Baguete Especial Fleischmann

Ingredientes:

Mix Pão Ciabatta – 200 gs
Fermento Biológico Fresco – 40 gs
Água – 570 ml
Água gelada – 500 ml
Farinha Trigo – 1000 gr
Farinha Trigo especial – 1300 gr
Sal – 45 gr

Colocar a água e o Fermento Fresco Fleischmann na masseira e misturar até diluir. Adicione a farinha de trigo e misture em primeira velocidade até formar uma massa homogênea. Cubra e deixe descansar por três horas.
Colocar na masseira a esponja, a farinha, a Mistura Ciabata Fleischmann, o sal e parte da água. Misturar em velocidade baixa por alguns minutos.
Passe para a segunda velocidade, e quando a massa ficar homogênea, acrescente o restante da água e deixe bater até ponto de véu.
Corte pesos de 270g e modele fazendo formato de baguete. Arrume

em esteiras apropria das e deixe fermentar em armário fechado até dobrar de volume.
Após esse tempo faça os cortes. Assar em for- no de lastro 220°C ou em forno turbo a 180°C com bastante vapor, por aproximadamente vinte minutos.

Fonte: FLEISCHMANN

Carnaval: pão e macarrão são essenciais para a folia

Para a maior festa popular do

Brasil, o que mais precisamos é de energia para manter o pique durante quatro dias de folia. E quando falamos em energia a primeira coisa que todo mundo deveria pensar é no carboidrato, nutriente responsável pela nossa disposição. Por isso, o período é uma ótima oportunidade para incentivarmos o aumento de macarrão e pão nos pratos dos foliões

brasileiros. Entretanto, para garantir uma festa saudável, é importante observar algumas dicas.
A primeira delas, de acordo com a nutricionista Tereza Cibella, é não sair de casa para pular carnaval em jejum. A falta de alimentação pode provocar fraquezas e até desmaios. Um prato rápido de fazer, gostoso e bem nutritivo que pode ser consumido antes da festa é o macarrão ao sugo, suficiente para dar energia até amanhecer. Outra opção, caso o tempo seja curto, são os sanduíches. Neste caso, pães integrais dão mais saciedade, e aliados a alguma proteína como atum ou queijo branco, formam uma refeição completa para garantir a diversão.

E a fome geralmente acompanha os foliões também na volta pra casa. Neste momento, o ideal é um pouco de macarrão com molho vermelho ou com ervas, sempre acompanhado de uma proteína (atum, carne ou frango), que ajuda a repor as energias perdidas e é leve o suficiente para promover um sono tranquilo. Mas cuidado com a quantidade, o excesso pode mais atrapalhar do que ajudar. Outra indicação da nutricionista é evitar alimentos gordurosos, que têm digestão mais demorada e causam cansaço e indisposição.

Por fim, não se esqueça da hidratação. Geralmente, durante as festas há grande perda de líquidos pelo suor. Por isso, a dica da Tereza é abusar de água, sucos de frutas e água de coco, procurando evitar o excesso de bebidas alcoólicas. Isso porque o álcool pode causar ressaca, dores de cabeça e náuseas, devido à eliminação de sais minerais e nutrientes. Por isso, tente alternar, a cada meia hora, o álcool com um copo de água.
Aproveite seu carnaval com bastante energia e muito macarrão e pão! A Abima deseja um ótimo feriado a todos.
Fonte: Abima

Desenho novo: Osmar, a primeira fatia do pão de forma!

Não é fácil ser a primeira fatia do pão de forma. Aquela que as pessoas acabam jogando fora ou deixando para o final. Osmar é uma canadian pharmacy no prescription delas, e por causa disso, sofre de complexo de viagra order rejeição.

A história dele será contada no novo desenho “Osmar, a primeira fatia do pão de forma”, que estreia em 2013 no Canal Gloob. E o mais legal: a animação é 100% brasileira, feita numa parceria com a TV Cultura.

A dupla de Os Caras de Pau – Leandro Hassum e Marcius Melhem – estão dublando o filme.O filme conta a história do primogênito das fatias do pão de forma, aquele que sempre fica para trás por conta de sua casca avantajada. Marcius dubla o inseguro e otimista Osmar, protagonista da série. Leandro faz a voz do falastrão Stevie, uma baguete amassada que mora de favor no apartamento de Osmar.

