Bunge anuncia investimento de R$500 milhões para construção do novo moinho Fluminense

Projetado para ser o mais moderno da América Latina, o novo moinho
poderá moer mais de 600 mil toneladas de trigo por ano.

A Bunge Brasil, uma das maiores empresas de alimentos e agronegócio do país, anuncia o investimento de R$500 milhões para construção de um novo moinho de trigo, localizado em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. O novo empreendimento integrará o atual moinho Fluminense e o Centro de Distribuição Rio, que serão transferidos para um único local.

 

“O trigo está no DNA da Bunge e é uma das prioridades estratégicas da empresa no Brasil e no mundo. Por isso, estamos dando continuidade ao plano de fortalecimento desse negócio no mercado brasileiro. Iniciamos esse plano em 2013 com a aquisição do moinho Vera Cruz, em Minas Gerais. Além de consolidar nossa posição como líderes, estaremos bem preparados para atender a crescente demanda de farinhas na região Sudeste e reduzir a dependência de importação de farinhas para a região”, afirma Filipe Affonso Ferreira, vice-presidente de Alimentos & Ingredientes da Bunge Brasil.

 

A construção do novo Moinho Fluminense é estratégica. Os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, atendidos pelo moinho, formam uma das regiões onde a empresa está focando seus investimentos para modernizar suas operações, ampliar sua capacidade produtiva e atender as necessidades do mercado em crescimento.  Com a construção dessa nova unidade, que está prevista para ser inaugurada em 2016, a Bunge terá três dos maiores moinhos da América Latina, estrategicamente localizados: Fluminense (RJ), Suape (PE) e Ponta Grossa (PR).

 

“Ao atingir sua capacidade total, o novo moinho Fluminense poderá moer mais de 600 mil toneladas de trigo por ano, o que representa um aumento de mais de 50% sobre o que vem sendo processado no moinho atual”, destaca Ferreira. Grande parte dessa ampliação se deve à utilização de tecnologia de última geração, ainda inédita no país. O novo moinho está sendo projetado para ser a mais moderna planta de moagem de trigo em toda a América Latina.

 

O projeto incorpora conceitos de automação industrial no processamento do trigo, desde o recebimento da matéria-prima, utilizando modernas tecnologias para classificação e beneficiamento dos grãos, até monitoramento e controle dos equipamentos de moagem e envase. Dessa forma, a técnica utilizada no sistema permite melhorias nos níveis de produtividade, eficiência energética e de segurança alimentar, ampliando a qualidade e competitividade do produto final.

 

Como consequência, o novo moinho Fluminense já nascerá com uma das mais relevantes certificações internacionais, para segurança de alimentos em indústrias: FSSC 22000 (Food Safety System Certification 22000). “Fomos pioneiros em conquistar essa certificação para moinhos no Brasil. Os moinhos de Tatuí e Ponta Grossa já são certificados e outros estão em processo. Isso fortalece a credibilidade da Bunge junto aos clientes, comprova o rigor com que controlamos e gerenciamos nossos processos para fabricação de alimentos cada vez mais seguros e saudáveis”, complementa o executivo.

 

A empresa planeja transferir funcionários das unidades atuais (moinho e centro de distribuição) para o novo empreendimento, além de capacitá-los para operar processos nos novos padrões tecnológicos. A Bunge Brasil está negociando com autoridades estaduais e locais para que sejam viabilizadas obras de melhoria na infraestrutura da região onde o novo moinho ficará localizado.

 

Atualmente, a Bunge possui sete moinhos de trigo estrategicamente localizados, de norte a sul do país: Suape (PE), Brasília (DF), Santa Luzia (MG), Rio de Janeiro (RJ), Tatuí (SP), Santos (SP), Ponta Grossa (PR), além da unidade de mistura e envase de Contagem (MG).

 

 

Sobre a Bunge

Presente no Brasil desde 1905, a Bunge é uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do Brasil e uma das maiores exportadoras. Atua de forma integrada, do campo à mesa do consumidor. Desde a compra e processamento de grãos (soja, trigo e milho), produção de alimentos (óleos, margarinas, maioneses, azeite, arroz, farinhas de trigo, molhos e atomatados), serviços portuários até a produção de açúcar e bioenergia. Eleita empresa mais sustentável do agronegócio pelo Guia Exame de Sustentabilidade, a Bunge conta com cerca de 20 mil colaboradores, atuando em mais de 100 instalações, entre fábricas, usinas, moinhos, portos, centros de distribuição e silos, em 19 estados e no Distrito Federal. Marcas como Salada, Soya, Delícia, All Day, Primor, Cardeal, Salsaretti e Bunge Pro estão profundamente ligadas não apenas à história econômica brasileira, mas também aos costumes, à pesquisa científica, ao pioneirismo tecnológico e à formação de gerações de profissionais.

