Perda de café no sul de Minas Gerais é compensada por outras regiões

A Exportadora Comexim, que estimou hoje a safra brasileira de café em 55,8 milhões de sacas de 60 kg em 2012, informa que a leve seca no fim de setembro passado provocou perdas na produção no sul de Minas, principal área produtora do País. No entanto, a exportadora pondera que a frustração de safra na região será compensada pela produção no cerrado mineiro, Espírito Santo e Bahia.

A Comexim comenta, ainda, que outro fator importante que vem sendo observado no Brasil é que a bienalidade do café (safra grande alternada com outra menor no ano seguinte) vem se reduzindo a cada ano. “Isso pode estar ocorrendo por causa dos melhores tratos culturais das lavouras, aplicação de fertilizantes e números de safra mais transparentes por diferentes fontes, especialmente do governo”, afirma em comunicado o trader da Comexim, John Wolthers.

No momento atual, informa a Comexim, os preços do café brasileiro definitivamente não atraem os compradores. Os preços internos caíram, especialmente para conillon, mas as cotações dos cafés arábica ainda estão muito altas.

 

Fonte:  Tosabendo

ES fechou 2011 com 5,7 milhões de sacas de café exportadas, diz CCCV

O Espírito Santo fechou 2011 com um total de 5.782.992 sacas de café exportadas, o segundo maior volume da história da exportação de café no estado, perdendo apenas para o ano de 2002. Outro recorde foi o valor movimentado, que superou as expectativas e atingiu US$ 1.062.572.263,70. Os dados são do relatório divulgado pelo Centro do Comércio de Café de Vitória(CCCV).

Ao todo, foram exportadas 1.122.229 sacas a mais do que em 2010. O destaque é para o café conilon que, em 2011, enviou para o exterior 2.538.023 sacas da espécie, volume 135% superior ao exportado no ano anterior. Já de arábica, foram 2.958.988 sacas. Na lista dos países compradores do grão capixaba, os Estados Unidos aparecem em primeiro lugar. Eles foram responsáveis pela importação de 22,72% do café que embarcou pelo Espírito Santo. Alemanha e México ocupam a segunda e terceira posições, respectivamente.

A safra de 2011 também foi a maior da história do estado, com recorde mais uma vez para o café conilon. Dos 11,5 milhões de sacas colhidas no ano passado, 8,5 milhões foram da espécie.

 

Fonte:  G1

Chuvas de verão beneficiam safra do café

Enquanto muitas cidades lamentam o excesso de chuvas, nas lavouras de café, as águas têm sido benéficas. Essenciais nesse período para o enchimento dos grãos, a chuva vem contribuindo para perspectiva de recorde de safra do café para este ano, segundo informações da Embrapa.

Com a maioria das plantações preparadas desde meados de 2011, as chuvas iniciadas por volta de dezembro, no Espírito Santo e Minas Gerais, eram bastante esperadas. Ainda assim, os dois estados chegaram a registrar prejuízos pontuais em alguns municípios, mas nada que afete, até o momento, a boa perspectiva da produção estadual.

Instituições de pesquisa de Minas e Espírito Santo, participantes do Consórcio Pesquisa Café, cujo programa de pesquisa é coordenado pela Embrapa Café, explicam o benefício da chuva para a plantação nesse período.

Lavoura

Segundo o coordenador do núcleo tecnológico do café da Epamig, César Botelho, as chuvas têm sido satisfatórias para a maioria das lavouras de Minas Gerais. “Para plantações mais novas – de dezembro e janeiro – talvez haja algum prejuízo, devido à evasão de nutrientes e diminuição da proteção do solo decorrentes do escoamento das águas pela lavoura, mas nada que comprometa a safra total”, comenta. De acordo com ele, o produtor ainda pode adotar medidas preventivas de conservação do solo, como manejar o mato, levantar terraços emergenciais e bacias de contenção. A previsão é que, com a bienalidade positiva em 2012, o estado alcance uma produção maior do que a anterior.

Na região do sul de Minas Gerais, em Itamogi, houve prejuízos por conta da chuva de granizo que aconteceu nos últimos 30 dias, atingindo cerca de 17% da área em produção no município. A perda estimada foi de 10 mil sacas de café, prejuízo de mais de cinco milhões de reais. A previsão era de que o município colhesse cerca de 170 mil sacas nesta safra. O município tem 90% de sua economia baseada na lavoura cafeeira, formada integralmente por pequenos produtores.

