 40 países, é de € 2 bilhões.

Fonte: Valor Econômico

Pão francês deixa a cesta básica mais cara na maior parte do País

De um total de 17 localidades pesquisadas pelo Dieese, 15 apresentaram alta nos preços

O pão francês pesou no bolso do consumidor brasileiro no mês de agosto e a cesta básica ficou mais cara em 15 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese (Departame

nto Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O preço do pãozinho ficou ainda mais salgado em Vitória (3,32%), João Pessoa (3,16%) e Natal (2,92%). Em relação a agosto de 2011, o alimento ficou mais caro em 16 capitais, com destaque para Vitória (17,11%), Natal (13,66%) e Manaus (10,93%). Segundo o Dieese, o aumento do pão francês pode estar relacionamento à alta do preço do trigo, e o custo acaba sendo repassado ao consumidor final. Os últimos meses têm sido marcados por fortes altas nos preços do trigo no mercado

internacional, devido às secas e restrições de oferta nos principais países produtores.

O pacote de produtos essenciais só não ficou mais caro em Natal (RN), com queda de 1,64%, e em Belo Horizonte (MG), onde foi verificado recuo de 0,66% nos valores. Já as maiores altas foram verificadas em Florianópolis (10,92%), Curitiba (4,69%) e Rio de Janeiro (4,09%). Pelo segundo mês seguido, a cesta mais cara é a de Porto Alegre, a R$ R$ 308,27. São Paulo vem em seguida, onde o conjunto de produtos foi cotado a R$ 306,02, sucedido pelo Rio de Janeiro (R$ 302,52). Já os menores valores foram observados em Aracaju (R$ 212,99), Salvador (R$ 225,23) e João Pessoa (R$ 233,36). Vilões do bolso Outros vilões da cesta básica foram a farinha, o tomate e o açúcar. Tanto os preços da farinha de trigo quanto o da farinha de mandioca aumentaram em 16 capitais pesquisadas, com destaque para Florianópolis (6,37%), Recife (4,36%) e Vitória (4,21%). A única queda foi verificada em Brasília (-3,09%). O tomate, grande vilão do pacote de produtos essenciais em julho, manteve a trajetória de alta e o preço subiu em 15 das 17 capitais. Os recuos nos preços foram apurados em Natal (-10,13%) e João Pessoa (-1,20%). O açúcar, por outro lado, teve aumento de preço em 13 capitais. Responsável pelo maior peso na cesta, a carne bovina fechou agosto com alta em nove capitais. Salário mínimo necessário Em agosto, o brasileiro que ganha o salário mínimo (R$ 622) precisou de 95 horas e 3 minutos — quase quatro dias — para comprar a cesta básica do mês. O preço do pacote de alimentos e produtos básicos corresponde a 46,96% do salário líquido (descontada a Previdência) do trabalhador que ganha o mínimo. Já em julho, a cesta absorvia 45,85% do salário, ou seja, um valor inferior ao de agosto. Para estimar o valor ideal do salário mínimo, capaz de atender às necessidades básicas do trabalhador, os técnicos do Dieese levam em consideração o maior custo para o conjunto de itens básicos — que em julho ocorreu em Porto Alegre (R$ 308,27). O Dieese considera também a premissa básica da Constituição de que o menor salário pago deve suprir as despesas de um trabalhador e a respectiva família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e Previdência. Para atender a essas necessidades, em julho, o salário mínimo deveria ser de R$ 2.589,78, o que corresponde a 4,05 vezes o mínimo em vigor (R$ 622). No mês anterior, o mínimo necessário chegava a R$ 2.519,97, (4,05 vezes o valor vigente), e em agosto de 2011, o piso nacional deveria atingir R$ 2.278,77, ou 4,18 vezes o mínimo da época (R$ 545). Confira os preços da cesta básica nas capitais: Florianópolis R$ 295,48 Curitiba R$ 280,57 Rio de Janeiro R$ 302,52 Brasília R$ 284,50 Salvador R$ 225,23 Porto Alegre R$ 308,27 Vitória R$ 298,60 Aracaju R$ 212,99 São Paulo R$ 306,02 Fortaleza R$ 245,75 Goiânia R$ 263,90 Recife R$ 240,79 Belém R$ 262,33 Manaus R$ 280,81 João Pessoa R$ 233,36 Belo Horizonte R$ 286,35 Natal R$ 241,14.
Fonte: R7 NOTÍCIAS Imagem: Ione Moreno

Aprenda a preparar o famoso bauru do Ponto Chic, que leva três queijos

O jornalista Angelo Iacocca relata no livro “Ponto Chic – Um Bar na História de São Paulo” fatos que tiveram como palco o bar Ponto Chic, inaugurado em São Paulo em 1922 no largo do Paissandu.