 Fonte: Inpresspni (imprensa da Bunge)

Multinacionais do comércio agrícola vivem transformação

Soren Schroder, novo CEO global da Bunge, anunciou em junho um corte de US$ 200 milhões em gastos de capital e disse que os retornos deverão melhorar

Os personagens a cargo de alimentar o mundo estão mudando. Na semana retrasada, a Cargill nomeou o nono executivo-chefe em sua história de 148 anos, uma decisão na esteira de novas nomeações para CEOs na rival Bunge e na Louis Dreyfus Commodities em junho.

As mudanças no comando ocorrem no momento em que as chamadas empresas “ABCD”, que dominam o comércio agrícola mundial – Archer Daniels Midland (ADM), Bunge, Cargill e Dreyfus -, defrontam-se com um conjunto de desafios.

O quarteto é vital para o comércio mundial de alimentos, que usa uma rede de silos, portos, navios e relações complexas entre agricultores para comprar excedentes e vender a clientes que vão de empresas de alimentos como a Nestlé à autoridade compradora de trigo do Egito. Elas não são as únicas no setor – a Glencore Xstrata, maior trading de commodities global, ampliou sua operação agrícola -, mas são as maiores.

A conta de importação mundial de alimentos totalizará US$ 1,09 trilhão este ano, segundo estimativas da FAO, agência para agricultura e alimentos da Organização das Nações Unidas. A receita coletiva do grupo ABCD foi de US$ 348,7 bilhões em seu período de 12 meses mais recentemente reportado. A soma inclui outros negócios, além da comercialização de grãos.

O comércio está representando “um papel cada vez mais importante em ajudar os países a satisfazer suas necessidades”, diz Abdolreza Abbassian, economista sênior da FAO especializada em grãos.

Reinou um caos nos mercados agrícolas entre 2010 e 2012. Os preços do milho e da soja subiram até níveis recordes no ano passado, quando a seca arrasou lavouras americanas e brasileiras. Em 2010, os preços do trigo dispararam depois que Moscou impôs uma proibição à exportação de cereais, em pânico diante de uma onda de calor em regiões produtoras russas.

A volatilidade favoreceu as divisões comerciais das empresas. A Cargill registrou um lucro recorde no ano em que foi imposta a proibição às exportações. Mas, em seu conjunto, o grupo ABCD apresentou resultados erráticos, tendo os lucros da ADM, Bunge e Cargill caído acentuadamente em 2012.

Agora, um cenário diferente aguarda David MacLennan, da Cargill, e os novos executivos-chefes. Neste ano, o mundo deverá colher uma produção recorde de milho, trigo e soja. A perspectiva amortecerá as oscilações de preços que dão margem para as tradings faturarem, mas poderão proporcionar um ganho líquido às empresas. “No fim das contas, volumes mais baixos de grãos não são tão bons para o desempenho geral dessas empresas quanto volumes maiores de grãos”, afirma Chris Johnson, analista de crédito na Standard & Poor's – que na semana passada melhorou de negativa para estável sua perspectiva de avaliação de crédito para a dívida da Cargill, citando seu lucro crescente.

Isso se deve ao fato de o grupo ter injetado bilhões de dólares em infraestrutura de processamento nos últimos anos. Com a escassez de grãos, esses ativos tornaram-se fábricas caras e subutilizadas. Agora, a perspectiva de maiores estoques vão colocá-las à prova.

“Em graus diferenciados, as quatro tradings vêm tentando tornar-se algo mais do que empresas de comercialização”, diz Bob Kohlmeyer, presidente emérito na World Perspectives e ex-executivo da Cargill.

