Preço do quilo do pão francês está próximo de R$ 10

Aumento está ligado à alta do preço da farinha, que o Brasil importa de países como Argentina Canadá e EUA; para consumidor, está alto O preço do pão francês sofreu aumento em todo o país. As porcentagens variam entre 14% e 20%, conforme a região do Brasil.

No Vale do Paraíba, o preço do quilo pode se aproximar dos R$10. Há padarias em que cada unidade tem sido vendida por R$ 0,50.

“Nós tivemos aumento de 15% no preço do pão. O quilo está custando R$10,50 mas não tivemos redução nas vendas”, disse o encarregado do setor de panificação Jairo dos A njos Brito, de 45 anos, a O VALE. Segundo o economista Luiz Carlos Laureano, o preço do pãozinho nosso de cada dia se deve ao aumento do valor da farinha de trigo, já anunciado na pesquisa sobre a cesta básica. “A farinha é típica de regiões frias. Nós a importamos da Argentina, do Canadá e dos Estados Unidos, onde agora tem feito calor. Portanto, a oferta é menor.”

O aumento também está associado à alta do dólar. “A farinha é comprada em dólar e a moeda teve alta de R$1,80 para R$2,10”, explica Laureano.
Reação. Segundo o economista Roberto Koga, diminuir o consumo de pão costuma fazer o preço retroceder. “Compro pão todos os dias e estou achando o preço abusivo. Um país como o nosso, com tanta terra pra plantar e clima favorável não deveria importar farinha de outros países”, disse o aposentado Francisco Chagas dos Santos, de 60 anos.
Cesta básica Matéria prima do pão branco e item da cesta básica, a farinha de trigo teve aumento de preço em todo o país. Na região, a alta foi anunciada pelo Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais), da Unitau. Pesquisa de preço De acordo com o economista Luiz Carlos Laureano, é mais difícil encontrar pão mais barato nas padarias do que nos supermercados, já que estes últimos produzem uma quantidade muito maior de pão.

 Fonte: Jornal O Vale

Você sabia que pode comer bolo todo dia?

Bolo é bom no café da manhã, no café da tarde, em aniversários, festas e muitas outras ocasiões. Pode ser com recheio, cobertura, molhadinho ou mais sequinho. A opção integral, porém, contém mais fibras, que facilitam o funcionamento intestinal.
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Camila Freitas, é possível comer bolo
com frequência e até trocar um pão francês por uma fatia do doce, mas é importante ir com calma e moderação, e não abusar do tamanho do pedaço.

Ao escolher bolos industrializados, prefira aqueles que têm no máximo 130 kcal por porção, fibras e até 7% sódio.

FONTE: Programa Bem Estar

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Preço do pão varia mais que 115% em SP

Quilo do pãozinho francês custa de R$ 5,99 a R$ 12,90 em pesquisa feita em padarias das cinco regiões da cidade

Na inflação medida pelo IPCA, produto ficou 4,7 % mais caro desde janeiro; alta no preço do trigo é uma das causas

A massa é basicamente a mesma: farinha, água e sal.

O modo de preparo é o básico e o produto é vendido sem embalagens ou refinamentos que pudessem justificar sobretaxa “premium”.

Mas o preço do quilo do pão francês na cidade de São Paulo varia mais de 115% dependendo da padaria escolhida pelo freguês. Se comprar no Alto da Lapa (zona oeste), gastará o dobro do que no Jardim Amália (zona sul).

Nos dois bairros foram encontrados os extremos mínimo e máximo de uma pesquisa realizada pelo “Agora”, por telefone, com 40 padarias das cinco regiões da cidade.

A loja que oferece o pão mais barato, do Jardim Amália, vende o produto por R$ 5,99 o quilo. Já a padaria do Alto da Lapa, onde foi encontrado o pãozinho mais caro, cobra R$ 12,90 o quilo.

Embora o menor preço tenha sido encontrado na zona sul, é a zona leste que apresenta, na média, o preço mais em conta: R$ 8,70 o quilo.

