O alto preço dos ovos de Páscoa

Para entender os motivos do valor elevado dos ovos de Páscoa, Ole Hansen, chefe de estratégia de commodity do Saxo Bank, analisou o mercado mundial do cacau e constatou que fatores sociais também influenciam no valor do produto final. Segundo ele, em dois anos e meio, o comércio do cacau nunca teve demanda tão alta e segue com déficit pelo segundo ano consecutivo. Mas não foi apenas o aumento da tonelada que refletiu nos altos preços dos ovos de Páscoa. “O mundo inteiro depende de três países para a compra do cacau: Costa do Marfim, Gana e Indonésia. Eles são responsáveis por três quartos da produção mundial que, por sua vez, depende de boas condições climáticas para o plantio. Muitas vezes, não há o suficiente para atender a todos os mercados”, explica Hansen. Para Hansen, a classe média dos mercados emergentes compra cada vez mais e manterá a demanda aquecida.

Fonte: DCI

Alimentação puxa desaceleração da alta do IPC-S, diz FGV

O grupo Alimentação, que recuou de 2,05% na primeira quadrissemana de abril para 1,79% na segunda, foi o que mais contribuiu para a desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), divulgado nesta quarta-feira, 16, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador geral caiu 0,10 ponto porcentual, de 0,96% para 0,86% entre os dois períodos.

Dentre as quatro classes de despesas que registraram decréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens hortaliças e legumes (de 21,27% para 12,81%), no grupo Alimentação; passagem aérea (de 5,58% para -2,95%), em Educação, Leitura e Recreação; automóvel usado (de 0,89% para 0,09%), no grupo Transportes; e roupas (de 1,28% para 0,98%), em Vestuário.

De forma isolada, os itens com as maiores influências de baixa foram maçã (de -5,98% para -6,44%), tarifa de telefone residencial (apesar de diminuir o ritmo de deflação de -0,63% para -0,53%), passagem aérea (de 5,58% para -2,95%), tarifa de táxi (embora tenha subido de -1,61% para -1,45%) e massas preparadas e congeladas (de -2,02% para -1,72%).

Já os cinco itens com as maiores influências de alta foram batata inglesa (mesmo com o recuo de 44,30% para 30,91%), refeições em bares e restaurantes (de 1,07% para 1,08%), tomate (apesar da queda de 30,30% para 13,40%), leite tipo longa vida (de 4,17% para 5,63%) e gasolina (de 0,94% para 0,96%).

Capitais

O IPC-S desacelerou a alta em cinco das sete capitais pesquisadas no período. No geral, o IPC-S caiu de 0,96% para 0,86% entre os dois períodos.

Por região, o IPC-S apresentou decréscimo na taxa de variação de preços em Salvador (de 0,70% para 0,56%), Brasília (de 1,13% para 0,97%), no Rio de Janeiro (de 0,92% para 0,73%), em Porto Alegre (de 1,20% para 1,15%) e São Paulo (de 0,98% Para 0,83%). Na contramão, o IPC-S avançou em Belo Horizonte (de 0,82% para 0,90%) e no Recife (de 0,68% para 0,85%).

Fonte: A Tarde – BA

Aumento de preço do pão francês pode chegar a 10% até maio

A saca de 50 quilos de farinha de trigo já está chegando nas padarias por R$ 100

Os baianos têm de preparar o bolso para comprar o pão de cada dia. O aumento de custos com matéria prima pressiona o preço do pão francês e derivados de farinha de trigo. Segundo representantes do setor, o pão pode ficar de 4% a 10% mais caro até maio.

De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria de Salvador, Mário Pithon, a conjuntura de aumento dos custos com a mão de obra, após o reajuste do salário mínimo, o aumento da farinha de trigo e o reajuste do aluguel, normalmente definido no início do ano, tornam os reajustes no preço do pão “prováveis”.

“O aumento do preço de pão nunca é um aumento que antecipa custos futuros. É para compensar o que já passou. Eu diria que um aumento de 7% a 8% está dentro da realidade”, diz Pithon.

A farinha de trigo sofreu reajustes por causa da queda de produção na Argentina, por motivos climáticos, e restrições nas exportações pelo governo argentino para conter o processo inflacionário no país. A Argentina é a principal fornecedora do produto para o Brasil.

Com as restrições da Argentina, os moinhos brasileiros estão se abastecendo com trigo norte-americano e canadense, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip).

Para o primeiro secretário da Associação dos Proprietários de Padaria da Bahia, José Luiz Varela, o reajuste pode ficar entre 4% a 10%.