MacLennan, que deverá tornar-se CEO da Cargill, de capital fechado, em 1º de dezembro, após ter sido promovido de presidente e diretor de operações, diz que a maior parte dos investimentos está acontecendo atualmente fora dos EUA. Os alvos incluem empresas de processamento, como a unidade de US$ 40 milhões para transformação de frangos em McNuggets para a McDonald's na Rússia. “Nós usamos os termos 'diversificado, equilibrado e resiliente' “, diz MacLennan. “O fato é que pode haver dificuldades em uma região do mundo ou setor. Mas em outras partes do mundo, regiões e setores, estamos indo muito bem”.

Logo após Soren Schroder ter assumido o comando da Bunge no início de junho, ele disse que os retornos “deverão melhorar” e anunciou o corte de US$ 200 milhões em gastos de capital, para US$ 1 bilhão. A companhia americana suspendeu as operações em uma fábrica de processamento de soja no Kansas, pois os estoques da oleaginosa nos EUA ficaram baixos demais para mantê-la em funcionamento. Mas Schroder vê a possibilidade de grandes superávits e de preços mais baixos, o que, segundo ele, será “bom para o consumo e os clientes em todo o mundo”.

A ADM, por sua vez, que está prestes a gastar 3 bilhões de dólares australianos (US$ 2,8 bilhões) na compra da australiana GrainCorp, continua comandada há sete anos por sua presidente-executiva, Patricia Woertz.

A empresa é dona de um império forte em ativos, composto por refinarias e unidades de moagem, com US$ 23,4 bilhões brutos em terrenos, fábricas e equipamentos em seu balanço patrimonial. É também a mais concentrada das quatro nos EUA, onde a seca dizimou a safra de milho de 2012. Os ativos têm freado os lucros, tendo as usinas de etanol perdido dinheiro até recentemente.

“Nós temos todos esses ativos que não estão sendo utilizados”, disse Craig Huss, diretor de análises de risco, a analistas no mês passado. Agora, “vamos acabar com a ociosidade desses ativos”.

Ciro Echesortu era diretor de trading e chefe de operações na Dreyfus, de capital fechado, antes de tornar-se presidente-executivo no fim de junho. A Dreyfus está em meio a uma transformação, recorrendo aos mercados de capitais pela primeira vez em seus mais de 160 anos, para financiar aquisições. Seus executivos denominam a empresa “asset-medium”, com ativos fixos de US$ 3,4 bilhões.

“Eles têm muito mais um foco de trading”, diz Philippe de Lapérouse, diretor-gerente da consultora HighQuest Partners. Mas, a empresa planeja investir US$ 5 bilhões em cinco anos “para dominar toda a cadeia de distribuição, do agricultor ao refino, bem como o vínculo com os consumidores finais”, diz o seu relatório anual.

Apesar de todas as mudanças, as empresas não estão abandonando o trading. O comércio mundial de grãos e oleaginosas cresceu 48%, para 453 milhões de toneladas na década passada, e crescerá ainda mais nos próximos 10 anos, segundo o governo americano.

A ADM aguarda aprovação da agência competente para concluir a aquisição da GrainCorp, ao passo que a Bunge constrói um porto perto de Perth. A Cargill está ampliando um porto operado em joint venture na costa americana do Pacífico “para ter condições de exportar grãos para a China”, disse MacLennan.

“O trading é uma competência importante para as empresas, mas se tornou uma atividade agregada às operações de processamento”, diz Gary Taylor, ex-presidente da Cargill Cotton que hoje dirige uma firma de investimentos. (Tradução de Sergio Blum)
Por Gregory Meyer | Financial Times, de Nova York
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FONTE: Sagaz Brasil (Roberto de Azevedo)

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Bunge volta ao mercado de farinhas para o consumidor

A Bunge Brasil volta ao mercado de farinhas destinadas ao consumidor final. Com investimentos de 8 milhões de reais, a empresa aposta no retorno da marca All Day apresentando uma linha completa de produtos.
A nova linha contará com portfólio completo de farinhas, que serão oferecidas nas versões tradicional, com fermento e integral, em embalagens de 5 quilos, 1 quilo e 500 gramas. A empresa também promete outras novidades “em breve”.

Segundo o diretor de Marketing de Alimentos & Ingredientes da Bunge Brasil, Sérgio Mobaier, a Bunge vai “replicar no varejo toda a experiência bem sucedida em termos de qualidade e desempenho do produto no food service. Com isso, pretendemos alcançar 5% do mercado em dois anos”.

Para definir qual marca seria utilizada, a Bunge realizou pesquisas com consumidores e resgatou do seu portfólio a marca All Day, lançada em 1991. Mesmo sem ativação há mais de 10 anos, a marca foi uma das mais lembradas por 48% dos consumidores consultados.