Veja abaixo como preparar o famoso bauru do bar.

BAURU DO PONTO CHIC

INGREDIENTES

- Rosbife – 100 g de três queijos fundidos (porções iguais de queijos estepe, gouda, suíço ou prato) – 50 g de manteiga (consistente e bem gelada) – 3 rodelas de tomate – 2 rodelas de pepino em conserva – 1 pão francês

PREPARO

Limpe uma peça inteira de lagarto e asse-a em forno bem quente, girando-a algumas vezes e regando com a própria gordura. A carne deve ficar tostada por fora e malpassada por dentro

Deixe esfriar e coloque na geladeira por 5 horas. Fatie em lâminas finas

Coloque manteiga em uma forma de alumínio em banho-maria. Quando derreter, coloque os queijos. Adicione água suficiente para que a mistura não fique muito grossa. Mexa até que os ingredientes estejam totalmente mesclados

Deixe um pepino imerso em vinagre por sete dias

Corte o pão na metade. Retire parte do miolo da metade superior do pão. Coloque três ou quatro fatias de rosbife sobre a metade de baixo do pão

Cubra o rosbife com três fatias de tomate e, em seguida, fatias finas do pepino em conserva

Na outra metade do pão, coloque parte do queijo fundido em banho-maria. Junte as duas partes, corte ao meio e sirva acompanhado de uma bebida bem gelada.

Fonte:   Folha de São Paulo (Imagem: Divulgação)

Preço do pão francês tem variação de 26% nas padarias de Piracicaba

O preço do pão francês tem variação de 26% (quase R$ 2) nas padarias de Piracicaba, interior de São Paulo. Item fundamental no café da manhã da maioria dos brasileiros, o quilo do pãozinho mais barato encontrado na cidade é R$ 6,90 e, o mais caro, é R$ 8,69. Os dados são da Associação da Indústria de Panificação e Confeitaria do Estado de São Paulo (Aipesp).

“O preço médio do pão francês em cidades de médio porte, como Piracicaba, não foge muito desse número. Quanto maior o município, logicamente vai haver uma variação maior. Mas o preço na cidade está dentro do padrão das grandes cidades do Estado”, disse o presidente da Aipesp, Cássio Luciano Borges Barbosa.

Ainda segundo Barbosa, o preço mais encontrado nas 150 padarias de Piracicaba é de R$ 7,90. “Apenas na Capital nós encontramos um preço acima de R$ 9 pelo quilo do pão francês. Em São Paulo, há padarias que cobram até R$ 11″, completou Barbosa, que também é diretor da Associação da Indústria de Panificação e Confeitaria de Piracicaba e Região (Apapir).

Ele lembrou ainda que a média do preço varia muito nos estados brasileiros, uma vez que cada região tem as suas peculiaridades. “Há estados que pagam mais pelo preço do trigo, por exemplo. Vários pontos afetam o preço final do pãozinho”, explicou. Segundo ele, o preço médio do pão francês aumentou 10% em Piracicaba em 2011 quando comparado com o ano anterior. “Esse valor é normal em qualquer Estado, por causa da inflação, entre outras coisas”, finalizou.

Reclamação
O consumidor piracicabano sente no bolso e reclama do preço cobrado na cidade. “Eu viajo bastante, então sei do que estou falando. O preço do pão francês em Piracicaba está alto. Pelo que eu vi, está acima da média. Em Curitiba e Florianópolis encontrei o quilo do pão por R$ 5 e R$ 6″, disse o fisioterapeuta Helder do Prado Souza.

 

Fonte:  G1

Padarias já fabricam pão francês com menos sódio

O pão francês é um dos alimentos mais consumidos no Brasil, porém o produto pode ser fabricado com uma quantidade excessiva de sódio, prejudicial à saúde. Com o objetivo de controlar os nutrientes usados na alimentação brasileira e combater doenças crônicas e problemas cardiovasculares, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), lançou um guia de orientações para a fabricação do pãozinho.