Serão produzidos 26 episódios com duração de 11 minutos cada.

Fonte: Terra

Safra de trigo ruim reflete no preço do pão

Problemas climáticos prejudicaram desempenho da produção e já motivaram reajuste na farinha

Além de preocupar agricultores, um novo revés nas lavouras do Rio Grande do Sul vai afetar o bolso do consumidor.

Como vendavais, granizo e geada diminuíram a produção e afetaram a qualidade do trigo no Estado, problema que se repete nos demais países produtores do Mercosul, o preço da farinha já subiu e o repasse deve chegar em breve a derivados como o pãozinho.

Levantamento divulgado ontem pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que a safra de trigo no Estado, com a colheita ainda em andamento, deve ser de 2,05 milhões de toneladas, queda de 25% em comparação a 2011 e de 16% ante a estimativa anterior para esta safra. O presidente do Sindicato da Indústria de Trigo no Estado (Sinditrigo), José Celestino Antoniazzi, estima que até um quarto do produto que restou nas lavouras não tem qualidade suficiente para ser moído.

Outro complicador, acrescenta, são os contratos de exportação de aproximadamente 800 mil toneladas. A

saída, diz o dirigente, é buscar um volume maior de trigo importado, também mais caro por problemas semelhantes:
— Em novembro, já ocorreu um aumento médio de 8% em todas as farinhas e, para dezembro, estão previstos mais 8%. O cenário é de preocupação em relação a abastecimento e preços.

A apreensão é compartilhada pelo presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria e de Massas Alimentícias e Biscoitos no Estado do Rio Grande do Sul (Sindipan), Arildo Bennech Oliveira, que projeta a continuidade da oferta apertada e preços em alta durante 2013.
— O que se avizinha é sombrio, e estes aumentos terão de ser repassados. Algumas padarias já receberam farinha com esses novos valores — admite Oliveira, sem arriscar qual será o impacto no preço de pães, massas

e biscoitos, nem a partir de quando.

Para o analista de trigo Renan Gomes, da consultoria Safras & Mercado, a situação pode mesmo se agravar a partir de fevereiro do próximo ano. Apesar da quebra na produção e da falta de qualidade, a pressão da oferta agora, no período de safra, ainda consegue evitar uma alta maior no preço do trigo. Como as lavouras do Uruguai e da Argentina enfrentam problemas climáticos semelhantes, a safra 2012 do Mercosul deve ser 20% menor.

Boletim conjuntural da Emater divulgado ontem indica que quase dois terços das lavouras gaúchas já foram colhidas, mas a qualidade tem se mostrado inferior ao aceitável pelos moinhos, deixando agricultores preocupados com os compromissos financeiros.

Fonte: Zero Hora – RS

Pão, um dos alimentos mais antigos do mundo

No dia 16 de outubro foi

comemorado o Dia Mundial do Pão, um dos alimentos mais antigos do mundo, presente em praticamente todas as mesas. Com a evolução das receitas, porém, a cada dia surge um tipo diferente do pão e na prateleira do supermercado estão dezenas de opções light, integral, com grãos, com iogurte… Para saber qual é o pão ideal para cheap viagra você, a nutricionista Vanderli Marchori dá algumas dicas. A primeira delas é saber exatamente o que seu organismo precisa e adequar o pão ao seu tipo de dieta.

Um dos mais procurados atualmente é o Pão Light, talvez pela associação da nomenclatura com o emagrecimento. É importante observar, porém, que para ser considerado “light” a exigência é que o produto tenha redução de 25% em pelo menos um dos ingredientes encontrados na fórmula original, não especificamente em calorias. “Isso significa que você não vai necessariamente emagrecer se trocar o pão tradicional pelo pão light, mas você pode ajudar a controlar sua pressão escolhendo um pão com 25% menos sódio, ou seu colesterol com 25% a menos gordura”, explica a nutricionista.
O Pão Integral, por sua vez, é aquele produzido com a farinha integral, na qual os grãos de trigo são triturados inteiros, diferente da refinada, que exclui a casca e o gérmen. Esses dois componentes oferecem vitaminas do complexo B, sais minerais, fibras, proteínas e gordura e, por isso, o pão integral nos deixa satisfeitos por mais tempo, o que pode favorecer o emagrecimento. Também é importante ressaltar que a quantidade de fibras no pão integral é superior, o que facilita a digestão e o funcionamento do intestino, mas que este tipo de pão, por ser mais completo, não é necessariamente menos calórico.

