PÃO AMIGO – É GOSTOSO FAZER O BEM

pão amigo emulzint 2015

O Pão Amigo foi lançado ontem em evento realizado pela Emulzint em São Paulo, que reuniu cerca de 150 pessoas. Na ação, panificadores de todo o País puderam assistir à apresentação do novo produto, degustar o Pão Amigo, além de realizar uma visita guiada na sede da AACD – parte das vendas do Pão Amigo será revertida para a instituição. Segue abaixo release com mais informações.

Augusto Cezar de Almeida, diretor da Revista Panificação Brasileira esteve presente ao evento. Para ele: “essa ação da Emulzint traz algo extremamente relevante para as padarias de todo o Brasil – a participação nas ações de cunho social”. Augusto Cezar, completa: “as padarias já fazem inumeras contribuições para entidades sociais, mas, estas não vem a público, pois os panificadores não querem fazer disso uma “bandeira de vaidade”. Uma campanha como essa realizada pela Emulzint junto a AACD é uma oportunidade de mais uma fez contribuir socialmente, contudo, com um engajamento que pode e deve ser amplamente divulgado”.

Finalizando, Augusto Cezar, lembra que: “as padarias foram e continuam sendo muito relevantes economicamente e socialmete nos locais onde estão estabelecidos”.

REVISTA PANIFICAÇÃO BRASILEIRA – PERSPECTIVAS – EDIÇÃO 53

PB 53 CAPA.BAIXAAugusto Cezar de Almeida, diretor de revista Panificação Brasileira, visita o Centro de Memória dos arquivos com edições passadas.

Augusto Cezar, lembra na edição 53,” provavelmente, essa foi uma das edições que conseguiu um fato inédito de reunir as principais entidades que atuam na cadeia – trigo – pão do Brasil. Presidentes e diretores da ABIP, ABITRIGO, ABIMA,e ABIEPAN, apresentaram as Perspectivas para o ano de 2014. Não bastasse esses a edição trouxe as palavras do Governador do maior estado brasileiro, Geraldo Alkmin, falando sobre a diminuição da carga tributária para as padarias”. Lembra Augusto Cezar, que: “esses ilustres personagens fizeram parte do Grande evento do setor de panificação – o 6º Prêmio Maiores & Melhores Fornecedores Panificação e Confeitaria”. Finalizando destaca : “A Granotec trouxe para o Brasil o evento +Bio Nutrição e a revista Panificação Brasileira, com exclusividade deu total cobertura ao evento divulgando o conteúdo das palestras”.

Essas foram as manchetes:

Perspectivas para a Panificação 2014 – ABIP, ABIMA,ABIEPAN e ABITRIGO
ABIP – Por um pão mais acessível e de melhor qualidade
Nutrição – Granotec – Eduardo Feliz – +Bio Evento Internacional de Nutrição
Violência nas Padarias – Aumento nos custos – Augusto Cezar
Geraldo Alckmin – diminuição da carga tributaria para padarias.

Fonte: Arquivos Revista Panificação Brasileira, edição 53

PRIMEIRA NARRATIVA ESCRITA SOBRE PÃO NA TERRA BRASILIS

Nesta seção vamos contar um pouco da história da panificação no Brasil. Dessa forma estaremos valorizando aqueles que fizeram os primeiros pães, estabeleceram as padarias, até chegar aos nossos dias onde as padarias são um complexo do food service, no seu mais legitimo sentido de “alimentação fora do lar”.

PRIMEIRA NARRATIVA ESCRITA SOBRE PÃO NA TERRA BRASILIS

Pero Vaz de Caminha e os primeiros relatos sobre pães no Brasil.

“A carta de Pero Vaz de Caminha permaneceu no ostracismo por mais de 300 anos. Foi localizada na Torre do Tombo pelo historiador espanhol Juan Bautista Muñoz em 1793 e publicada pela primeira vez em 1817 por Aires de Casal” [1].

Ao primeiro de maio de 1500, é enviada a Carta de Pero Vaz de Caminha ao seu Rei D. Manuel I de Portugal.