“A porcentagem dos aumentos não podemos precisar, mas o preço da farinha de trigo vai gerar um aumento dos produtos finais que têm o trigo como matéria prima”, diz Varela.

Pithon minimiza o temor de que a situação na Argentina ocasionaria desabastecimento. “O fato é que estou na panificação há 19 anos e nunca vi desabastecimento de trigo”, disse.

Nas lojas

As padarias já sentem o impacto do preço da farinha. Gerente da padaria Superpão, na Pituba, Afonso Moura conta que o estabelecimento consegue manter o preço por causa da diversidade de produtos que comercializa.

“Vai ter que aumentar, mas não sei quando. Por enquanto conseguimos segurar. Mas se continuar assim… A saca de farinha (de 50 quilos) já chegou a R$ 100″, diz Moura. Em períodos normais, a saca custa aproximadamente R$ 80.

Para o consumidor de Salvador, além de diminuir a quantidade ou pagar mais caro, resta a opção de buscar substitutos para o quase indispensável pão francês.
“Compro todos os dias. O pão já está caro. Vou ter que procurar outra coisa, como batata doce e cuscuz”, diz o funcionário público Florisvaldo dos Santos.

Fonte: A Tarde – BA

Bolsa saco de pão vira febre nas passarelas nacionais

Sentir o cheiro da fornada sendo despejada na prateleira e caminhar até em casa com um saco de pão na mão é uma das atividades mais cotidianas nas cidades grandes. Quem via a embalagem bege enrolada no topo como um ótimo acessório para carregar os itens do dia a dia está com sorte! Quem diria que o saco de pão acabaria se tornando tendência na moda brasileira.

Durante o São Paulo Fashion Week, o estilista Alexandre Herchcovitch havia apresentado a sua versão da bolsa, em couro. Na última semana foi a vez da Osklen desfilar a sua proposta para o Verão 2015, em modelo ligeiramente maior, em sua nova coleção de moda praia, lançada no Fashion Rio. O item, no entanto, não é exatamente novidade. Em 2012, a alemã Jil Sander e a francesa Céline haviam mostrado peças semelhantes. E, aí, a moda do saco de pão vai pegar nas ruas? Você usaria a bolsa? Agora é esperar para ver como serão os lançamentos

 

Fonte: REVISTA PANIFICAÇÃO BRASILEIRA

Produção de trigo argentino se recupera

O mais recente relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projeta aumento da produção argentina de trigo da ordem de 14%, para 12 milhões de toneladas, com o que o país vizinho poderia dobrar suas exportações, para 6 milhões de toneladas.

A área plantada com o cereal deve crescer 20%, para 4,2 milhes de hectares, mas ainda longe dos 6 milhões de hectares habituais no país. O estímulo parte dos bons preços praticados em 2013.

Com o consumo interno estimado em 6 milhões de toneladas, as exportações poderiam atingir outros 6 milhões de toneladas, o maior volume em três anos.

O total a ser efetivamente exportado, porém, dependerá do volume a ser autorizado pelo governo para o envio a outros países – a maior parte deverá ser embarcada para o Brasil.

 