Por fim, temos o pão com grãos. “O que mais chama a atenção na embalagem é o número, que vai desde sete até 15, mas o que é importante destacar é que não importa o número, mas a qualidade e as características de cada grão”, ressalta Vanderli. A linhaça, por exemplo, auxilia no sistema digestivo, deixa a pele mais bonita, tem componentes antioxidantes e anticancerígenos, é um poderoso desintoxicante e e tem ômega 3, que limpa as artérias. A aveia, por sua vez, reforça o sistema imunológico, combate infecções, melhora o funcionamento do intestino, controla o açúcar no sangue e a pressão arterial e melhora a concentração, enquanto a quinua ajuda a recuperar e manter os músculos e acelerar o metabolismo.
O comum a todos os pães é o carboidrato, que gera a energia suficiente para o dia-a-dia. Portanto, para escolher qual pão vai te ajudar a manter o pique, leia sempre o rótulo e mantenha seus exames em dia. Assim, você vai entender melhor como funciona o seu organismo e quais são as principais necessidades dele, usando a alimentação como aliada para sua saúde. Escolha o seu e bom apetite!

Fonte: Abima

Pão francês deixa a cesta básica mais cara na maior parte do País

De um total de 17 localidades pesquisadas pelo Dieese, 15 apresentaram alta nos preços

O pão francês pesou no bolso do consumidor brasileiro no mês de agosto e a cesta básica ficou mais cara em 15 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese (Departame

nto Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O preço do pãozinho ficou ainda mais salgado em Vitória (3,32%), João Pessoa (3,16%) e Natal (2,92%). Em relação a agosto de 2011, o alimento ficou mais caro em 16 capitais, com destaque para Vitória (17,11%), Natal (13,66%) e Manaus (10,93%). Segundo o Dieese, o aumento do pão francês pode estar relacionamento à alta do preço do trigo, e o custo acaba sendo repassado ao consumidor final. Os últimos meses têm sido marcados por fortes altas nos preços do trigo no mercado internacional, devido às secas e restrições de oferta nos principais países produtores.

O pacote de produtos essenciais só não ficou mais caro em Natal (RN), com queda de 1,64%, e em Belo Horizonte (MG), onde foi verificado recuo de 0,66% nos valores. Já as maiores altas foram verificadas em Florianópolis (10,92%), Curitiba (4,69%) e Rio de Janeiro (4,09%). Pelo segundo mês seguido, a cesta mais cara é a de Porto Alegre, a R$ R$ 308,27. São Paulo vem em seguida, onde o conjunto de produtos foi cotado a R$ 306,02, sucedido pelo Rio de Janeiro (R$ 302,52). Já os menores valores foram observados em Aracaju (R$ 212,99), Salvador (R$ 225,23) e João Pessoa (R$ 233,36). Vilões do bolso Outros vilões da cesta básica foram a farinha, o tomate e o açúcar. Tanto os preços da farinha de trigo quanto o da farinha de mandioca aumentaram em 16 capitais pesquisadas, com destaque para Florianópolis (6,37%), Recife (4,36%) e Vitória (4,21%). A única queda foi verificada em Brasília (-3,09%). O tomate, grande vilão do pacote de produtos essenciais em julho, manteve a trajetória de alta e o preço subiu em 15 das 17 capitais. Os recuos nos preços foram apurados em Natal (-10,13%) e João Pessoa (-1,20%). O açúcar, por outro lado, teve aumento de preço em 13 capitais. Responsável pelo maior peso na cesta, a carne bovina fechou agosto com alta em nove capitais. Salário mínimo necessário Em agosto, o brasileiro que ganha o salário mínimo (R$ 622) precisou de 95 horas e 3 minutos — quase quatro dias — para comprar a cesta básica do mês. O preço do pacote de alimentos e produtos básicos corresponde a 46,96% do salário líquido (descontada a Previdência) do trabalhador que ganha o mínimo. Já em julho, a cesta absorvia 45,85% do salário, ou seja, um valor inferior ao de agosto. Para estimar o valor ideal do salário mínimo, capaz de atender às necessidades básicas do trabalhador, os técnicos do Dieese levam em consideração o maior custo para o conjunto de itens básicos — que em julho ocorreu em Porto Alegre (R$ 308,27). O Dieese considera também a premissa básica da Constituição de que o menor salário pago deve suprir as despesas de um trabalhador e a respectiva família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e Previdência. Para atender a essas necessidades, em julho, o salário mínimo deveria ser de R$ 2.589,78, o que corresponde a 4,05 vezes o mínimo em vigor (R$ 622). No mês anterior, o mínimo necessário chegava a R$ 2.519,97, (4,05 vezes o valor vigente), e em agosto de 2011, o piso nacional deveria atingir R$ 2.278,77, ou 4,18 vezes o mínimo da época (R$ 545). Confira os preços da cesta básica nas capitais: Florianópolis R$ 295,48 Curitiba R$ 280,57 Rio de Janeiro R$ 302,52 Brasília R$ 284,50 Salvador R$ 225,23 Porto Alegre R$ 308,27 Vitória R$ 298,60 Aracaju R$ 212,99 São Paulo R$ 306,02 Fortaleza R$ 245,75 Goiânia R$ 263,90 Recife R$ 240,79 Belém R$ 262,33 Manaus R$ 280,81 João Pessoa R$ 233,36 Belo Horizonte R$ 286,35 Natal R$ 241,14.
Fonte: R7 NOTÍCIAS Imagem: Ione Moreno