No Espírito Santo, as chuvas trazem benefícios para o café conilon, mantendo as boas previsões de produção para este ano. O pesquisador do Incaper, Antônio Lani, explica que a expectativa para região é que as chuvas durem até fevereiro. “O ideal é que chova até final de fevereiro, uma estiagem agora pode ser ruim para quem não tiver irrigação, gerando grãos mal formados. Aí sim, é prejuízo”, afirma.

Estiagem no sul

Para a cafeicultura, assim como as chuvas, a estiagem na região produtora do Paraná também não chegou a afetar as lavouras de café. Segundo o agrometeorologista do Iapar, Paulo Henrique Caramori, as águas começaram a cair na região cafeeira ainda em outubro e novembro, havendo apenas um pequeno período de seca no mês de dezembro. “A partir dessa semana, a previsão é que chuvas na região se regularizem, por isso não se espera prejuízo na região cafeeira do Paraná”, adianta.

 

Fonte:  Globo Rural

 

Café pode ter produção recorde em 2012

Segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção brasileira de café da safra deste ano está estimada entre 48,97 e 52,27 milhões de sacas. Dessa forma, o crescimento fica entre os 12,6% e 20,2%, comparado com a safra de 2011, que foi de 43,8 milhões de sacas de 60 kg.

Um dos motivos deste aumento são os investimentos na lavoura feitos pelo produtor. Caso se confirme as expectativas, esta será a maior safra produzida no país, superando o recorde d 48,48 milhões de saca, no período de 2002-2003.

A espécie mais comercializada é a arábica, com 74,5% da produção nacional. Minas Gerais é o maior produtor. Já a espécie conilon representa 25,5% da produção cafeeira do País, e tem o Espírito Santo como maior produtor.

 

Fonte:  CapitalNews

 

Safra brasileira de café pode alcançar até 55 milhões de sacas no ciclo 2012/2013

A safra brasileira de café deve fechar o ano com produção menor do que a registrada em 2010. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vão ser 10% a menos do que no ano passado. Porém, para 2012 a expectativa é positiva, segundo o corretor de café Nelson Carvalhaes.

– No próximo ano a safra será maior. Vamos ter que esperar janeiro e fevereiro pra saber realmente o que fixou de frutos nas árvores. Mas acredito que a safra alcançará cerca de 55 milhões de sacas, no máximo – afirmou.

De acordo com o especialista, a produção deste ano foi prejudicada devido à bianualidade da cultura. Além disso, ocorreram problemas durante a granação e outros períodos que são importantes para a formação do grão.

O Espírito Santo teve a menor produção devido à falta de chuvas no período da granação, em janeiro e fevereiro deste ano.

– Essa redução já era esperada. Mas é uma safra pequena que fica abaixo das necessidades de exportação e consumo interno – explicou Carvalhaes.

O corretor explicou que com a safra menor, a exportação não fechou o ano com uma situação favorável.

Fonte:  Sonoticias

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Café conilon começa a semana em alta, no Espírito Santo

A cotação dos café no Espírito Santo, nesta segunda-feira (19), fechou em alta para os dois tipos de conilon produzidos em solos capixabas. O conilon 7 e 8 foram cotados a R$ 283 e R$ 290, respectivamente. As informações são do Centro de Comércio do Café de Vitória (CCCV).

O balanço é feito em comparação aos valores estabelecidos nesta sexta-feira (16). O arábica tipo 6 foi o único a fechar em queda, a R$ 417 a saca, enquanto o tipo 8 foi cotado em alta de R$ 2, a R$ 292. O arábica 7 permanece a R$ 330 pelo quarto dia consecutivo.

 

Fonte:  G1

 

Exportações de café crescem 5% de acordo com balanço do Cecafé

O mundo bebe mais café a cada ano e o Porto de Santos, safra após safra, segue garantindo o Brasil como maior fornecedor mundial do grão.O mais recente balanço do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), divulgado na semana passada, apontou embarques de 23.367.941 sacas de 60 quilos (ou o equivalente a isto) pelos terminais santistas entre janeiro deste ano e o mês passado – 5,1% a mais do que no mesmo período de 2010. O volume representa 76,8% do total vendido pelo País ao exterior nesses meses.

