Anuário 2014

O Anuário 2014 da Revista Panificação Brasileira está na sua 5ª Edição para os proprietários, gerentes e compradores das Padarias e Confeitarias do Brasil, e das Indústrias de Panificação, Biscoitos e grandes Confeitarias.

Com 17 mil exemplares distribuídos nacionalmente, 68 mil leitores e mais de 408 mil consultas/ano.

Mercado superior a 90 bilhões/ano e 700 mil empregos diretos apenas no setor de panificação.

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Mondelez vai apostar no Oreo, de novo

A fabricante americana de alimentos Mondelez (ex- Kraft Foods) faz sua terceira tentativa de lançar o biscoito recheado Oreo no Brasil. As vendas foram retomadas no mês passado. A empresa investiu R$ 72 milhões em uma linha de produção na fábrica de Vitória de Santo Antão, em Pernambuco, onde já faz o biscoito Club Social e os chocolates Lacta e Bis.

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Segundo a multinacional, o Oreo é líder global na categoria de biscoitos recheados, com vendas de US$ 2 bilhões ao ano. É uma das principais marcas da Mondelez – que tem o suco em pó Tang, o chiclete Trident e os chocolates Lacta, por exemplo. O faturamento global da companhia foi de US$ 35 bilhões em 2012.

Em setembro, a Mondelez anunciou um plano de reestruturação de sua cadeia de fornecimento para economizar US$ 5,5 bilhões até 2016. A modernização da linha de produção do Oreo estava incluída no projeto. O novo método exige 30% menos capital e reduz os custos operacionais em US$ 10 milhões por linha.

Estas “linhas do futuro”, como a empresa classificou, podem ser instaladas em um terço do tempo e oferecem o dobro da capacidade em metade do espaço de modelos antigos. A Mondelez está implementando transformações similares em outras marcas. A empresa também anunciou em setembro que iria aumentar o investimento em países emergentes. A subsidiária não informou se a linha de produção em Pernambuco ou se os investimentos no país fazem parte desse plano.

O Oreo é feito em 20 fábricas no mundo, e é vendido em mais de cem países. A linha de produção no Brasil segue o modelo de uma instalada no Peru. “Dentro da produção de Oreo, [a fábrica de Pernambuco] é das mais modernas que a gente tem. Existe outra destas em Lima, no Peru, instalada em 2012″, diz o gerente da marca no Brasil, Flavio Ackel. “Existe um plano de modernização da linha de produção em outros países, seguindo o que temos aqui.”

Esta é a terceira tentativa de trazer o Oreo ao Brasil. Em 1995, começou a ser vendido aqui, importado. “Foi lançado sem suporte de comunicação, e ficou sem a força que precisava. Ficou no máximo um ano no mercado”, diz Ackel.

Em 2004, passou a ser fabricado em Piracicaba (SP), uma das quatro fábricas da Mondelez – as outras estão em Bauru (SP), Curitiba (PR) e Vitória de Santo Antão (PE). Só que algumas matérias-primas importadas foram substituídas por insumos nacionais, o gosto do biscoito mudou e a empresa descontinuou a linha dois anos depois, em 2006.

No mês passado, o Oreo voltou ao varejo, embasado por campanhas em redes sociais lançadas pela agência Lov. No começo de 2014, a Mondelez deve lançar uma campanha de marketing que inclui anúncios em TV e mídia impressa, criada pela Giovanni+DraftFCB.

Oreo vai disputar um mercado com margens apertadas, vendas pulverizadas, marcas regionais fortes e que cresce apoiado na valorização do produto, não em volume. Fabricantes como M. Dias Branco, líder do setor, Bauducco, PepsiCo e Nestlé vêm apostando, para valorizar seus produtos e elevar preços, em biscoitos no estilo “cookies” (com chocolate), ingredientes que auxiliam o sistema digestivo ou embalagens mais fáceis de se abrir e fechar.

A Associação Nacional das Indústrias de Biscoitos (Anib) tem mais de 50 associados, representa 80% do mercado e estima que as vendas de biscoitos devem encerrar 2013 empatadas em volume com 2012. Mas o faturamento do setor deve crescer entre 8% e 10% devido ao repasse da alta nos custos aos preços ao consumidor. De acordo com Ackel, da Mondelez, os biscoitos doces representam 60% do volume vendido no país.

