Arcor muda a estratégia para crescer no Brasil

Empresa argentina tenta sofisticar bala de caramelo para ganhar consumidor nacional

Uma bala de R$ 0,15 levou a fabricante de doces argentina Arcor a reavaliar sua estratégia de distribuição e exibição dos produtos. A expansão da marca de balas de caramelo Butter Toffees, que responde por 35% dos negócios da empresa no Brasil, é uma das apostas da Arcor para viabilizar um plano ambicioso: dobrar a receita no País em quatro anos e fechar 2016 faturando cerca de R$ 2 bilhões.

“Não queremos crescer no Brasil apenas em volume, mas com adição de valor agregado às nossas marcas”, explica o diretor-geral da Arcor no Brasil, Oswaldo Nardinelli Filho.

A tarefa não é fácil, já que o consumo de balas no Brasil está em queda. Segundo dados na Nielsen, as vendas, em volume, caíram 2% nos 12 meses encerrados em março deste ano, na comparação com o mesmo período anterior.

A estratégia da Arcor para crescer em um mercado que se retrai foi dar um banho de marketing e de inovação na bala de caramelo. A empresa lançou este mês uma embalagem em parceria com o artista plástico Romero Britto. É a primeira linha assinada da empresa no mundo. Além de uma embalagem plástica estilizada, criou-se a caixa no formato de bala. O design busca atrair o cliente que compra o produto como presente e concorre com versões do gênero de marcas como Ferrero Rocher e Cacau Show.

Outra embalagem foi criada especificamente para o varejista: uma “caixa-display”, com melhor comunicação visual. Hoje cerca de 85% das vendas da marca ocorre em padarias, restaurantes e lojas de conveniência. “Não queremos que a bala fique jogada no baleiro”, disse Nardinelli. “A bala custa centavos para o consumidor. Mas, para nós, é um mega negócio de milhões de reais”, explica. A estimativa da empresa é de que cada brasileiro coma uma bala da marca por mês, o que faz a produção anual da empresa atingir 2,2 bilhões de unidades.

A Arcor também é dona das balas 7 Belo e Kids, da Paçoca Amor, e de biscoitos como Aymoré e Triunfo, segmento em que atua em joint venture com a Danone. Mas a única marca de balas que terá um programa de investimentos é a Butter Toffees. “As outras são importantes para o mix de produtos, mas fizemos uma aposta nesta marca”, explica Nardinelli. Além da bala de caramelo, o grupo reforçará investimentos no segmento de chocolates, o que mais cresce dentro da empresa e contempla marcas como Tortuguita, Arcor e Bon o Bon. A verba de marketing saltará de R$ 20 milhões, em 2011, para R$ 70 milhões neste ano.

A Butter Toffes é líder no segmento de balas de caramelo, com quase 90% do mercado. Apesar da retração no consumo de balas, a produção de Butter Toffees cresceu 19% em 2012. “O segmento de balas de caramelo e outras com maior valor agregado ainda cresce”, explica a gerente de atendimento da Nielsen, Ana Claudia Alvim, especialista na área de alimentos.

Prioridade. A Arcor chegou ao Brasil em 1981, com a aquisição da paulista Nechar Alimentos. Entre 2001 e 2012, o faturamento da empresa saltou de R$ 200 milhões para R$ 1,1 bilhão. O Brasil é a prioridade nos planos de expansão da matriz. A companhia ainda é muito dependente do mercado argentino, uma economia considerada difícil pelo setor privado. Das 39 fábricas da Arcor, 30 estão na Argentina e o país responde por 70% da receita global da empresa, que somou US$ 3,3 bilhões em 2012. “Mesmo com todas as dificuldades do mercado argentino, nossa operação cresceu 10% no país em 2012″, diz Nardinelli.

Segundo ele, as oportunidades de expansão são maiores no Brasil que na Argentina porque lá a empresa já é líder em diversos segmentos em que atua, como chocolates. No Brasil, a sua presença neste segmento, por exemplo, é da ordem de 5%.

FONTE: O Estado de S.Paulo

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Cresce receita da M. Dias

A fabricante de massas e biscoitos M. Dias Branco lucrou R$ 108 milhões no primeiro trimestre, o que representa um avanço de 1,4% na comparação com igual período de 2012.

De acordo com o informe publicado pela empresa, o aumento de 19,9% do custo dos produtos vendidos, sobretudo em razão do avanço do custo médio de matérias-primas, prejudicou os números do primeiro trimestre.