Santos ficou à frente do Porto de Vitória, no Espírito Santo. Os capixabas mandaram ao mercado externo 4.571.368 sacas, ou 15% de toda produção nacional destinada à exportação. Rio de Janeiro, com 6,1% de participação e 1.860.765 sacas escoadas, considerando também Itaguaí, ficou em terceiro.

Negociada a US$ 224 na Bolsa de Nova Iorque nesta semana, a saca de café tem rendido aos produtores brasileiros receitas maiores do que no ano passado. Até o penúltimo mês do ano,  o valor dos carregamentos do grão que passaram por Santos chegou a US$ 6,41 bilhões (R$ 11,82 bilhões), um aumento de 65% sobre o mesmo período de 2010. O Brasil teve receitas de US$ 7,8 bilhões (R$ 14,39 bilhões) de janeiro a novembro deste ano.

Os Estados Unidos foram os maiores consumidores do grão brasileiro, comprando 6,6 milhões de sacas, 22% do mercado, seguidos pela Alemanha (5,6 milhões de sacas e 19%), pela Itália (2,4 milhões e 8%) e pelo Japão (2,3 milhões e 7%). Apesar da liderança dos norte-americanos, é a Europa o principal destino do café nacional, adquirindo 52% das exportações. A América do Norte comprou 25%, enquanto a Ásia levou 17% e os demais países da América do Sul, 3%.

O tipo arábica foi a variedade mais exportada, 82% do total. O solúvel, que tem maior valor agregado, representou 10% dos embarques. Os 8% restantes eram do grão tipo robusta.

Novembro

Novembro, isoladamente, foi marcado pela queda nas exportações, na comparação com o mesmo mês de 2010. Um total de 2.326.130 sacas foram embarcadas – uma queda de 6,6%. As receitas, ao contrário, tiveram crescimento: atingiram US$ 680 mil (R$ 1,25 milhão), um aumento de 35%.

Fonte:  A Tribuna

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Cotação do café no Espírito Santo fecha em baixa nesta segunda-feira

A semana começou com a cotação do café fechando em queda nesta segunda-feira (12), para as qualidades produzidas no Espírito Santo. As informações são do Centro de Comércio do Café de Vitória (CCCV), em comparação aos valores estabelecidos na última sexta-feira (9).

O arábica tipos 6 e 7 foram cotados a R$ 404 e R$ 322, respectivamente. O arábica tipo 8 fechou em queda de R$ 8, fechando a R$ 287.

Já o preço da saca do conilon tipo 7 não apresentou alterações e fechou novamente a R$ 287. O conilon tipo 8 também fechou em queda de R$ 8, sendo cotado a R$ 285.

Fonte:  Globo

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Café: indicador do robusta supera os R$ 300/sc

Nessa terça-feira, 6, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima superou os R$ 300,00/saca de 60 kg – a retirar no Espírito Santo. O Indicador fechou a R$ 300,32/saca, avanço de 3,31% na parcial de dezembro. Este é o maior valor nominal de toda a série do Cepea para este produto, iniciada em junho de 2011. A média parcial do Indicador em dezembro (de 1º a 6) está 9,5% superior à média de todo o mês de novembro.

Para o tipo 7/8 bica corrida, segundo levantamentos do Cepea, os preços também têm avançado. Este tipo finalizou o dia a R$ 288,21/saca de 60 kg, avanço de 3,83% no acumulado de dezembro – a retirar no Espírito Santo. Segundo colaboradores do Cepea, vendedores seguem retraídos, com expectativas de maiores preços, pelo menos a curto prazo.

Fonte:  Sonoticias

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Café: indicador do arábica volta a subir

Depois de recuar por quatro dias consecutivos, as cotações do café arábica voltaram a registrar aumento no Brasil nessa quarta-feira, 30, impulsionadas pelas elevações internacionais. O Indicador CEPEA/ESALQ tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 504,24/saca de 60 kg, alta de 0,9% em relação ao dia anterior. Em novembro, o aumento é de expressivos 7,7%. Vendedores se mantêm retraídos à espera de novos aumentos.

Dessa forma, as negociações continuam lentas no físico brasileiro. Em relação ao café robusta, os valores continuam em alta devido à retração vendedora. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 290,71/saca de 60 kg na quarta, registrando forte elevação de 14,2% em novembro. O tipo 7/8 bica corrida finalizou a R$ 277,57/saca de 60 kg, aumento expressivo de 13,7% no mesmo período – ambos a retirar no Espírito Santo.

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Fonte:  Sonoticias

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