Já o centro da capital paulista tem o pãozinho mais caro, com média de R$ 10,82 por quilo. Na região central, a variação também é a menor da cidade: 32% entre o quilo mais barato (R$ 9) e o mais caro (R$ 11,90).

Na zona sul, o preço médio do pãozinho é 50% maior que o da padaria mais barateira. Na média, as padarias cobram R$ 9,09. É nessa região da cidade que está a maior diversidade de preços do pãozinho. O mais caro custa R$ 11,80 o quilo, praticamente o dobro do mais barato.

A zona oeste é a vice-campeã de preços altos, com valor médio de R$ 10,37, e, na zona norte, o quilo do pão francês sai por, em média, R$ 9,70 (veja quadro).

Segundo a inflação medida pelo IPCA, o pão teve alta de 0,8% em abril e aumento de 4,7% em 2013.

Um dos fatores que mais influenciam esse mercado, segundo o pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, Lucilio Alves, é que o país importa metade do trigo usado.

No último ano, a queda no estoque internacional aumentou o preço da matéria-prima. A consequência é que o preço do pão subiu.

Para tentar segurar os preços nas padarias, o governo isentou a TEC (Tarifa Externa Comum) de 10% nas importações. No Brasil, os produtores de trigo encontraram melhor oportunidade na exportação do produto, o que também reduziu a oferta nacional.

A expectativa é que a oferta melhore a partir de setembro, quando começa a colheita do produto no país.

MOTIVOS

A reportagem tentou ouvir as padarias com os maiores valores encontrados por região. A Padaria Estado Luso, por exemplo, que fica em Santana, informou que trabalha com preços similares aos da região e que seus pães são assados em forno à lenha.

A Boulevard de Ville, na Vila Formosa, a Trigueira Pães e Doces, no Campo Belo, e a Estalagem, no Limão, disseram que usam trigo de alta qualidade e, por isso, têm custo mais alto. Outras seis padarias contatadas não responderam à reportagem.

Fonte: Folha de S.Paulo

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Preço do pão francês encarece 91,17% na década

O saboroso e tradicional pãozinho pela manhã está custando cada vez mais caro para o consumidor da região. Hoje é quase artigo de luxo. Há dez anos, o quilo do pão francês era vendido a R$ 3,40; nos dias atuais, se paga R$ 6,50 pela mesma quantidade – 91,17% a mais. A maior alta aconteceu entre abril de 2012 e este mês – diferença de 21,72%, ou R$ 1,16 a mais por quilo no bolso do consumidor do Grande ABC. O índice é maior do que a inflação oficial do País, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que acumula alta de 6,59% em 12 meses (março contra março). O levantamento foi feito pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André) a pedido da equipe do Diário, com base nas padarias das redes supermercadistas. É bom ressaltar que o quilo do alimento entre as padarias da região beira os R$ 10 (R$ 9,59, em média).

O tamanho desse reajuste tem nome: o trigo. A política brasileira de dependência das importações de trigo para abastecimento do mercado interno mostra este ano seus limites diante da instabilidade da produção na Argentina – historicamente responsável por 80% das importações no País.

Segundo a AF News (agência de mercado da farinha e trigo), a área de produção da Argentina declina há vários anos em razão de sua política de privilegiar o mercado interno, o que restringe a disputa por trigo entre os moinhos locais e traders (especuladores que compram ações e as vendem em curto prazo visando dinheiro rápido), e reduz a rentabilidade para os produtores. Segundo o Ministério da Agricultura do país, na safra de 2012/13, a variação foi negativa em 15% em relação ao ano anterior; como consequência, a exportação para o Brasil encolheu 36% em volume nos últimos 12 meses.

“Para driblar os altos preços, o governo brasileiro, a partir deste mês, liberou a importação do trigo de outros países que não sejam do Mercosul sem que seja cobrada a alíquota chamada de TEC (Tarifa Externa Comum), de 10% sobre o valor da saca. A medida já começa a fazer efeito. Os preços de referência de exportação do trigo argentino sofreram redução de 6,25% nos últimos 30 dias, ao mesmo tempo em que o preço norte-americano (referência no cenário internacional) aumentou em 0,6%”, contextualiza Gabriel Ferreira, analista de mercado da AF News.