FONTE: Bunge – Associado Abima

Vila da Pizza traz novidades do setor para a Fispal Food Service

Segunda edição do projeto vai produzir pizza de 2,5 metros de diâmetro, batendo o recorde do ano passado

São Paulo, maio de 2012 – Durante a 28ª Fispal Food Service, Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar, os apaixonados por pizza terão mais um motivo para visitar o evento. Isso porque, pelo segundo ano consecutivo, o evento terá como atração a Vila da Pizza, espaço destinado às empresas que fornecem produtos e serviços para pizzarias. Com 11.600 pizzarias no estado de São Paulo, o setor é um dos mais representativos na indústria alimentícia. Somente na capital paulista são consumidas 900 mil pizzas por dia, segundo dados divulgados pela Associação Pizzarias Unidas.

Durante o evento de food service, a Vila será palco para a produção da maior pizza do Brasil, com 2,5 metros de diâmetro, 10 cm a mais do que no ano passado. Ao todo, cada uma das 4 pizzas que serão produzidas na Vila da Pizza terá 16 quilos de farinha, 90 gramas de sal, 120 gramas de fermento fresco,13 litros de água, 15,3 quilos de mussarela, 1quilo de tomate e 200 gramas de manjericão fresco.

O espaço também oferecerá um auditório aberto ao público, onde serão ministradas palestras sobre gestão de pizzarias, controle de fluxo de caixa, tendências do mercado, entre outros temas.

A Vila da Pizza é uma parceria da BTS Informa, organizadora e promotora do evento, com a Associação Pizzarias Unidas. Esse ano o espaço recebe patrocínio da empresa alimentícia Bunge.

A Fispal Food Service receberá esse ano cerca de 64 mil visitantes qualificados. O evento acontece simultaneamente à Fispal Café – Feira de Negócios para o Setor Cafeeiro, à Fispal Hotel – 3ª Feira de Negócios para o Setor Hoteleiro, à TecnoSorvetes – 9ª Feira Internacional de Tecnologia para a indústria de Sorvet

eria Profissional e, pela primeira vez, o SIAL Brazil – Salão Internacional de Alimentação para a América Latina. São profissionais e compradores de restaurantes, padarias, bares, lanchonetes, redes de fast food, sorveterias, supermercados, empresas de catering e de refeições coletivas, hotéis, cozinhas industriais, buffets, entre outros, em busca de novidades e oportunidades de negócios.

Fispal Food Service

28ª Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar

Data: 25 a 28 de junho

Horário: das 13h às 21h

Local: Expo Center Norte – São Paulo

www.fispalfoodservice.com.br

Sobre a BTS Informa

Segunda maior promotora de feiras do País, a BTS Informa consolida-se como a principal promotora voltada para a cadeia produtiva de alimentos e bebidas na América Latina, com feiras e publicações que são referência no mundo inteiro.

Seu portfólio inclui nomes como: Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, Fispal Hotel, Fispal Café, TecnoSorvetes, ABF Franchising Expo, TecnoCarne, MercoAgro, ForMóbile, Fispal Food Service Nordeste, Fispal Tecnologia Nordeste e ABF Franchising Expo Nordeste. Na área editorial é responsável pela publicação das revistas, Leite e Derivados, Revista Nacional da Carne, Silk–Screen e Sign quatro maiores e mais importantes publicações técnicas dos seus segmentos.

A BTS Informa possui escritórios em São Paulo (sede), Curitiba e Recife, nos quais conta com uma equipe de profissionais altamente qualificados para investir em novas oportunidades e conquistar espaços que façam de seus produtos a porta de entrada para quem quer fazer negócios na América Latina.  Informações: www.btsinforma.com.br

Fonte:   BTS Informa

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BUNGE RECEBE O PRÊMIO EMPRESA DO ANO

A Bunge recebeu mais uma vez o prêmio máximo na Categoria – Insumos. Em evento realizado no dia 06/12 no Hotel Renaissance, a Bunge que foi indicada pela pesquisa realizada pelo Instituto DataFoods, da Revista Panificação Brasileira, alcançou os requisitos que a colocaram novamente nessa posição.

O Diretor Comercial, Jean Carlo, recebeu o prêmio das mãos do ministro Mailson da Nóbrega.