Uma das sugestões do guia é diminuir a adição de sal à farinha de trigo, um dos ingredientes da massa. Em dezembro passado, o Ministério da Saúde e as indústrias de massa, trigo e panificação firmaram acordo que prevê a diminuição dos atuais 2% de sal no pão francês para 1,8% até 2014. A adoção ao guia é voluntária, porém algumas panificadoras já seguem as orientações.

É o caso de uma padaria em Maringá que já utiliza a receita recomendada pela Anvisa há um mês. “Diminuímos o teor de sal do pão francês que era equivalente a 2% da massa, para 1,8%. Para cada vinte quilos de farinha de trigo, utilizamos 350 gramas de sal”, exemplifica a nutricionista da panificadora, Renata Casale Veronezzi.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a queda no consumo de sal para cinco gramas por dia reduziria em até 10% a pressão arterial dos brasileiros e óbitos por infarto e em 15% os casos de mortes por derrames.
Para a Anvisa, essa meta faria a expectativa de vida dos hipertensos aumentar em quatro anos no País, com 1,5 milhão de pessoas sendo dispensadas da necessidade de remédios para controlar a doença.

A redução de sódio na fabricação do pão francês, orientada pela Anvisa, segundo a nutricionista da panificadora, não representa diferença no paladar, porém é significativa no que diz respeito à saúde do consumidor.

Ela também orienta que os consumidores, além de optarem pelo pão francês com baixo teor de sódio, escolham acompanhamentos que sigam a determinação. “Hoje em dia, os produtos vem classificados e fica fácil para o consumidor saber quais os alimentos mais recomendados”, destaca. Ele acrescenta que os embutidos são os produtos que mais contêm sódio.

Segurança e qualidade

Para a proprietária da panificadora, Tânia Ferreira Lima, que trabalha com o acompanhamento de uma nutricionista há oito anos na padaria, a medida garante a qualidade dos produtos. “Com a supervisão da profissional que está atenta a todas essas questões nutricionais, ficamos mais tranquilos e podemos oferecer um produto melhor e mais saudável para nossos clientes”, ressalta.

SERVIÇO

O Ministério da Saúde assinou em dezembro de 2011 um termo de compromisso para redução do teor de sódio no pão francês de 2% para 1,8% até 2014. O acordo foi feito junto a órgãos ligados à produção do alimento como as associações brasileiras das indústrias de Alimentação (Abia), de Massas Alimentícias (Abima) e de Panificação e Confeitaria (Abip), além da Associação Brasileira da Indústria de Trigo (Abitrigo).

Fonte:   odiario.com (imagem: João Paulo Santos)

Anvisa recomenda menos sal na produção do pão francês

Agência lançou guia para preparo de alimentos.
Objetivo é melhorar o teor nutricional nos gêneros alimentícios brasileiros.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um documento que deverá servir de modelo para o preparo de alimentos, com o objetivo de controlar os nutrientes usados na alimentação brasileira e combater doenças crônicas como pressão alta e problemas cardiovasculares. Entre as principais indicações, está a redução do teor de sal no pão francês.

Com o nome de Guia de Boas Práticas Nutricionais, o texto está disponível no site da agência. A Anvisa cita dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) para elencar os benefícios da redução do sal na dieta brasileira. A adoção ao guia é voluntária.

Segundo o órgão ligado às Nações Unidas, a queda no consumo de sal para 5 gramas por dia reduziria em até 10% a pressão arterial dos brasileiros e óbitos por infarto e em 15% os casos de mortes por derrames.

Para a Anvisa, essa meta faria a expectativa de vida dos hipertensos aumentar em quatro anos no país, com 1,5 milhão de pessoas sendo dispensadas da necessidade de remédios para controlar a doença.

Sódio e pão francês
Segundo a Anvisa, o pão francês é uma das principais rotas para a entrada do sódio na população brasileira. Encontrado no sal de cozinha comum, o elemento químico pode elevar a incidência de doenças crônicas comuns e não transmissíveis como as cardíacas e as renais.

O sal em excesso é misturado com a farinha de trigo usada na produção do pãozinho. Atualmente, cada unidade contém 50 gramas, sendo 320 miligramas de sódio. O objetivo da Anvisa é reduzir esse teor em até 10% em 2014, derrubando para 289 miligramas o volume do elemento químico no alimento.

No Brasil, o sódio é ingerido acima da recomendação da OMS. Jovens entre 10 e 13 anos consomem o elemento químico além do máximo tolerável. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média do consumo diária de pão é de 53 gramas (pouco mais que um pãozinho).

