Café: com ausência de preço externo, negociação no Brasil segue lenta

As negociações de café seguem lentas no físico brasileiro, de acordo com pesquisadores do Cepea. Ontem, primeiro dia útil do ano, não foi diferente. Sem referência externa – não houve pregão na ICE Futures devido ao feriado em Nova York –, agentes brasileiros preferiram aguardar para negociar. Com isso, muitas empresas nacionais ainda não retomaram suas atividades.

Neste cenário, o Indicador CEPEA/ESALQ tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 480,14/saca de 60 kg na segunda-feira, recuo de 1,73% entre 26 de dezembro e 2 de janeiro. Em dezembro, a queda foi de 3,78%.

 

Fonte:  Sonoticias

Café: clima pode impedir recorde da safra 12/13

O desenvolvimento da temporada 2012/13 de café é considerado bom nas principais regiões produtoras do Brasil. No entanto, as expectativas iniciais de agentes consultados pelo Cepea, de que a próxima safra pudesse ser recorde, podem não se confirmar devido à estiagem que afetou importantes regiões até início de outubro. Além disso, geadas atingiram alguns cafezais entre junho e julho. Outro fator que pode limitar a produção é o volume de chuvas abaixo da normal climatológica de algumas regiões cafeeiras em novembro.

Boas chuvas no último bimestre do ano são importantes tanto para o estágio em que se encontram os grãos neste período – chumbinho – quanto para a fase seguinte – granação –, que normalmente ocorre de janeiro a março. Com relação ao mercado de arábica, a liquidez interna continua lenta. Na quarta-feira, 21, o Indicador CEPEA/ESALQ tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 486,71/saca, elevação de 0,6% em relação à quarta passada, 14.

Fonte:  Sonoticias

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Café: indicador do robusta supera os R$ 300/sc

Nessa terça-feira, 6, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima superou os R$ 300,00/saca de 60 kg – a retirar no Espírito Santo. O Indicador fechou a R$ 300,32/saca, avanço de 3,31% na parcial de dezembro. Este é o maior valor nominal de toda a série do Cepea para este produto, iniciada em junho de 2011. A média parcial do Indicador em dezembro (de 1º a 6) está 9,5% superior à média de todo o mês de novembro.

Para o tipo 7/8 bica corrida, segundo levantamentos do Cepea, os preços também têm avançado. Este tipo finalizou o dia a R$ 288,21/saca de 60 kg, avanço de 3,83% no acumulado de dezembro – a retirar no Espírito Santo. Segundo colaboradores do Cepea, vendedores seguem retraídos, com expectativas de maiores preços, pelo menos a curto prazo.

Fonte:  Sonoticias

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Café: indicador do arábica volta a subir

Depois de recuar por quatro dias consecutivos, as cotações do café arábica voltaram a registrar aumento no Brasil nessa quarta-feira, 30, impulsionadas pelas elevações internacionais. O Indicador CEPEA/ESALQ tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 504,24/saca de 60 kg, alta de 0,9% em relação ao dia anterior. Em novembro, o aumento é de expressivos 7,7%. Vendedores se mantêm retraídos à espera de novos aumentos.

Dessa forma, as negociações continuam lentas no físico brasileiro. Em relação ao café robusta, os valores continuam em alta devido à retração vendedora. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 290,71/saca de 60 kg na quarta, registrando forte elevação de 14,2% em novembro. O tipo 7/8 bica corrida finalizou a R$ 277,57/saca de 60 kg, aumento expressivo de 13,7% no mesmo período – ambos a retirar no Espírito Santo.

http://Fine-wood-working.com/

Fonte:  Sonoticias

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Comercialização de trigo é baixa no Paraná, aponta Safras Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/09/22/comercializacao-de-trigo-baixa-no-parana-aponta-safras-925417132.asp#ixzz1YipFI3M4 © 1996 – 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

SÃO PAULO – Apenas de 4% a 5% da safra de trigo do Paraná está vendida até o momento, segundo estimativas da Safras Mercado. Segundo Michael Prudêncio, analista da consultoria, a baixa comercialização é reflexo principalmente da qualidade abaixo do esperado pelos compradores. “A produção foi prejudicada pelas intempéries climáticas”, diz o especialista da Safras.

Último relatório do Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral), órgão ligado à Secretaria de Agricultura do Estado, feito em 19 deste mês indicava que 42% da área total plantada no Estado já havia sido colhida. Em torno de 11% da produção foi considerada ruim, 24% de qualidade média e 65% de qualidade boa.

Por causa dos poucos negócios, diz Prudêncio, os preços permanecem praticamente estáveis em R$ 490 a tonelada no Paraná.

Segundo avaliação do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq) compradores e vendedores estão atentos à seca na Argentina e às quedas nas cotações dos Estados Unidos, enquanto aguardam o avanço da colheita no Paraná e início dos trabalhos no Rio Grande do Sul, onde há boa expectativa de produção. De modo geral, segundo o Cepea, os agentes do mercado estão apreensivos quanto ao tamanho da safra brasileira, assim como com a qualidade.