Pero Vaz de Caminha, ao descrever as belezas da terra alcançada, faz um detalhamento, o qual se pode considerar minucioso das “coisas” da nova terra. Além da narrativa histórica, com certeza tratava-se de prestar um relatório, o melhor que pudesse agradar ao monarca “investidor”. Pero Vaz certamente nunca poderia esperar que sua narrativa viesse a ser também um marco para a panificação nessa nova terra, por falar pela primeira vez, na forma escrita, do pãoem nosso Brasil. Ostrechos de sua carta transparecem nos “testes” a que estavam sendo submetidos os nativos, provavelmente com o intuito de saber se esses hábitos apresentados eram de alguma forma familiar a estes nativos ou não: “…lhes foi apresentado o pão (…) o qual ao comerem não lhes foi agradável (…) tendo jogado fora (…)” Excluindo a possibilidade de que esses pães não fossem tão novos, ou estivessem mal conservados, os índios não conheciam o pão, pelo menos com aquelas características.

Autores fazem interessante leitura de Pero Vaz, e ainda o classificam como “o primeiro repórter do Brasil”. Ao fundo disso, temos no uso das minúcias da carta de Vaz, importante trecho como o que reproduziremos:

“O Capitão, quando eles vieram, estava sentado em uma cadeira, e aos pés uma alcatifa por estrado; e bem vestido, com um colar de ouro, mui grande, ao pescoço. E Sancho de Tovar, e Simão de Miranda, e Nicolau Coelho, e Aires Corrêa, e nós outros que aqui na nau com ele íamos, sentados no chão, nessa alcatifa. E eles entraram. Mas nem sinais de cortesia fizeram, nem de (querer) falar ao Capitão; nem a alguém. Todavia um deles fitou o colar do Capitão, e começou a fazer acenos com a mão em direção à terra, e depois para o colar, como se quisesse dizer-nos que havia ouro na terra. E também olhou para o castiçal de prata e assim mesmo acenava para a terra e novamente para o castiçal, como se os houvesse ali.

Mostraram-lhe um carneiro; não fizeram caso dele. Mostraram-lhes uma galinha; quase tiveram medo dela, e não lhe queriam pôr a mão… depois lhe pegaram, mas como espantados.

Deram-lhes ali de comer: pão e peixe cozido, confeitos, pastéis, mel, figos passados. Não quiseram comer daquilo quase nada: e se provavam alguma coisa, logo a lançavam fora.

Trouxeram-lhes vinho em uma taça; mal lhe puseram a boca; não gostaram dele nada, nem quiseram mais.

Trouxeram-lhes água em uma albarrada, provaram cada um o seu bochecho, mas não beberam; apenas lavaram as bocas e lançaram fora.”

Sem dúvida o pão estava presente nas embarcações dos colonizadores. O que fica a ser esclarecido é se eles os trouxeram de Portugal ou se os preparavam no próprio barco. Neles teriam fornos para assar os pães? Deixar-nos-iam esses fornos nas áreas onde iniciavam o povoamento? Eram fornos metálicos, de barro etc.? Isso é muito importante para os fragmentos da nossa história, pois se em cada novo grupo de barcos que passou a aportar em nossa costa havia alguém que preparava os pães, isso pode demonstrar o embrião da panificação em solo brasileiro.

Livro : A História da Panificação Brasileira – A Fantástica História do Pão e da Evolução das Padarias no Brasil – Augusto Cezar Almeida – páginas 33 e 34.

Crise e Criatividade

Augusto Cezar de Almeida: “re-visitando esse excelente artigo do Eloi Zanetti, julguei que seria muito importante republicá-lo. O momento que o setor de panificação do Brasil vive é outro, o cenário econômico é outro, mas, as palavras e análises apresentadas por esse grande da comunicação e marketing do país, são super validos para os dias atuais”.

Crise e Criatividade Por Eloi Zanetti – especialista

em marketing e comunicação corporativa, escritor.