A M. Dias Branco repassou os custos maiores com insumos, elevando em 11% o preço médio de vendas. Nesse contexto, a receita líquida da companhia atingiu R$ 948,4 milhões no primeiro trimestre, uma expansão de 16,9% na comparação com 2012.

A empresa investiu R$ 70,4 milhões de janeiro a março.

FONTE: Valor Econômico

Doce sabor

A marca Toddy, da americana Pepsico,

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é uma das bebidas achocolatadas mais conhecidas dos brasileiros. Ela agora será utilizada também em produtos alimentícios no mercado nacional. São

os biscoitos wafer recheados de chocolate, em forma de cone e tubinho. O desenho das embalagens foi desenvolvido pela agência Interbrand.

Fonte: Revista Isto É Dinheiro

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Brasileiro altera padrões no dia-a-dia e o consumo de pães industrializados e biscoitos está mais sofisticado

De acordo com monitoramento da Kantar Worldpanel, que acompanha a dinâmica do consumidor de derivados de trigo, as categorias que apresentam maior valor agregado – os considerados premium ou que tragam benefícios adicionais – registram maior alcance aos lares brasileiros. Um dos destaques são os pães

industrializados, que em 2011 estiveram presentes em 72% dos lares do país, incremento de quatro pontos percentuais desde 2009. A seu lado, na mesa de 42% das famílias brasileiras, estão os bolos prontos, cuja penetração, no mesmo período, representou aumento de 12 pontos percentuais. Os derivados do trigo são itens importantes e acessíveis para os brasileiros e ao comprar esses produtos quer atender suas necessidades imediatas de consumo. O estudo aponta que o número de visitas ao ponto de venda é até três vezes maior quando comparado às compras de itens não derivados do trigo, geralmente os mais estocados. O que justifica as diferenças entre os dois segmentos quanto ao ticket médio, é que derivados marcam um baixo desembolso de R$ 3,60, enquanto outros produtos totalizam R$14,00 a cada compra. Além disso, as compras de derivados do trigo estão distribuídas de forma homogênea pelos dias da semana. Esse comportamento que busca suprir uma necessidade mais imediata transforma o consumidor de derivados do trigo em um grupo não muito suscetível

às promoções. No último ano apenas 4% dos lares afirmaram terem adquirido um produto da categoria atraídos por alguma promoção, enquanto os demais grupos de alimentos marcam 8% de compras como provenientes de ações do tipo.

Pães industrializados x pães caseiros Pães caseiros representam 88% do consumo total de pães no país, no entanto, entre abril de 2011 a março de 2012, o valor gasto pelo consumidor na compra de pães industrializados cresceu 11% ante um crescimento de apenas 4% dos caseiros. Já a quantidade adquirida de ambos aumentou 3% e 4% respectivamente. O preço da saca do trigo em baixa refletiu na queda do preço médio do pão caseiro em -7%, porém essa retração não chegou aos pães industrializados que tiveram um crescimento na ordem de 10% em seu preço médio. Com maior variedade de sabores, formatos e versões os pães industrializados se consolidam no mercado conquistando diferentes perfis dentro do lar, como por exemplo, o pão light que é mais concentrado em lares de donas de casas acima de 50 anos ou o pão integral em que 57% de seu consumo vem de lares das Classes AB. O hábito de compra mais sofisticado da população faz com que 43% das marcas consumidas estejam posicionadas com preços acima da média do mercado, as chamadas marcas premium.

Fonte:   Revista Panificação Brasileira

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Biscoitos

A Tondo S.A., empresa gaúcha fabricante das marcas Orquídea, Diana e Flor de Lis, investiu em novo segmento de produtos. Produtora de farinhas, massas e misturas para pães, bolos, pizzas, pastéis e confeitaria entrou no segmento de biscoitos. Com investimento de R$ 20 milhões, lançou nove sabores, entre doces e salgados, e prepara, para este mês, a apresentação de um wafer em seis sabores. A indústria processa 36 mil toneladas de trigo/mês, emprega 500 pessoas e encerrou 2011 com faturamento superior a R$ 240 milhões. Em 2012, quer chegar a R$ 300 milhões.

Fonte: Jornal do Comércio – RS

Nescau comemora 80 anos de sucesso

Marca criada no Brasil em 1932 completa oito décadas e consolida sua liderança em diversas categorias

 

A Nescau está comemorando  80 anos de existência. Criada no Brasil em 1932,  a marca hoje é líder em vendas no segmento de achocolatado em pó, com presença em mais de 65% dos lares brasileiros, além de atuar em diversas categorias de produtos, como cereais matinais, chocolates, biscoitos e bebidas lácteas. Considerando apenas os segmentos de achocolatado em pó e bebidas prontas, a marca faturou mais de R$ 1 bilhão no Brasil em 2011.