O Ministério da Saúde assinou em dezembro de 2011 um termo de compromisso para redução do teor de sódio no pão francês de 2% para 1,8% até 2014. O acordo foi feito junto a órgãos ligados à produção do alimento como as associações brasileiras das indústrias de Alimentação (Abia), de Massas Alimentícias (Abima) e de Panificação e Confeitaria (Abip), além da Associação Brasileira da Indústria de Trigo (Abitrigo).

Fonte:   G1 (Ciência e Saúde)

Padaria Escandinava – Leske’s Bakery

Visitas em New York os escandinavos estavam entre os primeiros dos muitos grupos de imigrantes que se estabelecerem em Bay Ridge. Essas raízes ainda são evidentes na Leske’s Bakery (Padaria Leske). É um empório “old-fashioned” conhecido por seus pães e pela pastelaria dinamarquesa e norueguesa. Não há mesas nesta loja loja estreita, mas os moradores locais freqüentemente “line up” (uma especie de balcão onde se pode comer). Diariamente e principalmente nos fins de semana os clientes adquirem seus pães de preferencia para levá-los para casa. Sempre há produtos frescos, roscas com castanha, anéis de massa, e outros com fruta frescas ou secas. Como as boas padarias da cidade, a Leske’ Bakery oferece o serviço “made-to-order” para bolos e uma variedade de opções, como biscoitos amanteigados tradicionais vendidos no peso.

Atração em preto e branco!

A loja dispõe de uma especie de cookie negros e brancos, tipo de “cakey” (como um disco de bolo baixo) disco, envidraçada com uma ponta de baunilha e outra de chocolate. A maioria deles um gosto de bolo levemente de limão. A parte do bolo é leve, doce e sublime – o mais próximo possível do bolo como você pode imaginar sem realmente ser um bolo. Os que vem com cereja, essas são frescas e deliciosas. De forma geral são doces, cremosos e macio.  Definitivamente, com uma crocancia fora e macio dentro.

Esses cookies se mantém especialmente frescos quando revestidos com filme plástico (pois eles podem ser encontrados nos balcão ou embalados). São encontrados ao lado das prateleiras perto da caixa registradora da delicatessen.

Os pães escuros são variados, mas também é possivel deliciar-se de pães branco feito com longas fermentações. Essa é mais uma empresa com características de outros países do mundo estabelecida em New York visitada pelo Eng. Augusto Cezar e uma dica para que tiver oportunidade de ir pessoal conhecer produtos diferenciados. Os pães escuros são variados, mas também é possivel deliciar-se de pães branco feito com longas fermentações. Essa é mais uma empresa com características de outros países do mundo estabelecida em New York visitada pelo Eng. Augusto Cezar e uma dica para que tiver oportunidade de ir pessoal conhecer produtos diferenciados.

Anvisa orienta panificadoras a reduzir sal no pão

A Agência Brasil – agência de notícias do governo brasileiro – informou hoje que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou um guia com orientações para as padarias e outras empresas de alimentação fabricarem o tradicional pãozinho com menor teor de sal.

 

No guia, uma das dicas é diminuir a adição de sal à farinha de trigo, um dos ingredientes da massa. Em dezembro passado, o Ministério da Saúde e as indústrias de massa, trigo e panificação firmaram acordo que prevê a diminuição dos atuais 2% de sal no pão francês para 1,8% até 2014. Batatas fritas, bolos prontos, salgadinhos de milho e biscoitos recheados também estão na lista do acordo.

 

“Isso significa que em 2011 uma receita que utiliza 50 quilos de farinha de trigo e que, tradicionalmente, é adicionada de 1000 gramas de sal (2% da base de farinha de trigo) terá a quantidade desse produto diminuída para 950 gramas (1,9% da base de farinha de trigo) até o fim de 2012 e para 900 gramas (1,8% da base de farinha de trigo) até o fim de 2014″, diz o guia de boas práticas.

 

A adoção do guia é voluntária. O brasileiro consome em média 3.200 mg de sódio por dia, acima do indicado pela OMS. De acordo com pesquisa do IBGE, mais de 81% dos garotos e 77% das meninas na faixa etária de 10 a 13 anos ingerem sódio além do máximo tolerável. A ingestão excessiva contribui para a pressão alta, doenças cardíacas e renais.

 

O Guia de Boas Práticas Nutricionais para o Pão Francês está disponível na página da Anvisa na internet(www.anvisa.gov.br), segundo a Agência Brasil.

 

Fonte:  DGABC