Fonte: Folha de São Paulo

14 de abril – Dia Internacional do Café

Se Minas fosse um país, seria o maior produtor mundial de café. Para se ter uma ideia, no ano-safra 2012/2013, uma em cada cinco xícaras de café consumidas no mundo saiu de Minas Gerais. O grão é cultivado em 607 dos 853 municípios do Estado, sendo a principal atividade econômica em 340. Mais de quatro milhões de mineiros dependem, direta ou indiretamente, da cafeicultura para seu sustento, o que mostra sua importância não apenas econômica, mas também social.
Nestes quase três séculos de cultivo do café no Brasil, foram muitos os avanços e conquistas dos produtores, entidades de pesquisa e de suporte ao setor: “Cada vez mais, o mundo reconhece o Brasil como grande produtor. E mais importante, como produtor de cafés de excelente qualidade”, destaca o diretor da FAEMG e presidente das Comissões de Cafeicultura da entidade e da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), Breno Mesquita. “Temos hoje o resultado de muito trabalho do produtor, que viu nos cafés especiais um mercado em constante crescimento, acreditou e investiu na produção de grãos de alta qualidade como alternativa à produção de simples commodity”.
Breno Mesquita, Presidente da Comissão Nacional de Café da CNA e Diretor da FAEMG
Com tantos motivos para comemorar, ele destaca que a data este ano será ofuscada por uma inimiga comum do agronegócio neste início de ano: “Há grande preocupação em função da seca que atingiu todo o cinturão produtor, especialmente em Minas Gerais. Já sabemos que haverá queda na safra 2014/15 e também na seguinte, de 2015/16. Nosso maior receio é perdermos na qualidade que conquistamos, e deixarmos de oferecer ao mundo um tipo de café que só se produz no Brasil”.   O café em MG   A safra 2013 totalizou 49,15 milhões de sacas em todo o país. Deste total, 27,66 milhões (cerca de 56%) tiveram origem em Minas Gerais, em área plantada de 1,03 milhão de hectares, distribuídos por mais de 600 municípios. Segundo a OIC, a produção mundial no período foi de 144,61 milhões de sacas, o que confirma a participação mineira da ordem de 19%. Para 2014, safra de ciclo baixo, a produção esperada para o país é de cerca de 47 milhões de sacas, sendo 25,7 milhões produzidas em Minas Gerais.   Em 2013, o café mineiro rendeu R$ 11,1 bilhões (produção e indústria), ou 8,6% do PIB do agronegócio mineiro, que somou R$ 142,56 bilhões.  O Valor Bruto da Produção de Café em 2013 somou R$ 14,13 bilhões, com a saca comercializada a um preço médio de R$ 288,84. O VBP do café representa 30,42% do valor da soma dos 20 principais produtos agrícolas de Minas Gerais. Para 2014, o VBP de café está estimado em R$ 8 bilhões.   Desafios   Lavouras com boa produtividade, fazendas que empregam grande quantidade de mão-de-obra, produção de cafés finos e campeões de Concursos de Qualidade são características da cafeicultura mineira.   Lavouras montanhosas respondem por cerca de 80% da cafeicultura mineira, produção que vem perdendo competitividade devido ao alto uso e custo com mão-de-obra.   Segundo Breno Mesquita, o maior desafio é o produtor se manter na atividade diante do elevado custo de produção, principalmente em momentos de queda de preços como observado no último ano.
Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais – FAEMG http://www.sistemafaemg.org.br/

Fonte:  FAEMG – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais

Preços de ovos de Páscoa variam até 160%, diz Procon-SP

Uma pesquisa da Fundação Procon-SP realizada no Estado de São Paulo apontou que a diferença entre os preços de ovos de Páscoa pode chegar a 160%. O levantamento, realizado em 108 estabelecimentos em 17 municípios, encontrou, em Campinas, o mesmo produto por R$ 12,99 em uma loja e R$ 4,98 em outra, uma diferença de 160,84%. Na capital paulista, a maior diferença foi de 95,51%.

O levantamento mostrou ainda que, na comparação deste ano com o ano passado, na cidade de São Paulo houve, em média, acréscimo de 7,2% nos preços dos ovos de Páscoa e de 13,2% nos bolos de Páscoa. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), referente ao período de abril de 2013 a março de 2014, registrou uma variação de 4,93% na inflação paulistana.

Além de orientar que o consumidor pesquise e compare preços, o Procon-SP sugere atenção à relação qualidade, peso e preço do item a ser adquirido.

Fonte: Estado de Minas

Preço do trigo tem alta de 14,4% e pão é reajustado em 7%

Commodity já está começando a faltar no mercado

Os pães estão sendo reajustados em 7% nas panificadoras mineiras devido à elevação dos custos de produção. E o aumento de cerca de 14% no preço do trigo é uma das principais explicações para o aumento. Porém, pesam ainda sobre o custo do alimento as elevações das demais despesas operacionais, como transporte, energia e mão de obra.

De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a tonelada do trigo produzido no Paraná subiu 14,4% de janeiro até a última terça-feira, ao passar de R$ 735,71 para R$ 839,75. No Rio Grande do Sul o percentual foi o mesmo no período e a commodity aumentou de R$ 584,66 para R$ 668,93.

Segundo o presidente do Sindicato dos Moinhos de Trigo do Estado de Minas Gerais, Lincoln Fernandes, a alta refletiu também na Bolsa de Chicago, com elevação de 15% no período. A principal explicação é a seca que castiga os EUA e a Austrália, dois grandes exportadores do produto. Além disso, o trigo produzido na Argentina e no Paraguai já se esgotou.

No Brasil, os estoques também estão praticamente chegando ao fim. No Paraná, um dos maiores produtores do país, já não existe mais produto disponível para a venda. E o que sobrou, do Rio Grande do Sul, tem qualidade inferior e representa maior gasto no transporte.

Safra - E as notícias são ainda piores quando se leva em consideração que a próxima safra só será colhida em setembro. Ou seja: ainda há um longo período para se viver com a falta de trigo. Em Minas Gerais também há produção do insumo, porém o Estado não é autossuficiente.