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Panificação de Santo André e região, Antônio Carlos Henriques, se paga hoje R$ 86 por uma saca de 50 quilos, em média. “Para se ter ideia, uma padaria da região gasta entre 120 e 150 sacas por mês, sendo que cada saca de farinha produz cerca de 1.000 a 1.100 pãezinhos. A verdade é que estamos a mercê do mercado mundial, já que o trigo é uma commodity, como a soja e o etanol.” Henriques explica que 35% da composição do custo do pão vem da farinha de trigo. “É a principal matéria-prima.”
Com isso, os moradores das sete cidades já reduziram a compra do pãozinho. “Hoje, se leva a quantidade exata para o consumo, nada de comprar a mais e deixar para depois”, enfatiza Henriques.

Pesquisa da consultoria Kantar Worldpanel aponta que, no primeiro bimestre, todas as classes sociais no País diminuíram a quantidade de consumo de pães artesanais, como o francês, classificado entre os cinco itens alimentos que teve queda de compra.

Para os próximos meses a tendência é de que o quilo do pãozinho fique mais barato, devido a redução do valor do trigo. “Como os preços se elevaram, os produtores brasileiros se animaram e ampliaram a área de cultivo, assim como todos os países produtores do Hemisfério Norte. No Paraná, por exemplo, as lavouras cresceram cerca de 10%. A partir de agosto começa a colheita, e a expectativa é de que o preço tenha queda”, explica Ferreira.

Consumo do alimento cai nas panificadoras do Grande ABC

Com o aumento no preço do pãozinho e a mudança da rotina das famílias nos últimos tempos, a compra do pão francês diminuiu 35 pontos percentuais na última década, segundo o sócio-proprietário da rede Padaria Brasileira, com matriz em Santo André, Antonio Henrique Afonso Jr. “Antes, 75% das pessoas compravam o (pão) francês, hoje apenas 40%.”

Segundo ele, isso se deve não apenas ao preço, mas ao ritmo de vida das pessoas. “Antes, a fila na padaria era para comprar pão. Hoje, é para tomar café no estabelecimento. As pessoas passaram a fazer mais refeições fora de casa. Os clientes vão às padarias para almoçar, comer pizzas, lanches e sopas, por exemplo.”
Além disso, o empresário aponta a diversidade de produtos no momento da compra. “Hoje, temos pão de centeio, de grãos, integral, com recheio. É uma infinidade.”

CUSTO – O morador da região que vai ao mercado comprar os itens para o café da manhã gasta, em média, R$ 17,72. Desse total, o maior valor é gasto com o pão, cujo quilo custa R$ 6,50. Em seguida, está o pacote de café (500 gramas), vendido, em média, a R$ 6,13. O pote de margarina cremosa (500 gramas) é encontrado a R$ 2,86, aproximadamente. Por último está o litro de leite Longa Vida, comercializado a R$ 2,23.
Já para saborear o tradicional pão na chapa com pingado (leite com café) na padaria, o consumidor da região paga cerca de R$ 6,50.

FONTE: Diário do Grande ABC

Aprenda a preparar o famoso bauru do Ponto Chic, que leva três queijos

O jornalista Angelo Iacocca relata no livro “Ponto Chic – Um Bar na História de São Paulo” fatos que tiveram como palco o bar Ponto Chic, inaugurado em São Paulo em 1922 no largo do Paissandu.

Veja abaixo como preparar o famoso bauru do bar.

BAURU DO PONTO CHIC

INGREDIENTES

- Rosbife – 100 g de três queijos fundidos (porções iguais de queijos estepe, gouda, suíço ou prato) – 50 g de manteiga (consistente e bem gelada) – 3 rodelas de tomate – 2 rodelas de pepino em conserva – 1 pão francês

PREPARO

Limpe uma peça inteira de lagarto e asse-a em forno bem quente, girando-a algumas vezes e regando com a própria gordura. A carne deve ficar tostada por fora e malpassada por dentro