Quando eu era garoto havia uma frase muito comum nos adesivos dos carros e nas casas comerciais.

Era assim: “Não fale em “crise”, trabalhe”.

Depois veio a época em que se dizia que a palavra crise em chinês era a junção de dois ideogramas – sorte e oportunidade. Até hoje não encontrei nenhum chinês que pudesse me confirmar isto. Mas não tem importância, a história é boa.

Sobre crises, quem tem mais de 60 anos, como eu, ficou especialista na matéria. Já vimos tanta coisa que é até bobagem ficar repetindo. Crises são como fenômenos naturais, vêm e vão, vêm e vão. Meu pai, para justificar, às vezes, o fraco movimento da sua oficina lançava a culpa na crise do café. Dizia que vivíamos num estado agrícola e que a economia girava em torno das boas safras e dos preços dos produtos. Naquela época ainda não se falava em commodities nem que as bolsas de Chicago e Londres determinavam os preços dos produtos que plantávamos por aqui. Se isso acontecia ou não, a gente nem sabia. Não tinha importância, éramos resignados e aceitávamos nossa sorte como meros fornecedores. Como não tínhamos muita coisa, tudo ficava por isso mesmo, éramos felizes e nem sabíamos.

Outra palavra que entrou no vocabulário dos negócios brasileiros, lá pela década de 70, foi a que designa a minha especialidade – “marketing”. Veio atrelada à necessidade da produção e da venda em larga escala e estimulou o consumismo. Hoje, esse tal de consumismo ameaça a ordem natural das coisas. E até a crise americana – subprime – o mundo aceitava tudo sem espernear muito; se o preço do barril do petróleo chegasse aos 200 dólares, tudo bem. Se há veículos demais congestionando ruas e estradas e os preços dos imóveis estão subindo ou os equipamentos eletrônicos trazem mais opções do que a gente realmente precisa, aceitamos numa boa. Hoje, depois de crises de todos os tipos: políticas, petróleo, bolsa, monetária, guerras, de valores ou até por causa da Copa do Mundo ou qualquer outra denominação que você possa dar, só digo que elas são nada, mas nada menos do que novas circunstâncias que se apresentam a um povo, num determinado momento.

Vamos isolar a palavra “circunstância” e entender seu significado. Ela quer dizer “o que está acontecendo no círculo ao nosso redor neste instante”. Louco é aquele que briga com as circunstâncias, pois irá perder sempre. O comedido vai estudar a nova circunstância, analisá-la, saber conviver com ela e ao final tirar proveito dessa crise/circunstância. Por isso, é bobagem ficar falando em crise. Analise-a, estude-a e tenha uma abordagem criativa para essa nova circunstância mundial. Não quero repetir o óbvio, mas, são nas épocas de crise que nascem as melhores ideias e invenções. O natal e o verão estão aí. Se você acreditar que estamos no meio de uma crise e não fizer nada, perde.

Se você acreditar que pode inovar, criar novos produtos, serviços e abordagens para seu negócio, a sua chance de passar por este mau momento é sair melhor ao final dele.

Reúnam sua turma, sentem-se em volta dos problemas que os ameaçam, façam com que todos tenham boas ideias, coloquem ações no que pensaram e esta poderá ser mais uma crise na sua vida.

O mundo não vai acabar amanhã.

Disso tenho quase certeza.

Fonte: REVISTA PANIFICAÇÃO BRASILEIRA EDIÇÃO 04 (2008).

Padaria – sabor de chocolate

Oportunidades Temáticas – Páscoa

O grande número de pessoas que entra diariamente para ir aos diversos negócios (confeitaria, restaurante, venda de pães, etc) da padaria traz oportunidades para se trabalhar os períodos sazonais com muita força.

Por Augusto Cezar de Almeida, diretor da Revista Panificação Brasileira, especialista em panificação e autor de 11 livros sobre o tema.

O livro que lancei no final de 2013 intitulado: PADARIA CENTRO DE (bons) NEGÓCIOS, expande tudo aquilo que empresários e fornecedores podem obter de faturamento e lucro em uma padaria.