Fonte: Valor Econômico

Fabricantes de doces inovam para se aproximar do público e elevar vendas

Após fechar o ano passado com uma queda de 6,7% da produção e de 5,2% do consumo aparente, o setor de balas, confeitos, gomas de mascar e derivados começa a dar sinais de melhora, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab). Segundo a entidade, no acumulado deste ano até o mês de outubro, a produção cresceu 1,4% em comparação com o mesmo período do ano passado. Para aproveitar esse momento, marcas tradicionais como Dori e Mondelez, duas das maiores fabricantes de doces do País, resolveram inovar para se aproximar do público e ampliar suas vendas.

A norte-americana Mondelez, por exemplo, voltou a investir na área de marketing e propaganda da marca de goma de mascar Bubbaloo, após passar dois anos sem grandes novidades. “Queremos nos aproximar mais do consumidor, por isso, criamos um novo site para a marca e repaginamos nosso mascote”, diz o gerente de Sugar Gums da Mondelez Brasil, José Octavio Freitas, em entrevista ao DCI.

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Para colocar as mudanças em prática, a marca Bubbaloo destinou 70% da sua verba de marketing de 2013 para esse projeto e já planeja novas ações. “Nosso alvo são os pré-adolescentes de 12 a 14 anos de idade. Esses consumidores buscam novidades, por isso, precisamos inovar sempre. Já temos planos para lançar novos produtos da marca Bubbaloo no próximo ano, mas ainda não podemos comentar”.

Segundo o executivo, as novidades devem chegar ao mercado ainda no primeiro semestre de 2014. Hoje, as gomas de mascar da marca Bubbaloo são produzidas na unidade fabril de Bauru, cidade localizada no interior do Estado de São Paulo.

Já a Dori Alimentos está investindo pesado para ampliar sua presença em todo o País. Uma das ações colocadas em prática consiste em “uma profunda revisão de portfólio”. Atualmente, a marca conta com uma linha de 260 produtos, sendo que 22% deles serão reformulados. Segundo a empresa, estes novos snacks poderão representar 5% do faturamento em vendas. E para viabilizar este projeto, a companhia decidiu apostar no licenciamento de marcas em parceria com a Warner Bros.

“Os personagens vão somar muito aos produtos Dori. A geração de hoje os conhece do cinema e dos games. E, para os adultos, será como uma viagem ao passado. Estamos convictos que essa estratégia renderá muitos frutos, tanto em vendas quanto em valorização da marca”, afirma o gerente sênior de marketing da Dori, Jean Carlos Paiva, em nota.

Fonte: DCI

Vendas natalinas podem crescer 25%

Apesar das previsões pessimistas para o comércio, as expectativas para as vendas on-line no período do Natal apontam crescimento de 25% em relação à 2012. Os dados são de levantamento da E-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico.

As compras pela internet, que devem movimentar R$ 3,85 bilhões entre 15 de novembro e 24 de dezembro, foram impulsionadas pelos bons resultados da Black Friday, promoção que gerou R$ 770 milhões no último dia 29. Foi a quinta vez que o evento, originalmente americano, aconteceu no Brasil.O otimismo no e-commerce contrasta com indicadores negativos no varejo. Na quinta-feira passada, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) anunciou que o setor tende a fechar 2013 com crescimento de 4,5% – o mais baixo da década.

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Ao mesmo tempo em que aqueceu o e-commerce, a Black Friday também antecipou as compras de Natal. Uma pesquisa feita pelo site Reclame Aqui com 1,7 mil consumidores mostrou que 20% deles aproveitaram para adiantar os presentes.Segundo Pedro Eugenio, presidente do Busca Descontos – portal que organizou a promoção em 2012 -, o evento adiantou em uma semana o período tradicional de procura por presentes. “Os descontos atraíram consumidores, que se planejaram com mais antecedência”.

Para o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti, a promoção levou à uma concentração das vendas em alguns dias e pode diminuir o movimento próximo ao Natal. “Em 2011, a segunda semana de dezembro trazia um pico de vendas, o que não percebemos em 2012 e não deve acontecer neste ano”, disse.

Uma pesquisa da empresa Clearsale sobre a influência da Black Friday nas vendas on-line para o Natal reforça essa percepção. Um gráfico desenvolvido pela empresa mostra que as compras a três semanas do Natal eram maiores nos anos anteriores à primeira edição da Black Friday, em 2009. Elas também apresentavam um pico a duas semanas das comemorações natalinas.