Com essa elevação, a produção da farinha de trigo tem ficado cada vez mais cara. Segundo o gerente de Gestão da Moinhos Vera Cruz, Ronaldo Matos, a alta começou em 2013 e manteve-se em 2014. Por isso, entre janeiro do ano passado e abril, o encarecimento do custo de produção na empresa, situada em Santa Luzia (Grande Belo Horizonte), foi de 60%. Somente em 2014, ele foi de 40%.

No entanto, ele ressalta que o impacto não vem somente do preço da commodity. Entra nesta conta também a elevação da energia, do custo de transporte e da mão de obra. Dessa forma, a alta já está sendo repassada para o consumidor final. Somente neste mês, os reajustes estão sendo de aproximadamente 7%. Do início de 2013 até hoje a elevação foi de 35%.

Como cerca de 30% do custo da produção dos pães se referem ao preço da farinha, o alimento também está sofrendo os impactos. Segundo o diretor da Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip), Emerson Amaral, se fosse levada em consideração somente a matéria-prima, a variação no preço seria de apenas 2%.

Porém, como existem outros gastos, o impacto para o consumidor final será de 7%. “ preciso analisar uma somatória de fatores, como a falta de mão de obra qualificada, que tem elevado os custos, a alta do preço do aluguel e do transporte dos colaboradores, que são arcados pela empresa, entre outros”, afirma.

Fonte: Diário do Comércio – MG

Novos horizontes para a panificação brasileira

A convite da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) e da Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip), o secretário-geral da União Internacional da Panificação (UIBC), o espanhol José Maria Fernandez del Vallado de La Serna, fez uma série de visitas técnicas a padarias brasileiras no final de março, com o objetivo de conhecer a realidade do setor e traçar um diagnóstico que pode servir de base para um ambicioso programa de modernização e revitalização do setor.

“Uma das principais características das padarias brasileiras é a heterogeneidade do setor. O Brasil conta com padarias que podem ser consideradas como referências internacionais, mas há um grande número de estabelecimentos que ainda convivem com gargalos em termos de gestão e processos de produção, que podem ser otimizados”, disse o especialista, após um giro de quatro dias pelo país.

Na oportunidade, o secretário-geral da UIBC visitou padarias de diferentes níveis em São Paulo e Minas Gerais, escolas técnicas, entidades de classe e fez uma apresentação sobre as oportunidades da panificação brasileira na sede do Sindicato da Indústria da Panificação de São Paulo (Sampapão), traçando um paralelo com as tendências e novidades do mercado europeu.

Em seu diagnóstico, o especialista definiu algumas linhas de ação que poderão nortear um futuro plano estratégico para conferir maior competitividade à panificação brasileira. Dentre outras ações, o secretário-geral da UIBC destaca como pontos centrais a necessidade de um plano de profissionalização do setor, a necessidade de investimentos para a diversificação da produção (hoje, fortemente dependente do pão francês), e na introdução de novas tecnologias, principalmente para a tecnologia do congelamento, que hoje é uma prática corrente no mercado europeu.

Dentre os pontos fortes do setor, ele apontou a boa imagem das padarias junto a clientes e fornecedores; sua proximidade do consumidor, a grande variedade de serviços e ofertas e a existência de lideranças e interlocutores qualificados.

Como estratégia de ação, o secretário-geral da UIBC propõe um plano de integração vertical da cadeia produtiva, de forma a explorar vantagens comparativas e identificar e explorar sinergias potenciais. “Trata-se de um mercado muito dinâmico, aberto a melhorias e sugestões, que dispõe de grande espaço para crescer, de forma harmônica e sustentada”, conclui ele.

O diagnóstico do especialista será apresentado e discutido pelos associados da Abitrigo e da Abip, para definir os próximos passos da execução do projeto, que promete abrir um novo capítulo na história da panificação brasileira.

 

Fonte: Abitrigo (Assessoria de Imprensa)

Gigantes do leite unificam pleitos e criam associação

Gigantes do setor de lácteos, como Nestlé, DPA, Vigor, Danone, LBR e Fonterra, entre outras, uniram-se para criar uma associação das indústrias do setor.

Entre as principais missões da Viva Lácteos, que será lançada oficialmente hoje em Brasília, está a uniformização da tributação no setor, segundo César Helou, conselheiro da associação e proprietário do Laticínios Bela Vista, uma das empresas fundadoras.

Distorções tributárias entre empresas do ramo são apontadas como uma das causas da falta de competitividade do setor no país.

A modernização das normas sanitárias será outro pleito da entidade, que nasce com 29 associados responsáveis por cerca de 70% da captação de leite no Brasil, de acordo com César Helou.

Fonte: Folha de S. Paulo