Olhando cada um dos negóciosdentro de uma padaria, é possível ver onde o chocolate pode brilhar no período de Páscoa.

Vejamos:

Chocolate nos pães

  • Colomba pascal tradicional
  • Colomba pascal com chocolate
  • Pães doces com recheios de chocolate, dando um gosto especial aos produtos. A cremosidade

e sabor do chocolate são fatores apreciados pelos consumidores.

Chocolate nos croissants e produtos folhados

  • Tido com um “produto de valor agregado”, o tipo que leva

recheio de chocolate é muito apreciado e com certeza depois

do período de Páscoa poderá continuar fazendo parte da linha geral da sua padaria.

  • Trouxinhas, enrolados folhados etc., podem apresentar recheios

de chocolate escuro, chocolate escuro com morango, chocolate branco e amêndoas etc.

Chocolate na cafeteria:

Biscoitinhos com o tema páscoa, cobertos com chocolate escuro e ou branco são acompanhamento perfeito para o delicioso café fornecido por sua padaria.

Chocolate na confeitaria:

Aqui o mundo é de espetáculo, pois o brilho, a cor e os formatos podem ser explorados com muita criatividade.

  • Bolos: no formato de coelho, de ovo de páscoa, etc. Inclusive

vale pensar na possibilidade de produtos light, ou seja, bolos light com o tema.

  • Tortas: também alvo de criatividade com elevado uso de chocolate. É importante ter opções de menor tamanho.
  • Biscoitos: muitas vezes esquecidas pelas padarias, a produção de biscoitos pode ser muito atrativa para as crianças, por exemplo.

Chocolate na pizzaria:

– pode parecer um exagero, mas pizzas doces podem focar no tema páscoa, com muita criatividade !! É demais? Por que não?

Chocolate na conveniência:

Aqui o mundo é gigante. A ambientização vale a pena ser reforçado.

Contate seus fornecedores, eles podem fornecer materiais maravilhosos de merchandising.

Explore:

– Os ovos: afinal é o produto tradição.

– As barras: tem na variedade de opções um atrativo especial para o consumidor.

Fonte: Anuário Panificação Brasileira, ano 2013 – edição 43

PADARIA CENTRO DE NEGÓCIOS – o uso adequado das informações

Padaria Centro de Negócios – o uso adequado das informações

Por Augusto Cezar, diretor da Revista Panificação Brasileira, especialista em Panificação, autor de 11 livros sobre o tema.

Continuo destacando o tema: Padaria Centro de Negócios, com o objetivo claro de que: os empresários analise e gerenciem sua padaria olhando cada um dos negócios: venda de pães, confeitaria, cafeteria, restaurante, etc. Isso por que entendo que não é mais possível olha a ultima linha, apenas: faturado e lucro gerado pela padaria. È necessário saber disso em cada negócio e claro contabilizar a somatória.

Pães e a Tecnologia da Informação

O negócio da panificação e confeitaria também necessita de uma gestão empresarial otimizada.

Para isso soluções informátizadas, que ofereçam ao empresário um sistema integral de gestão para faturar, produção, repartir, formular, controlar custos, e ainda mais de levar ao día a gestão de compras, estoques, rastreabilidade, etc. Tudo pensado para que o trabalho seja mais produtivo em todos os setores e não só focado nas questões de produção, por exemplo.

Tecnología mais ascessivel

Para incrementar o consumo de pão e confeitaria é necessário idéias novas. Não só o pão de qualidade, senão outros conceitos para comercializar o produto, como por exemplo, mudanças nos hábitos na fabricação do pão.

A padaria artesanal e a semi-industrial estão usufruindo das mudanças de mercado, principalmente, com o crescimento das classes C e D. Cremos que estes dois setores, deveriam investir mais na multiplicação dos servicios que oferecem nas lojas (cafeteria, restaurante, ou lanchonete, por exemplo), porque desta forma estarão criando novos atrativos para chamar clientes a seus estabecimientos.