Deixe esfriar e coloque na geladeira por 5 horas. Fatie em lâminas finas

Coloque manteiga em uma forma de alumínio em banho-maria. Quando derreter, coloque os queijos. Adicione água suficiente para que a mistura não fique muito grossa. Mexa até que os ingredientes estejam totalmente mesclados

Deixe um pepino imerso em vinagre por sete dias

Corte o pão na metade. Retire parte do miolo da metade superior do pão. Coloque três ou quatro fatias de rosbife sobre a metade de baixo do pão

Cubra o rosbife com três fatias de tomate e, em seguida, fatias finas do pepino em conserva

Na outra metade do pão, coloque parte do queijo fundido em banho-maria. Junte as duas partes, corte ao meio e sirva acompanhado de uma bebida bem gelada.

Fonte:   Folha de São Paulo (Imagem: Divulgação)

Preço do pão francês tem variação de 26% nas padarias de Piracicaba

O preço do pão francês tem variação de 26% (quase R$ 2) nas padarias de Piracicaba, interior de São Paulo. Item fundamental no café da manhã da maioria dos brasileiros, o quilo do pãozinho mais barato encontrado na cidade é R$ 6,90 e, o mais caro, é R$ 8,69. Os dados são da Associação da Indústria de Panificação e Confeitaria do Estado de São Paulo (Aipesp).

“O preço médio do pão francês em cidades de médio porte, como Piracicaba, não foge muito desse número. Quanto maior o município, logicamente vai haver uma variação maior. Mas o preço na cidade está dentro do padrão das grandes cidades do Estado”, disse o presidente da Aipesp, Cássio Luciano Borges Barbosa.

Ainda segundo Barbosa, o preço mais encontrado nas 150 padarias de Piracicaba é de R$ 7,90. “Apenas na Capital nós encontramos um preço acima de R$ 9 pelo quilo do pão francês. Em São Paulo, há padarias que cobram até R$ 11″, completou Barbosa, que também é diretor da Associação da Indústria de Panificação e Confeitaria de Piracicaba e Região (Apapir).

Ele lembrou ainda que a média do preço varia muito nos estados brasileiros, uma vez que cada região tem as suas peculiaridades. “Há estados que pagam mais pelo preço do trigo, por exemplo. Vários pontos afetam o preço final do pãozinho”, explicou. Segundo ele, o preço médio do pão francês aumentou 10% em Piracicaba em 2011 quando comparado com o ano anterior. “Esse valor é normal em qualquer Estado, por causa da inflação, entre outras coisas”, finalizou.

Reclamação
O consumidor piracicabano sente no bolso e reclama do preço cobrado na cidade. “Eu viajo bastante, então sei do que estou falando. O preço do pão francês em Piracicaba está alto. Pelo que eu vi, está acima da média. Em Curitiba e Florianópolis encontrei o quilo do pão por R$ 5 e R$ 6″, disse o fisioterapeuta Helder do Prado Souza.

 

Fonte:  G1

Padarias já fabricam pão francês com menos sódio

O pão francês é um dos alimentos mais consumidos no Brasil, porém o produto pode ser fabricado com uma quantidade excessiva de sódio, prejudicial à saúde. Com o objetivo de controlar os nutrientes usados na alimentação brasileira e combater doenças crônicas e problemas cardiovasculares, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), lançou um guia de orientações para a fabricação do pãozinho.

Uma das sugestões do guia é diminuir a adição de sal à farinha de trigo, um dos ingredientes da massa. Em dezembro passado, o Ministério da Saúde e as indústrias de massa, trigo e panificação firmaram acordo que prevê a diminuição dos atuais 2% de sal no pão francês para 1,8% até 2014. A adoção ao guia é voluntária, porém algumas panificadoras já seguem as orientações.

É o caso de uma padaria em Maringá que já utiliza a receita recomendada pela Anvisa há um mês. “Diminuímos o teor de sal do pão francês que era equivalente a 2% da massa, para 1,8%. Para cada vinte quilos de farinha de trigo, utilizamos 350 gramas de sal”, exemplifica a nutricionista da panificadora, Renata Casale Veronezzi.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a queda no consumo de sal para cinco gramas por dia reduziria em até 10% a pressão arterial dos brasileiros e óbitos por infarto e em 15% os casos de mortes por derrames.
Para a Anvisa, essa meta faria a expectativa de vida dos hipertensos aumentar em quatro anos no País, com 1,5 milhão de pessoas sendo dispensadas da necessidade de remédios para controlar a doença.