 

A Nestlé criou um logo comemorativo que estampará as embalagens dos achocolatados em pó e da bebida Nescau Prontinho, ao longo deste ano. A iniciativa faz parte das ações para celebrar o aniversário de oito décadas da Nescau no Brasil.

 

História

Inicialmente o Nescau foi lançado, como achocolatado em pó,  com o nome “Nescáo” (Nestlé + cacáo, de acordo com a grafia da época). O produto teve seu nome alterado em 1955. As constantes inovações da marca em formulação e embalagem aproximaram o produto do público jovem. No início dos anos 70, foi lançado o slogan “Nescau, energia que dá gosto”, utilizado até hoje.

Em 1986, entrou em uma nova categoria: bebidas lácteas. Surgia então o Nescau pronto para beber, conhecido também como Nescau Prontinho. A linha atual oferece embalgens de 200ml, nos sabores Tradicional e Light, e também o formato 1L,  no sabor Tradicional.

Inovações

A marca se associou aos esportes radicais a partir dos anos 90. Em 2010, passou a apoiar o futebol, patrocinando a Seleção Brasileira de Futebol e também a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

No final da década de 90, Nescau entrou para a categoria de cereais matinais com o Nescau Cereal. Em 1999, estreou na categoria de biscoitos. Dois anos depois, em 2001, foi lançado o chocolate Nescau, em formato barra. Atualmente, a linha também oferece o formato ball, entre outros lançamentos e diferenciadas embalagens.

A mais recente inovação da Nescau foi apresentada em 2010, com a criação da linha FAST, para pessoas que buscam opções nutritivas para compor a alimentação diária.

Fonte: Portal Abras/ Assessoria de Comunicação da Nescau

M. Dias Branco busca Centro-Oeste

Em um mercado extremamente pulverizado como o de massas e biscoitos, a cearense M. Dias Branco lidera com folga. Tem 25% e 26% de participação em volume, respectivamente, com marcas como Adria, Richester, Fortaleza, Isabela, Basilar e Zabet. Em massas, o concorrente mais próximo, a Selmi, tem 12%, menos da metade da fatia da M. Dias e, em biscoitos, a suíça Nestlé tem 9% de market share.
Mas esse “status quo” está sendo pressionado pela PepsiCo. A americana vem com fome sobre o negócio de biscoitos, onde estão 45% das vendas da M. Dias Branco. A PepsiCo comprou a Mabel, que lidera no Centro-Oeste, a região em que a M. Dias Branco tem a menor participação nacional: 12% em biscoitos e 4,5% em massas. Motivo suficiente para que a fabricante volte seus olhos para a região.
Em entrevista ao Valor, o vice-presidente de investimentos e controladoria da M. Dias Branco, Geraldo Luciano Mattos Júnior, afirmou que não se trata de fazer aquisições na região, mas de organizar o crescimento orgânico. “Temos que montar uma estrutura com representantes e distribuidores no Centro-Oeste e intensificar a prospecção de clientes”, afirma o executivo. “Nada impede de olharmos também aquisições, mas não é o nosso foco”, diz Mattos Júnior.
O mercado do Centro-Oeste, no entanto, é atendido pela fábrica de Aratu, na região metropolitana de Salvador, o que deixa muito espaço para a concorrência ocupar.
Na opinião do analista Renato Prado, da Fator Corretora, não sobram muitas opções para a empresa crescer além de aquisições. “O grande fator de risco da M. Dias Branco é o preço do trigo”, diz o especialista. As recentes altas da commodity, inclusive, podem levar ao aumento do preço dos produtos entre abril e maio, informou Mattos Júnior ontem, em teleconferência com analistas. Se o preço sobe, o crescimento orgânico, que já é mais lento, fica comprometido. “Eles são lucrativos, têm boa performance e muito espaço para alavancagem”, afirma o analista.
Este ano, a empresa vai investir cerca de R$ 190 milhões em bens de capital. A receita líquida da companhia subiu 19% em 2011, para R$ 2,9 bilhões. O Ebitda subiu 3,2% (R$ 481,2 milhões) e a margem Ebitda recuou 2,6 pontos percentuais, para 16,5%. O lucro líquido cresceu 4,2%, para R$ 366,5 milhões. Para recuperar margens, a empresa anunciou o lançamento de produtos de maior valor agregado, como o macarrão instantâneo Liggero, que fica pronto em quatro minutos no microondas.
Fonte:   Valor Econômico

Cimapi é premiada pela Revista Panificação Brasileira

Cimapi recebeu o prêmio na Categoria – Equipamentos & Acessórios, em evento realizado no dia 06/12 no Hotel Renaissance. Cimapi foi indicada pela pesquisa realizada pelo Instituto DataFoods, da Revista Panificação Brasileira, onde alcançou os requisitos: Qualidade, Serviço Técnico, Divulgação & Marketing, Força da Marca, etc que a colocaram nessa posição.