Mudar os hábitos de fabricação tambem contribui com a melhorar na situação do faturamento e lucrativida, contudo as necessidades de maior controle e gestão aumentam.

Controles x Informação

Muitos controles são necessários ao negócio padaria, e cada vez que se amplia esses negócios mais complexo fica o seu acompanhamento. È nesse momento que entra a tecnologia, que pode dar medições em “tempo real”, ou seja, dá para saber quantos clientes adentraram na loja até o momento atual. Dá para saber quantos e que produtos precisam ser reposto. Dá para mesurar a produtividade dos empregados, etc. As possibilidades são inúmeras.

Crescer e controlar

Esse ponto é fundamental. Dificilmente, é viável um crescimento sem a sustentabilidade de controle. Se no começo o(s) dono(s) conseguia acompanhar o dia a dia da padaria, com o crescimento vai dificultando na mesma medida.

Em certo ponto isso se torna inviável sem o uso da tecnologia.

A tecnologia é cada vez mais acessível no que se refere a custo de investimento e mesmo de facilidade de implantação.

Fonte: Revista Panificação Brasileira, edição 27.

Padarias – embalagens atração e inovação na imagem dos produtos

Embalagens – Uma grande atração e inovação na imagem dos produtos de panificação e confeitaria

Tenho trabalhado durante anos em empresas do setor de panificação e como consultor no sentido de que a qualidade dos nossos pães e produtos de confeitaria tenha melhor qualidade.

Em artigos técnicos, palestras, treinamentos e cursos as palavras são sempre de busca pela melhoria e manutenção da qualidade, uma incansável luta, que inclui aos três anos consecutivos onde desenvolvemos e incitamos a CAMPANHA NACIONAL PELA MELHORIA DO PÃO FRANCÊS, por exemplo.

Desta feita, quero trazer um direcionamento complementar a este da qualidade. A motivação é resultante das percepções com o avanço das embalagens, tanto nos aspectos técnicos, como principalmente no designer.

Por Augusto Cezar e Renata Barbosa de Almeida

As empresas consideram ampliar as metas comercias, e potencializar a oferta de produtos e serviços para um maior número de clientes como algo permanente. Ainda mais com toda a inovação tecnológica presente nas máquinas, fornos e acessórios, o mercado de panificação e confeitaria tem uma prioridade: a apresentação dos seus produtos aos consumidores.

Seja a decoração de um bolo, croissant ou outro, a embalagem que se vai utilizar para a sua venda e transporte devem ser analisados por outro prisma.

Disponibilidade e atração visual

A nova “moda” na Panificação, confeitaria e chocolataria a atração visual na embalagem. É a somatoria com a dedicação dos profissionais na produção e o emprego a fundo para abrir seus negócios diariamente com produtos de qualidade. Progresivamente se tem introduzido no mercado numerosas novidades técnicas que tem melhorado o trabalho dos profissionais. Com ganho de tempo nos processos produtivos graças aos aditivos, maquinaria, e massas congeladas. Por outro, é necesario obter um produto final que visualmente seja mais atrativo.

Tanto na elaboração artesanal como em masas congeladas, os produtos de Panificação e confeitaria tem evoluido.

A incorporação de novas texturas com sementes, cereais, etc., unida a uma ampliação das variedades de pães, bolos e tortas, tem potencializado o aspecto externo deste alimento. A todos os consumidores sem exceção gostam da sensação compra productos bonitos e em embalagens atraentes.

Aspecto apetitoso, bem exposto, embalado com carinho

A questão da imagen e das sensações de tato, fazem com que o productos progridam técnicamente como alimento, tanto para o consumidor final em formatos tradicionales o inovadores, como pelos professionales que se sentem mais valorizados com o que fazem e comercializam.

 

Razões higiénicos-sanitarios:

Para uma melhor apresentação do produto, e por uma questão de meio-ambiental – o papel volta a ser destacado como um suporte importante dos produtos panificados. As padarias e confeitarias podem se especializar, produzir com qualidade e esmero e ainda apresentá-los de forma atrativa e diferenciada, esses são valores sustáveis e são elementos que diferenciam seus produtos.