A redução de sódio na fabricação do pão francês, orientada pela Anvisa, segundo a nutricionista da panificadora, não representa diferença no paladar, porém é significativa no que diz respeito à saúde do consumidor.

Ela também orienta que os consumidores, além de optarem pelo pão francês com baixo teor de sódio, escolham acompanhamentos que sigam a determinação. “Hoje em dia, os produtos vem classificados e fica fácil para o consumidor saber quais os alimentos mais recomendados”, destaca. Ele acrescenta que os embutidos são os produtos que mais contêm sódio.

Segurança e qualidade

Para a proprietária da panificadora, Tânia Ferreira Lima, que trabalha com o acompanhamento de uma nutricionista há oito anos na padaria, a medida garante a qualidade dos produtos. “Com a supervisão da profissional que está atenta a todas essas questões nutricionais, ficamos mais tranquilos e podemos oferecer um produto melhor e mais saudável para nossos clientes”, ressalta.

SERVIÇO

O Ministério da Saúde assinou em dezembro de 2011 um termo de compromisso para redução do teor de sódio no pão francês de 2% para 1,8% até 2014. O acordo foi feito junto a órgãos ligados à produção do alimento como as associações brasileiras das indústrias de Alimentação (Abia), de Massas Alimentícias (Abima) e de Panificação e Confeitaria (Abip), além da Associação Brasileira da Indústria de Trigo (Abitrigo).

Fonte:   odiario.com (imagem: João Paulo Santos)

Anvisa recomenda menos sal na produção do pão francês

Agência lançou guia para preparo de alimentos.
Objetivo é melhorar o teor nutricional nos gêneros alimentícios brasileiros.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um documento que deverá servir de modelo para o preparo de alimentos, com o objetivo de controlar os nutrientes usados na alimentação brasileira e combater doenças crônicas como pressão alta e problemas cardiovasculares. Entre as principais indicações, está a redução do teor de sal no pão francês.

Com o nome de Guia de Boas Práticas Nutricionais, o texto está disponível no site da agência. A Anvisa cita dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) para elencar os benefícios da redução do sal na dieta brasileira. A adoção ao guia é voluntária.

Segundo o órgão ligado às Nações Unidas, a queda no consumo de sal para 5 gramas por dia reduziria em até 10% a pressão arterial dos brasileiros e óbitos por infarto e em 15% os casos de mortes por derrames.

Para a Anvisa, essa meta faria a expectativa de vida dos hipertensos aumentar em quatro anos no país, com 1,5 milhão de pessoas sendo dispensadas da necessidade de remédios para controlar a doença.

Sódio e pão francês
Segundo a Anvisa, o pão francês é uma das principais rotas para a entrada do sódio na população brasileira. Encontrado no sal de cozinha comum, o elemento químico pode elevar a incidência de doenças crônicas comuns e não transmissíveis como as cardíacas e as renais.

O sal em excesso é misturado com a farinha de trigo usada na produção do pãozinho. Atualmente, cada unidade contém 50 gramas, sendo 320 miligramas de sódio. O objetivo da Anvisa é reduzir esse teor em até 10% em 2014, derrubando para 289 miligramas o volume do elemento químico no alimento.

No Brasil, o sódio é ingerido acima da recomendação da OMS. Jovens entre 10 e 13 anos consomem o elemento químico além do máximo tolerável. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média do consumo diária de pão é de 53 gramas (pouco mais que um pãozinho).

O Ministério da Saúde assinou em dezembro de 2011 um termo de compromisso para redução do teor de sódio no pão francês de 2% para 1,8% até 2014. O acordo foi feito junto a órgãos ligados à produção do alimento como as associações brasileiras das indústrias de Alimentação (Abia), de Massas Alimentícias (Abima) e de Panificação e Confeitaria (Abip), além da Associação Brasileira da Indústria de Trigo (Abitrigo).