Baguette Família

Ingredientes:

Mix Multimix – 1000 gr

Fleischeggs Ovos – 100 gr

Água – 300 ml

Gordura Vegetal Hidrogenada – 300 gr

Modo de Fazer:

Acrescentar todos ingredientes, com exceção da gordura, misturar conforme orientações de preparo do Multimix, até obter uma massa lisa e enxuta.

Abrir a massa no formato retangular, colocar toda a placa de gordura (à temperatura ambiente) em 2/3 da massa e fechar. A gordura ficará entre as camadas da massa.

Repetir 3 vezes as dobras de 3, utilizando o mesmo tipo de dobra anterior. Polvilhe farinha para ajudar no manuseio, mas evite o excesso.

Deixar descansar por 10 minutos coberta por um plástico.

Cortar em unidades de 250 gramas e abrir cada peça.

Acrescentar cerca de 150 gramas do recheio misturado (cheddar, muzzarela ralada, tomate seco picado), enrolar e arrumar nas assadeiras untadas.

Deixar em crescimento por 80 à 100 minutos. Dar cortes decorativos, pintar com ovos e polvilhar o queijo muzzarela ralado antes do forneamento.

Levar ao forno à 180ºC por cerca de 30 minutos.

Fonte: FLEISCHMANN

Todos querem pão

Irresistível nas suas várias formas e texturas, este alimento, velho conhecido do nosso prato, é uma das melhores fontes de carboidratos da pirâmide alimentar.
Pão não é vilão É preciso ressaltar que esse nutriente não é um vilão. “

Uma dieta pobre em carboidratos pode trazer efeitos indesejados, como fraqueza, mal-estar, mau humor, desidratação, perda de massa magra e menor resistência às infecções”, explica a nutricionista Janice Chencinski (SP). Aliás, carboidratos devem fazer parte de 50% das calorias ingeridas ao dia. E outro injustiçado é o miolo, acusado de ser mais engordativo, quando, na verdade, ele e a casca têm a mesma quantidade de calorias. E se elas caem ao retirá-lo, é simplesmente porque se está comendo menos. Mas não só de carboidratos vive o pão. Ele também é cheio de nutrientes e sais minerais. A lista é longa: retinol, fósforo, ferro, cobre, zinco, ácido fólico, sódio, potássio… Os benefícios são muitos: “a deficiência de zinco pode levar à redução da imunidade. O ácido fólico tem papel fundamental em várias reações celulares”, ensina Carla. E são os ingredientes que influenciam nos benefícios, cada um deles tem suas vantagens e desvantagens.