Meio ambiente e o setor

Temos mensalmente na seção Meio Ambiente e Qualidade de Vida, onde destacamos varias ações do setor de panificação e confeitaria, pois acreditamos que estes dois elementos não podem estar ausentes das temáticas.

Questões como embalagens podem envolver discussões acirradas sobre quem não prejudica a natureza ou quem causa menos prejuízo. Não é o nosso caminho tomar partido. Estamos prontos a ouvir todos os lados. No que tange ao uso do papel que é um protagonista indiscutível no envase e embalagem dos produtos de panificação e confeitaria, pelo seu valor de imagem e sustenibilidade médio ambiental que aporta.

Do outro lado, os que produzem os produtos via plástico fazem sua defesa e principalmente, reforçam as novas tendências quanto ao plástico oriundo de fontes alternativas, além dos produtos biodegradáveis.

Novidades dos designers

Os trabalhos não se restringem a desenhos criativos, mas ao uso de forma e cores.

Sacolas especiais de alças cortadas ou plana, e novos formatos para pães, bolos, sanduíches, etc., fabricadas em celulose, papel kraft, anti-oleosidade, liso ou micro perfurado.

Os fabricantes de embalagens de papel, estão claramente orientados para a especialização e as mudanças no negócio panificação e confeitaria, apostando nas novas embalagens e sacolas recicláveis e cada mais vez adequada aos produtos que transportam.

Para os designers não são só sacos, mas caixas e belíssimas sacolas, não tão distantes do que se faz na butiques da moda.

A designer Renata Almeida, destaca que as embalagens devem atender aos aspectos ergométricos, além de causarem um diferencial para os produtos e empresa.

A atração

Por sua vez, os mestres artesanos confeiteiros potencializam a atração visual de suas criações em pães, bolos ,bombons, ou  tortas decoradas, mas ainda se pode agregar a atratividade com o uso de embalagens.

Não só é importante a imagem da propria da obra artesanal produzida, como também da apresentação do producto final como uma encenação do ato de saborear o produto.

Todos os conceitos podem ser potencilizados, desde a disponibilidade e o apoio ao professional com ferramentas e acessorios que melhoram seus processos produtivos, reduzem o tempo de trabalho, e potencilizam a qualidade; passando por um universo de elementos decorativos com os que realizar o impacto visual de cada obra confeitaria e panificação.

Várias empresas que apostam na imagem do produto final e desenvolvem embalagens de pães, bolos e outros produtos da confeitaria, tendo em vista a grande oportunidade de mercado.

REVISTA PANIFICAÇÃO BRASILEIRA – SABOR DE PADARIA – COBERTURA FIPAN 2015

CAPA PB ED 69SABOR DE PADARIA  !!

Convidamos você para folhear uma revista totalmente dedicada a VOCÊ – EMPRESÁRIO DA PANIFICAÇÃO:

  • ARTIGO SABOR DE PADARIA
  • COBERTURA FEIRA FIPAN -2015
  • GALERIA DE FOTOS FIPAN
  • BUNGE 110 ANOS
  • IN-STORE BAKERIES
  • ATIVANDO DEMANDA
  • NOVA FÁBRICA BRALYX
  • SEMINÁRIO INTERNACIONAL PANIFICAÇÃO

Augusto Cezar de Almeida, especialista em panificação, com 29 anos de experiência e autor de 11 livros sobre o tema, destaque: ” o tema Sabor de Padaria é algo que deve ir além do incomodo que causou ao setor de panificação. Ele deve mexer com todos os panificadores na continuidade de oferecer os melhores pães aos seus consumidores. É uma oportunidade para maior aproximação com os bons fornecedores que dispõem de uma vasta linha de produtos que permitem a produção de pães com sabor, aroma e todas as demais características de um bom pão’.