Os números de 2012, no entanto, mostram uma grande elevação na Black Friday e uma progressiva queda em dezembro. Guasti considera que essa mudança deve diminuir o movimento dos sites perto do dia 24 e facilitar a vida de consumidores. No entanto, ele não aconselha comprar em cima da hora.

Fonte: Diário do Comércio – MG

Todos querem ser o panetone deste Natal

Arcor investe R$ 3 milhões em ações de ponto de venda e marketing. Cacau Show capricha nas embalagens e em sabores. E, a Bauducco reforça sua estratégia regional

De olho em um mercado que no ano passado—de outubro de 2012 a janeiro de 2013 — movimentou R$ 76,5 milhões,segundo a Nielsen, a Arcor está investindo R$ 3 milhões em ações de marketing e nos pontos de venda para aumentar a penetração de seus panetones. Há apenas três anos neste mercado, a empresa registrou crescimento de 44% no faturamento do período em 2012 e a meta é um incremento de 18% este ano.

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“Este já é um mercado importante para a Arcor, pois complementa as vendas do ano. O segmento vem se tornando cada vez mais importante no faturamento. Optamos por entrar nesse mercado por seu potencial, mas também porque temos o know-how em produtos feitos com farinha”, diz a diretora de Marketing da Arcor do Brasil, Loredana Mariotto.

Fabricados em Campinas (SP), os produtos da argentina têm distribuição nacional.Para o Natal, foram produzidas 4milhões de panetones. “Temos produtos com as marcas Arcor, Triunfo e Aymoré, esta última principalmente para Minas Gerais. São 30 itens”,completa Loredana.

A grande aposta da Arcor para este Natal é a linha de Recheados Premium, que chega nos sabores chocolate,trufado e creme de ave-lã,além dos panetones com licenças da Disney e de times de futebol. “A variedade de sabores é o nosso diferencial. Diversificamos para dar mais oportunidades ao consumidor de conhecera  marca. Panetone é uma opção de presente e a lata acaba ficando para o resto do ano.Estamos fazendo um trabalho muito forte na linha de presenteáveis”,explica Loredana.

Conhecida por produtos como chocolates e balas, a Arcor espera que levar a marcapara a TV, ações nos pontos de venda, além de um trabalho intenso nas redes sociais, contribuam para que seus panetones sejam mais consumidos. “É importante que se possa provar”, diz a executiva.Segundo ela,a empresa já pensa no Natal de 2014. “Já estamos pensando em inovações e novidades”,acrescenta ela.

O Natal é a segunda data mais importante para a Cacau Show. Este ano, a rede traz 40 produtos exclusivos, com oito lançamen- tos, sendo dois em panetones — um com gotas de chocolate recheado com trufa tradicional e outro com gotas de chocolate com trufa sabor coco, coberto com chocolate ao leite.

Para o diretor comercial da Cacau Show,Túlio Freitas,o consumidor está cada vez mais exigente. “Por isso,inovamos com novos sabores e embalagens cada vez mais bonitas para que os produtos sirvam como opção de presente. Mesmo com o aumento do volume de produtos similares ao nosso,investimos para continuar entregando a melhor experiência de consumo aos nossos clientes”,diz ele.

Ainda segundo o executivo, a rede prevê altade 35% nas vendas neste Natal,em relação ao ano passado.A expectativa é fechar o ano com faturamento de R$ 2 bilhões. Em 2012,ae mpresa aturou R$1,5 bilhão. Atualmente, a rede a possui 1.540  franquias. A meta é chegara 2mil em 2015.

Muito presente namesa de Natal dos brasileiros,a Bauducco espera produzir 65 milhões de panetones este ano.Segundo a gerente de produtos sazonais da Bauducco,Vivian Ramirez, a quantidade será direcionada de acordo com a demanda das diferentes regiões.

“Temos uma estratégia regional 360 ̊ para maximizar o potencial de cada praça.O Natal é adata mais importante para a Bauducco, pois é aorigem da empresa. É neste momento que concentramos o maior investimento de marketing”,diz Vivian.Apesar do sucesso do chocotone,a versão com frutas cristalizadas ainda é amais consumida, com 55% das vendas.]

Fonte: Brasil Econômico

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