Fonte:   Revista Panificação Brasileira

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Newsletter nº23 – Padaria Conceito ABIP/Propa​n em Recife – notícias finais

A ABIP, o Propan e a Epão realizaram em Recife, no dia 28 de julho de 2011, o 7º Seminário Padaria Conceito no Senai Santo Amaro.

Teve a participação do mestre confeiteiro Luiz Farias, da Bunge, que ofereceu aos participantes a farinha de trigo Suprema a preço diferenciado; a Fleischmann que ofereceu produtos de confeitaria; a Souza Cruz que mostrou um leque de alternativas de ganhos e vantagens para as padarias.

O evento teve boa repercussão e atingiu um público de panificadores que puderam conferir as tendências do mercado, novas tecnologias e novidades do setor.

Fonte:   comercialabip

7° Seminário Padaria Conceito ABIP/Propa​n em Recife

A Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP), o Propan e a Epão realizam o 7º Seminário Padaria Conceito de 2011 no dia 28 de julho no SENAI Santo Amaro, em Recife. Com o intuito de apresentar tendências, inovações e soluções o evento mostrará, através de palestras e produtos, como ampliar as vendas e otimizar o negócio Padaria, utilizando-se de conceitos como inovações e tendências de mercado.

O Seminário conta com o apoio do Senai e com a presença das empresas parceiras: Bunge, Souza Cruz e Fleschmann.

Para maiores informações entrem em contato com a ABIP pelo e-mail comercial@abip.org.br ou pelo telefone (31)-3274-6376.  Saiba as datas de todos os eventos no Calendário Oficial da ABIP e programe-se também para o Congrepan 2011.  Acesse: www.abip.org.br e www.congrepan2011.com.br

Fonte:   ABIP (Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria)

8 de Julho- Dia do Panificador

O Moinho Fluminense, fundado em 1883, no Rio de Janeiro, foi a primeira moagem de trigo do Brasil, recebendo alvará de funcionamento concedido pela princesa Isabel, em 25 de agosto de 1887. A unidade foi adquirida pela Bunge em 1914, como parte da expansão da empresa no País, que já operava com o Moinho Santista, fundado em 1905. A instalação do Moinho Fluminense é um marco da história do pão no Brasil, onde não se conhecia o trigo até a metade do século XIX. Na época, só havia três padeiros na sede da colônia, o Rio de Janeiro, sendo que as primeiras padarias foram erguidas em Minas Gerais. O pão de trigo chegou ao Brasil junto com os portugueses, no século XIX e a partir da imigração italiana, o alimento ganhou espaço na mesa brasileira e hoje são mais de 70 mil padarias no Brasil, que comemoram no próximo dia 8 de julho, o Dia do Panificador Parte desta história está disponível no Centro de Memória Bunge, com fotos e registros documentais que remetem a esta profissão, que se mantém em alta: (http://www.fundacaobunge.org.br/projetos/centro-de-memoria-bunge).

Fonte:   cdn – comunicação corporativa

O PÃO NO BRASIL

O Moinho Fluminense, fundado em 1883, no Rio de Janeiro, foi a primeira moagem de trigo do Brasil, recebendo alvará de funcionamento concedido pela princesa Isabel, em 25 de agosto de 1887. A unidade foi adquirida pela Bunge em 1914, como parte da expansão da empresa no País, que já operava com o Moinho Santista, fundado em 1905. A instalação do Moinho Fluminense é um marco da história do pão no Brasil, onde não se conhecia o trigo até a metade do século XIX. Na época, só havia três padeiros na sede da colônia, o Rio de Janeiro, sendo que as primeiras padarias foram erguidas em Minas Gerais. O pão de trigo chegou ao Brasil junto com os portugueses, no século XIX e a partir da imigração italiana, o alimento ganhou espaço na mesa brasileira e hoje são mais de 70 mil padarias no Brasil, que comemoram no próximo dia 8 de julho, o Dia do Panificador Parte desta história está disponível no Centro de Memória Bunge, com fotos e registros documentais que remetem a esta profissão, que se mantém em alta: (http://www.fundacaobunge.org.br/projetos/centro-de-memoria-bunge).

Fonte:  CDN Comunicação CorporativaPaulo Ricardo Ritta / Marisol Morão (11) 3643 2790 / 3643 2789pauloricardo.ritta@cdn.com.br / marisol.morao@cdn.com.br