Fonte:   G1 (Ciência e Saúde)

Padaria Escandinava – Leske’s Bakery

Visitas em New York os escandinavos estavam entre os primeiros dos muitos grupos de imigrantes que se estabelecerem em Bay Ridge. Essas raízes ainda são evidentes na Leske’s Bakery (Padaria Leske). É um empório “old-fashioned” conhecido por seus pães e pela pastelaria dinamarquesa e norueguesa. Não há mesas nesta loja loja estreita, mas os moradores locais freqüentemente “line up” (uma especie de balcão onde se pode comer). Diariamente e principalmente nos fins de semana os clientes adquirem seus pães de preferencia para levá-los para casa. Sempre há produtos frescos, roscas com castanha, anéis de massa, e outros com fruta frescas ou secas. Como as boas padarias da cidade, a Leske’ Bakery oferece o serviço “made-to-order” para bolos e uma variedade de opções, como biscoitos amanteigados tradicionais vendidos no peso.

Atração em preto e branco!

A loja dispõe de uma especie de cookie negros e brancos, tipo de “cakey” (como um disco de bolo baixo) disco, envidraçada com uma ponta de baunilha e outra de chocolate. A maioria deles um gosto de bolo levemente de limão. A parte do bolo é leve, doce e sublime – o mais próximo possível do bolo como você pode imaginar sem realmente ser um bolo. Os que vem com cereja, essas são frescas e deliciosas. De forma geral são doces, cremosos e macio.  Definitivamente, com uma crocancia fora e macio dentro.

Esses cookies se mantém especialmente frescos quando revestidos com filme plástico (pois eles podem ser encontrados nos balcão ou embalados). São encontrados ao lado das prateleiras perto da caixa registradora da delicatessen.

Os pães escuros são variados, mas também é possivel deliciar-se de pães branco feito com longas fermentações. Essa é mais uma empresa com características de outros países do mundo estabelecida em New York visitada pelo Eng. Augusto Cezar e uma dica para que tiver oportunidade de ir pessoal conhecer produtos diferenciados. Os pães escuros são variados, mas também é possivel deliciar-se de pães branco feito com longas fermentações. Essa é mais uma empresa com características de outros países do mundo estabelecida em New York visitada pelo Eng. Augusto Cezar e uma dica para que tiver oportunidade de ir pessoal conhecer produtos diferenciados.

Anvisa orienta panificadoras a reduzir sal no pão

A Agência Brasil – agência de notícias do governo brasileiro – informou hoje que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou um guia com orientações para as padarias e outras empresas de alimentação fabricarem o tradicional pãozinho com menor teor de sal.

 

No guia, uma das dicas é diminuir a adição de sal à farinha de trigo, um dos ingredientes da massa. Em dezembro passado, o Ministério da Saúde e as indústrias de massa, trigo e panificação firmaram acordo que prevê a diminuição dos atuais 2% de sal no pão francês para 1,8% até 2014. Batatas fritas, bolos prontos, salgadinhos de milho e biscoitos recheados também estão na lista do acordo.

 

“Isso significa que em 2011 uma receita que utiliza 50 quilos de farinha de trigo e que, tradicionalmente, é adicionada de 1000 gramas de sal (2% da base de farinha de trigo) terá a quantidade desse produto diminuída para 950 gramas (1,9% da base de farinha de trigo) até o fim de 2012 e para 900 gramas (1,8% da base de farinha de trigo) até o fim de 2014″, diz o guia de boas práticas.

 

A adoção do guia é voluntária. O brasileiro consome em média 3.200 mg de sódio por dia, acima do indicado pela OMS. De acordo com pesquisa do IBGE, mais de 81% dos garotos e 77% das meninas na faixa etária de 10 a 13 anos ingerem sódio além do máximo tolerável. A ingestão excessiva contribui para a pressão alta, doenças cardíacas e renais.

 

O Guia de Boas Práticas Nutricionais para o Pão Francês está disponível na página da Anvisa na internet(www.anvisa.gov.br), segundo a Agência Brasil.

 

Fonte:  DGABC