A previsão do Deral é que a produção do Paraná seja de 2,48 milhões de toneladas de trigo, 28% menor do que na safra passada.
Fonte:  O Globo

Seca reduz previsão da safra de café em SP

Verão baixou em 4,58% as previsões para a produção paulista de café arábica na safra 2011/12

 

Um veranico entre janeiro e fevereiro deste ano reduziu em 4,58% as previsões para a produção paulista de café arábica na safra 2011/12, segundo a terceira estimativa de safra divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), vinculado à Secretaria da Agricultura do Estado.

O volume total está estimado em 3,3 milhões de sacas, ante os 3,4 milhões previstos em abril. A nova estimativa do IEA confirma o ciclo de baixa do café no Estado, com redução da produtividade média esperada para a safra 2011/12, que deve atingir a média de 20,18 sacas por hectare.

Na safra anterior, a estimativa de produtividade média das lavouras foi de 26,51 sacas por hectare. Os estoques de café depositados nas propriedades, cooperativas e armazéns somavam 1,46 milhão de sacas em agosto, volume considerado baixo, o que tende a pressionar os preços do produto.

Em nota, o IEA diz que “a elevação das cotações do produto em plena colheita já denota o estresse em que se encontra o fluxo de comercialização”. O indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos de café arábica acumula alta de 1,22% no mês.

 

Fonte: Ig

 

 

Café: indicador sobe 5% na semana e volta a superar os R$ 500/sc

Os preços do café arábica subiram nos últimos dias, tanto no mercado internacional quanto no físico brasileiro. Nessa quarta-feira, 24, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, ultrapassou os R$ 500,00/saca de 60 kg, fechando o dia a R$ 500,41/saca – avanço de 4,84% entre 17 e 24 de agosto.

Segundo colaboradores do Cepea, a alta no preço motivou a boa liquidez no mercado, mas ainda há vendedores aguardando novas elevações. Poucos são os negócios envolvendo grande número de lotes, já que produtores preferem dosar as vendas para poder se beneficiar de possíveis novos aumentos nas cotações.

 

Fonte:  Sonoticias

Café: prejuízos causados por geadas ainda não foram calculados

As geadas ocorridas na semana passada atingiram algumas regiões cafeeiras do Brasil. As perdas ainda não foram avaliadas, mas agentes consultados pelo Cepea afirmam que em algumas cidades no Sul de Minas Gerais, Noroeste do Paraná e parte das lavouras da região de Garça (SP) foram verificados danos às plantações. Apesar de não haver relatos de prejuízos imediatos aos grãos da safra 2011/12, as geadas e o frio devem prejudicar a florada e a vegetação dos cafezais da próxima temporada (2012/13).

Como parte das folhas foi queimada, a planta, ao invés de utilizar seus nutrientes para a fixação das floradas (que devem ocorrer em meados de setembro), concentrará suas forças na reposição das folhas perdidas, o que pode resultar em menor produtividade. No mercado interno, de acordo com pesquisadores do Cepea, o volume de negócios ainda é limitado, visto que vendedores aguardam preços maiores, diante de possíveis perdas causadas pelas geadas. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a quarta-feira a R$ 445,40/saca de 60 kg, aumento de 0,45% em relação ao fechamento da quarta anterior.

 

Fonte:  Sonoticias

Café arábica recua mais de R$ 30 em sete dias

São Paulo – Os preços do café arábica têm caído com força no mercado brasileiro, segundo levantamentos do Cepea. Entre 13 e 20 de julho, o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, já caiu 6,4%, ou R$ 30,43, em apenas sete dias, chegando a R$ 447,67/saca de 60 kg. Além das fortes baixas no exterior, a pressão vem também do bom andamento da colheita da safra 2011/12, favorecida pelo clima. Além disso, o tempo bom tem elevado a qualidade do grão do café colhido, permitindo que a maioria dos lotes apresente bebida dura ou melhor.

OIC

A Organização Internacional do Café (OIC), em seu relatório estatístico divulgado mensalmente, comunicou que, com base em informações preliminares, o consumo mundial da bebida somou 134,011 milhões de sacas de 60 kg, apresentando crescimento de 2,07% em relação às 131,289 milhões de sacas registradas em 2009.

Apesar das quedas, os preços do café continuam relativamente elevados na comparação com 2010.

 

Fonte:  DCI

Café: indicador de arábica recua mais de 30 reais em sete dias

Os preços do café arábica têm caído com força no mercado brasileiro, segundo levantamentos do Cepea. Entre 13 e 20 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, já caiu 6,4%, ou 30,43 reais, fechando a R$ 447,67/saca de 60 kg nessa quarta-feira, 20.

Além das fortes baixas no mercado internacional, a pressão vem do bom andamento da colheita da safra brasileira 2011/12. Segundo colaboradores do Cepea, a colheita do grão tem sido favorecida pelo clima. Além disso, o tempo bom tem elevado a qualidade do grão, permitindo que a maioria dos lotes apresente bebida dura ou melhor.

 

Fonte:  Sonoticias