Fonte: Revista Viva Saúde(uol)

Cozinha internacional no café da manhã

Em tempos de padoca gourmet na esquina de casa, o tradicional pão de forma teve de ganhar upgrade para brilhar na gôndola do supermercado. A Wickbold lança a linha Pães do Mundo, com produtos inspirados na versão orig

inal, porém adaptados para agradar o paladar brasileiro. São três tipos: pão australiano (integral e levemente adocicado, por R$ 4,50), bagel multigrãos e gergelim (R$ 3,87).

Fonte: Valor Econômico

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PREÇO DO PÃO SUBIRÁ COM FALTA DE TRIGO

Entressafra e seca nas regiões produtoras pressionam cotação no mercado.

As panificadoras mineiras já estudam a possibilidade de um reajuste nos preços dos pães nos próximos meses. O motivo é a valorização recente do trigo, matéria-prima que representa cerca de 30% dos custos do setor. Desde janeiro, a tonelada da commodity subiu 11,41% no Paraná, passando de R$ 453,37 para R$ 505,12, e 12,33% no Rio Grande do Sul, de R$ 409,69 para R$ 460,24, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Os dois estados servem como referência por serem responsáveis por 80% da produção nacional.

Segundo a pesquisadora de trigo do Cepea, Renata Maggian Moda, são várias as causas para o aumento do trigo. Um deles é o período de entressafra, que vai de meados de março até julho. O pico dessa fase fica exatamente entre maio e julho. Somado a essa questão sazonal, a seca que assola o Rio Grande do Sul tem impedido a plantação do grão. Ainda não se sabe o percentual de redução da área cultivada, mas já se sabe que haverá uma queda. A Argentina, outro grande fornecedor de trigo para o Brasil, também tem sofrido com a seca. Por fim, a alta do dólar tem sido outro impulsionador de elevação do preço do produto. Renata explica que, em decorrência desses fatores apontados, a tendência é que os preços do trigo ainda subam mais nos próximos meses. A alta é garantida pelo menos até o fim da entressafra.

Com o aumento da cotação do trigo, o primeiro setor que tem sentido o impacto é o de panificação por causa da alta no preço da farinha. Segundo o vice-presidente da Associação Mineira da Indústria da Panificação (Amipão), José Batista, pesam sobre as padarias não só o aumento da farinha como também o alto custo da mão de obra. Levando e

m conta esse cenário, ele explica que o aumento do pão para o consumidor final tem se tornado quase uma necessidade de algumas panificadoras.

Ainda não dá para saber quando, nem de quanto será o reajuste do pão, porque isso depende da capacidade de absorção dos custos por parte de cada uma das panificadoras. Aquelas que já alinharam o valor da mercadoria poderão segurar os preços baixos por mais tempo. Porém, aquelas que estão com os preços defasados, terão que reajustá-los mais rapidamente. Minas Gerais tem hoje cerca de 8 mil padarias, que deverão crescer em média 10% frente ao ano passado, segundo estimativas da Amipão.

Estoque – A padaria Vianney, localizada no bairro Funcionários, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, ainda não está sentindo os impactos do aumento do trigo porque assim que a farinha começou a encarecer foi feito um estoque para aproveitar os preços menores. Segundo o proprietário da empresa, Pedro Santiago de Moraes, assim que o estoque comprado terminar ele irá avaliar a necessidade de aumento do pão.

Ele estima que a empresa tenha potencial para assimilar algo em torno de 5% de reajuste sem repassar para o consumidor final. Ele afirma que o produto, que hoje custa R$ 10,90 o quilo, poderá passar a ser vendido por algo próximo de R$ 11,80 ainda neste ano.

Já na padaria Boníssima, também no Funcionários, os custos da alta da farinha já estão sendo sentidos pela empresa. “A alta com certeza já está pesando para nós”, afirma a diretora da padaria, Natália de Souza Carneiro. Ela explica que já está sendo estudada a possibilidade de reajuste do pão, que também custa R$ 10,90 o quilo. Ainda será avaliado o percentual de aumento conforme a evolução do custo de produção.

Fonte: Diário do Comércio – MG

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