Nessa edição:

Conheça as EMPRESAS QUE OFERECEM  AS MELHORES  ALTERNATIVAS DE PRODUTOS & SERVIÇOS PARA A SUA EMPRESA

Acesse: http://issuu.com/maxfoodsrevistas/docs/pb_69_issuu

SABOR DE PADARIA – REQUER BONS PROFISSIONAIS

PROBLEMA COM SEUS FUNCIONÁRIOS?

  • ROTATIVIDADE
  • DESPERDÍCIOS
  • BAIXO ENVOLVIMENTO
  • FALTA DE PLANO DE CARREIRA
  • AUSÊNCIAS
  • BAIXA PRODUTIVIDADE

Para muitos panificadores, isso é parte do seu dia a dia. Para “complicar” ainda mais a vida do panificador, há falta de mão de obra com e sem experiência.

E como ficam os funcionários, como eles pensam, o que sentem, o que almejam? A REVISTA PANIFICAÇÃO BRASILEIRA chega para criar uma ponte entre os empresários e os profissionais. É uma oportunidade para todos.

Panificador – agora você tem uma ferramenta para ajudar seus profissionais a evoluírem!! Os seus profissionais vão ter acesso a dicas técnicas e comportamentais, notícias do mercado e dos produtos lançados pelos melhores fornecedores, receitas, curiosidades, etc. Você também poderá divulgar, gratuitamente, vagas a serem preenchidas e ter muitas novidades a cada edição.

Fornecedores – essa é a oportunidade de ensinar aos padeiros, confeiteiros, chapeiros, forneiros, auxiliares, atendentes, etc., a trabalharem com mais técnica nos seus produtos. Também, é uma oportunidade de fazê-los testar os seus produtos através de receitas.

Padeiros, confeiteiros, etc. – além de todas as informações já listadas, você, profissional, tem o nosso site www.revistapadariadomestre.com.br para acessar as mais recentes notícias do setor de panificação e confeitaria.

TUDO ISSO PARA VOCÊ, PROFISSIONAL DA PANIFICAÇÃO E CONFEITARIA !!!

Augusto Cezar de Almeida, diretor da Max Foods Multi Negócios (Revista Panificação Brasileira, Confeitaria Brasil,entre outras), Prêmios 100 Melhores Padarias do Brasil e regionais, adverte: “é preciso quebrar esse ciclo de pães de baixa qualidade por falta de profissionais preparados e treinados. Os fornecedores disponibilizam excelentes matérias primas, equipamentos e acessórios que permitem a produção nas padarias obterem pães com previsibilidade de qualidade”. E completa: “O momento de mercado mais competitivo vai requer ainda mais atenção para não se perder nenhum cliente”.

REVISTA PANIFICAÇÃO BRASILEIRA – SABOR DE PADARIA – COBERTURA FIPAN 2015

SABOR DE PADARIA  !!

Convidamos você para folhear uma revista totalmente dedicada a VOCÊ – EMPRESÁRIO DA PANIFICAÇÃO:

  • ARTIGO SABOR DE PADARIA
  • COBERTURA FEIRA FIPAN -2015
  • GALERIA DE FOTOS FIPAN
  • BUNGE 110 ANOS
  • IN-STORE BAKERIES
  • ATIVANDO DEMANDA
  • NOVA FÁBRICA BRALYX
  • SEMINÁRIO INTERNACIONAL PANIFICAÇÃO

Augusto Cezar de Almeida, especialista em panificação, com 29 anos de experiência e autor de 11 livros sobre o tema, destaque: ” o tema Sabor de Padaria é algo que deve ir além do incomodo que causou ao setor de panificação. Ele deve mexer com todos os panificadores na continuidade de oferecer os melhores pães aos seus consumidores. É uma oportunidade para maior aproximação com os bons fornecedores que dispõem de uma vasta linha de produtos que permitem a produção de pães com sabor, aroma e todas as demais características de um bom pão’.

Nessa edição:

Conheça as EMPRESAS QUE OFERECEM  AS MELHORES  ALTERNATIVAS DE PRODUTOS & SERVIÇOS PARA A SUA EMPRESA

Acesse: http://issuu.com/maxfoodsrevistas/docs/pb_69_issuu