A Cimapi iniciou suas atividades em 1991, fabricando de acessórios para padarias e confeitarias em geral.

Com ampla experiência no mercado de máquinas e equipamentos pesados para a fabricação de pães,biscoitos e doces, a empresa tem identificado no mercado a necessidade de oferecer aos clientes inovações que para aumentar a produtividade e melhor de qualidade na fabricação dos produtos .

O Prêmio Maiores & Melhores da Panificação Brasileira destaca os fornecedores do setor de panificação e confeitaria, nas categorias: Insumos, Equipamentos & Acessórios e Produtos Prontos. Ainda há uma premiação especial para os fornecedores das Indústrias de Pães.

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Derivados do trigo devem subir até 10% no CE

Com diminuição na produção do insumo, preço da farinha de trigo tem alta que reflete nos biscoitos e massas

O preço das massas e biscoitos devem subir entre 6% a 10% para os consumidores do Ceará até agosto. O reajuste decorre do aumento de 15% a 20% no valor da farinha de trigo. No caso do repasse, para o preço do carioquinha, o setor da panificação está descrente da alta da farinha de trigo nos moinhos.

Segundo o presidente da Associação Norte Nordeste da Indústria do Trigo, Roberto Schneider, nos Estados Unidos, o trigo fechou na sexta-feira passada a US$ 370, a tonelada.

De janeiro até maio, o preço do trigo importado pelo Brasil aumentou 22%, passando de US$ 295,62, em janeiro último, para US$ 334,11 em abril, e agora chega aos moinhos a US$ 360, a tonelada, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

Em 2010, o preço do trigo variava entre US$ 180 e US$ 220 no primeiro semestre e entre US$ 280 a US$ 295 no segundo semestre. Desde dezembro último, o preço da farinha de trigo nos moinhos varia entre R$ 76 a R$ 78, o saco de 50 quilos. Esta média é que vai subir de 15% a 20% para a indústria de massa e biscoito.

Escalada

A escalada é consequência de problemas climáticos em países produtores, o que derrubou o volume e a qualidade do trigo. Schneider diz que o Ceará importa trigo, principalmente, da Argentina, onde a safra será 10% menor neste ano, caindo de 15 milhões de toneladas do ano passado 13,5 milhões de toneladas. No Brasil, a safra de trigo prevista para este ano é de 4,8 milhões de toneladas, volume 18,6% inferior às 5,9 milhões de toneladas produzidas em 2010. De acordo com Schneider, a qualidade do trigo caiu nos dois países.

“Não vai faltar trigo, mas precisamos encontrar soluções para a queda da qualidade”, diz. “O Ceará vai continuar a importar da Argentina, mas vai trazer também dos Estados Unidos e Canadá”. Nestes dois países, problemas climáticos também derrubaram a produção, o que elevou o preço do trigo norte-americano. De acordo com Schneider, no ano passado, a safra mundial resultou em 65% de trigo de boa qualidade. Hoje, essa oferta caiu para 35%.

Aumentos

Além do preço da matéria-prima, o dirigente diz que os moinhos também enfrentam altas na energia elétrica de 8% a 10%, nos salários da mão de obra após dissídios que reajustaram os salários entre 6,5% a 7%, e no custo da embalagem que subiu 20% por conta do petróleo. Todos esses aumentos foram registrado no primeiro semestre deste ano.

O presidente do Sindtrigo, Luiz Eugênio Pontes, projeta reajuste entre 6% a 10% no preço dos biscoitos e massas. Ele que é também diretor corporativo do M. Dias Branco diz que os produtos do grupo serão elevados pelo menor índice, 6%.

O presidente do Sindipan, Lauro Martins, ainda não fala em reajuste no preço do pão. “Se houver aumento no valor da farinha de trigo, as padarias vão repassar. Mas, estamos acreditando que não vai sair o reajuste porque de junho a agosto entra a safra de trigo do hemisfério Norte. Se vai ter mais trigo, dificilmente haverá pressão na farinha”, analisa Martins.

Fonte:  CAROL DE CASTRO   –  Diario do Nordeste